Prefeito  de Anajatuba, Helder Aragão, foi preso pela Polícia Federal

A prisão do prefeito de Anajatuba, Helder Aragão, executada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira, 20, resultou de uma investigação do Ministério Público do Maranhão. A operação, realizada nas cidades de Anajatuba e São Luís, cumpriu mandado do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

No último dia 9, ao julgar denúncia do MPMA, que acusava o gestor de participar de uma organização criminosa que fraudava licitações e desviava recursos públicos do município, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça decidiu afastá-lo do cargo. O pedido de prisão preventiva foi negado pelo TJ, que, no entanto, determinou o compartilhamento dos autos com a Justiça Federal.

O esquema criminoso em Anajatuba foi denunciado, ainda, por crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, entre outros. Além do prefeito, outras 26 pessoas foram denunciadas, a partir das investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do MPMA.

ENTENDA O CASO

As investigações foram iniciadas em setembro de 2014, após representação do vice-prefeito de Anajatuba, Sydnei Costa Pereira. Ele denunciou o desvio de verbas públicas por meio de licitações simuladas.

Diante da situação, o MPMA investigou contratos do Município de Anajatuba com as empresas A4 Entretenimento, M.R. Comércio e Serviços, Vieira e Bezerra LTDA, Construtora Construir, dentre outras que puderam ser identificadas no curso da investigação.

Ao realizar diligências, o Ministério Público constatou que as empresas existiam somente no papel. Algumas estavam fechadas ou indicavam endereços residenciais de pessoas que não conheciam o proprietário da empresa. Outras empresas vencedoras das licitações funcionavam sem qualquer estrutura.

Para aprofundar as investigações, o Ministério Público pediu e o Tribunal de Justiça deferiu medidas cautelares que possibilitaram o oferecimento da ação penal, com provas concretas dos fatos.

Segundo a denúncia, o “núcleo empresarial” do esquema operava por meio de empresas de fachada, com sócios-laranjas que participavam de licitações previamente acertadas com a administração municipal. O dinheiro era dividido entre os chefes da organização e os agentes públicos.


Detentos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão falam com uma comitiva de senadores da Comissão de Direitos Humanos nesta segunda-feira (13). (Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo)

Clarissa Carramilo e João Ricardo BarbosaDo G1 MA

Segundo ação, detentos torturaram e comeram o fígado de outro preso.
Há outros casos sendo investigados, diz promotor Gilberto Câmara Júnior.

Clarissa Carramilo e João Ricardo BarbosaDo G1 MA

Detentos o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís(Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo)

Um desentendimento entre seis integrantes de uma facção criminosa acaba com um deles sentenciado à morte. O condenado é torturado, morto a facadas, esquartejado e tem o fígado assado e servido em um banquete aos seus algozes. O ritual canibalístico digno de filme de terror ocorreu no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, e foi denunciado à Justiça pelo promotor Gilberto Câmara Júnior, da 12ª Promotoria de Justiça de Substituição Plena

Na ação, consta que os fatos aconteceram em dezembro de 2013, na Cela 1, Bloco C do Presídio São Luís 2 (PSL 2), uma das oito casas que formam o Complexo Penitenciário de Pedrinhas. A unidade abriga presos que cumprem penas pelos crimes em regime fechado.

O caso macabro só veio à tona porque uma autoridade policial (não-identificada no processo) que investigava homicídios em presídios encontrou uma “testemunha-chave” que revelou o crime após ter sido transferida da unidade prisional.

Presidiário usa um espelho para observar visitantes que adentram o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA) (Foto: Mario Tama/Getty Images)Presidiário usa espelho para observar visitantes
em Pedrinhas, em São Luís
(Foto: Mario Tama/Getty Images)

Segundo o promotor, a vítima, identificada como Edson Carlos Mesquita da Silva, teve o corpo dividido em 59 fragmentos. O estado dos restos mortais ficou tão drástico que a identificação só foi possível por causa de uma tatuagem.

“Foi reconhecido por seu cunhado, em razão de uma tatuagem que a vítima possuía cuja inscrição homenageava a sua filha: ‘Vitória razão do meu viver'”, explica Câmara Júnior. A identidade foi confirmada posteriormente por certidão de óbito, laudo de exame cadavérico e laudo de exame em local de morte violenta.

O Ministério Público aponta como autores do crime Rones Lopes da Silva, o Rony Boy; Geovane Sousa Palhano, o Bacabal; Enilson Vando Matos Pereira, o Matias; e Samyro Rocha de Souza, o Satanás. Também participaram dois homens não-identificados, que constam nos autos como “Indivíduo X” e Bruno, além de Joelson da Silva Moreira, o Índio, que já está morto.

Fígado
Executores e vítima eram integrantes de uma mesma facção, dissidente de outro grupo criminoso. Edson teria se desentendido com Indivíduo X após ter ofendido Rony Boy, um dos líderes do grupo, que está preso em um presídio federal.

Por causa da ofensa, Bacabal e Índio amarraram e torturaram a vítima por horas. Matias interveio e ligou para Rony Boy, que decidiu que Edson deveria ser morto por Indivíduo X, com quem se desentendeu, e entregue à direção do presídio.

