ADITIVO ESTE1972424_696969767019812_2107306256_nFiluca Mendes volta às antigas da política e tenta implantar  novamente o VOTO DE CABRESTO em Pinheiro-Ma.

O envio à Câmara Municipal de Pinheiro do Projeto de Lei nº 001/2015, que autoriza o Poder Executivo a contratar servidores sem Concurso Publico foi barrado e não votado pelos legítimos representantes do povo os edis, Enesio Vitorino Ribeiro, Eliseu Rodrigues Furtado, Lucas do Beiradão, Stelio Cordeiro, Selma da Colônia e João Moraes.

A ação desenfreada que iria de encontro a Constituição Federal, a transparência diante do TCE e do MPE, e que causaria transtornos à população e aos contratados temporários fazendo-os perder diretos  adquiridos constitucionalmente por conta desses contratos  como  queria o rei da improbidade administrativa.

Se a Câmara tivesse aprovado o Projeto de Lei da forma que foi apresentado o que supostamente com falhas, iria entoar um efeito negativo sem criar vários cargos essenciais que o município está precisando, o que resultaria simplesmente no encabrestamento de novos  eleitores  que   ficariam encurralados e chantageados , futuramente no dá ou desce.

Forçados serão os aliados do prefeito, servis vereadores assim já reconhecidos segundo o eleitor Pinheirense- Antonio Ribeiro, Valter Soares, Concita Pajé, Sinval Souza, Beto de Ribão e Oziel Meneses, a revisar cuidadosamente o Projeto de Lei, eximir suas culpas inocentar o executivo na pessoa do Prefeito Filuca e formatar o Edital de Abertura do Concurso Público, acabando de uma vez por todas com a submissão que iria mais uma vez constranger a nossa população.

Vamos aguardar a próxima Sessão de votação do Projeto 19/05, e que tudo corra bem em nome do direito e da democracia, muito embora tenha que lembrar: Tudo isso está acontecendo por falta de firmeza que não tiveram alguns Vereadores quando em 2013 cederam direitos dos cidadãos ao executivo para contratar no migué das emergências (veja documento anexo)

Se escapulir novamente, aí tem trutas… Assim sendo vamos panfletar os responsáveis