Detentos dividem cela lotada no presídio de Pedrinhas, em São Luís (Foto: Mario Tama/Getty Images)Detentos dividem cela lotada no presídio de
Pedrinhas, em São Luís
(Foto: Mario Tama/Getty Images)

Indivíduo X, Bacabal, Índio e Samyro Rocha de Souza, o Satanás, mataram a vítima a facadas. No dia seguinte, Bacabal decidiu que não entregaria o corpo à direção e o esquartejaria, livrando-se dos restos mortais.

Após dividir o corpo em 59 partes, o trio jogou sal no cadáver para retardar a decomposição da carne e disfarçar o odor, depositando os restos mortais em sacos plásticos em lixeiras espalhadas.

O fígado foi retirado, assado em fogo na brasa e ingerido pelos três, que também enviaram pedaços a outros presidiários. Para evitar delações, os integrantes da facção se mudaram das celas dos fundos para os xadrezes da frente, próximo ao portão de acesso.

Lei do Silêncio
Os autores foram acusados por homicídio qualificado por motivo torpe e por meios que dificultaram a defesa da vítima (vantagem numérica), tortura e destruição e vilipêndio de cadáver. “Considerando o imoral inconformismo dos agentes, que diante deste fato, agiram de forma sórdida e repugnante”, justifica Câmara.

O promotor afirma que pelo menos dois outros casos de canibalismo estão confirmados e têm investigações em andamento. Ele explica que a “Lei do Silêncio” que impera nos presídios dificulta que crimes do tipo sejam descobertos pelas autoridades.

“As investigações foram iniciadas com o intuito de identificar testemunhas que pudessem esclarecer os motivos do fatídico, porém, a Lei do Silêncio que impera dentro do presídio, cujos detentos se mantém receosos ante represálias de facções criminosas atuantes dentro do sistema prisional, é um fator dificultador”, explica Câmara Júnior.

ONU
O Complexo Penitenciário de Pedrinhas passou por uma vistoria do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em agosto deste ano. O relator especial sobre tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes, Juan Méndez, afirmou haver alto grau de tortura a presos no país.

No início de 2014, a ONU pediu que o Brasil apurasse as recentes violações de direitos humanos e os atos de violência que ocorreram nos presídios do Maranhão, em especial no Complexo de Pedrinhas. Em comentário sobre a situação, o Alto-Comissariado de Direitos Humanos da ONU expressou preocupação com imagens divulgadas pelo jornal “Folha de S.Paulo”, que mostraram presos decapitados dentro da penitenciária.

A ONU acrescentou que ficou “perturbada” com o relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgado em dezembro de 2013, que apontou 59 presos foram mortos dentro desse presídio, devido a uma série de rebeliões e confrontos entre facções criminosas.


DO RIO- Folha de São Paulo

A atriz Yoná Magalhães morreu, na manhã desta terça-feira (20), aos 80 anos, no Rio. A artista estava internada, desde o dia 18 de setembro, na Casa de Saúde São José, na Gávea, zona sul da cidade, devido a problemas cardiológicos.

A unidade hospitalar ainda não confirmou a causa da morte.

Carioca do bairro Lins de Vasconcelos, a atriz começou a carreira no rádio, em 1954. Aos 19 anos, começou a trabalhar na extinta TV Tupi.

Integrou o primeiro elenco formado pela TV Globo. Contratada em 1965, estreou na novela “Eu Compro Esta Mulher” (1966). Na emissora, participou de mais de 40 programas, entre novelas, seriados e minisséries.

Esteve em “Roque Santeiro”, de Dias Gomes e Aguinaldo Silva, onde interpretou Matilde, dona da boate da fictícia cidade de Asa Branca. A participação resultou em convite para a revista “Playboy”.

A atriz, que era uma das beldades de sua geração, desafiou críticos ao posar nua para a capa da “Playboy” aos 51 anos.

Nos últimos anos, ela participou das novelas “Negócio da China” (2008), de Miguel Falabella, e “Cama de Gato” (2009), de Thelma Guedes e Duca Rachid.

Em 2013, interpretou a socialite Glória Pais na novela “Sangue Bom”.


 

Mais de 100 pessoas foram detidas em festa de facção, em São Luís (MA) (Foto: Biaman Prado / O Estado)

 

19/10/2015 07h30 – Atualizado em 19/10/2015 07h30

PM-MA precisou de três micro-ônibus para encaminhar suspeitos.
Todos foram levados para Superintendência de Investigações Criminais.

Do G1 MA, com informações da TV Mirante

Mais de 100 suspeitos por integrar uma facção criminosa foram detidos no início da noite desse domingo (18) pela Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) em São Luís (MA), durante uma festa, em uma casa na avenida Santos Dumont, bairro do São Cristóvão. Crianças e adolescentes também frequentavam a festa.

Três micro-ônibus foram necessários para encaminhar suspeitos (Foto: Biaman Prado / O Estado)Três micro-ônibus foram necessários para encaminhar suspeitos (Foto: Biaman Prado / O Estado)

A PM-MA precisou usar três micro-ônibus para encaminhar todos os suspeitos para a sede da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), no Bairro de Fátima.

Ainda não foram divulgados detalhes sobre a operação, como quantidade de armas e drogas apreendidas na festa.

Festas de facções
Em outubro de 2013, a polícia deteve 40 supostos integrantes de uma facção criminosa em uma casa de eventos no Araçagi, na Região Metropolitana de São Luís. Eles participavam da festa de aniversário de uma mulher, suspeita de praticar tráfico de drogas.

No fim de 2014, a PM-MA havia feito operação semelhante na mesma região do São Cristóvão: à época, quase 100 pessoas foram detidas suspeitas de tráfico de drogas e de pertencerem a uma facção criminosa.

Já no início de 2015, pelo menos 80 pessoas foram detidas também suspeitas de integrar uma facção criminosa. A festa ocorria na região do Parque Timbiras.


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Vem de dentro de mim a dor do inexplicável…

E como entender o porquê de tanta dor?…

Porque então da frustração do meu bem maior…

PAZ E FLORES

 

Um choro, um vazio deixado

A roubada das minhas sementes…

Na alma: Sós Trapos e ilusões

Sonhos derramados, num mar de lagrimas

Peito invadido, sem resguardo de mais dores…

Sem esperança presente…

Sem saber onde pousar ou dormir

Sou da vida hoje, um nada que difere no tempo…

A esperar do tempo… O sono eterno.


 

ESTUDANTE16/10/2015 14h18 – Atualizado em 16/10/2015 18h18

WWW.JGMOREIRA.COM.BR

Jovem passou por cirurgia e foi transferida para o Hospital Carlos Macieira.
Adolescente de 17 anos foi atacada perto da escola, na quinta-feira (15).

Do G1 MA

A estudante Milena Coelho do Nascimento, de 17 anos, que teve o pescoço cortado em um ataque na porta da escola, está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Carlos Macieira, em Sâo Luís. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), a jovem passou por cirurgia no Hospital Socorrão 1 e depois foi transferida. O quadro de saúde dela é estável.

Nesta sexta-feira (16), policiais da Delegacia de Homicídios de São Luís estiveram no Centro de Ensino Médio Vinicius de Moraes, na Divinéia, onde a vítima estuda. A polícia está ouvindo testemunhas e vai analisar imagens de câmeras de segurança pra descobrir mais detalhes do crime. O diretor da unidade de ensino deve prestar depoimento para explicar por que liberou os alunos mais cedo no dia do crime.

“Nós não podemos descartar nenhuma hipótese em nenhum momento, até porque estamos no início da investigação. A gente vai verificar a autoria e a motivação, o que levou essa moça a ter sido esfaqueada tão brutalmente, como também saber o por que, qual foi a motivação. Se foi alguma coisa pessoal ou se foi um simples assalto. A gente vai esclarecer no transcorrer da investigação”, explicou o diretor do Deptartamento de Homicídios da Capital, Jefrey Furtado.

Uma equipe da Polícia Militar começou a fazer a segurança na porta do colégio nesta sexta-feira. Como de costume, os alunos chegaram cedo para mais um dia de aula, mas o clima não era de normalidade. “Todo dia tá tendo assalto. O diretor chega, chama a polícia e não adianta nada, não vem. Aqui em cima tem uma ronda escolar, mas nunca passou aqui. Hoje eles estão ali”, revela a estudante Andressa Santos.

Crime
A direção da unidade resolveu suspender as aulas depois do crime. A estudante havia acabado de sair da escola e, depois de caminhar cerca de 200 metros da porta do colégio, foi atacada pelos criminosos. As marcas da violência continuam no chão.

A vítima foi ferida com vários golpes de faca na região do pescoço e levada para o Hospital Socorrão 1, onde amigos e parentes passaram a noite aguardando por notícias. A jovem é do interior do Estado e mora com as tias na capital. A família está aflita sem entender o motivo de tanta violência.

“Até agora eu não tô acreditando que isso tá acontecendo com minha sobrinha, que eu tava no trabalho e recebi essa notícia. Tu é doido? Tô desesperada”, disse a tia Jéssica Rodrigues. “Ela recebeu uma ligação, na hora que ela recebeu, que ela saiu, aí aconteceu isso. Ninguém sabe quem foi, eu não sei porquê. Que eu saiba, todo mundo gosta dela”, conclui a tia Maria Elenice Coelho.

Representantes da Secretaria Estadual de Educação também visitaram a unidade de ensino. O órgão ainda não explicou por que os alunos foram liberados da aula mais cedo.


BLOG. Zé Doca em Foco

Por volta das 11h00mim desta quinta-feira (15), Raimundo dos Santos Nascimento vulgo Raimundinho, foi assassinado a tiros por índios pertencentes a etnia Ka`por. Segundo informações já confirmadas, Raimundinho estaria juntamente com um grupo de amigos extraindo madeira dentro da reserva indígena no entorno da Quadra B2 (zona rural de Nova Olinda),  quando foi surpreendido por um grupo de índios que fazendo uso de arma de fogo e pedaços de madeira usaram de extrema violência para com os presentes no grupo. Ao resgatarem o corpo de Raimundinho, policiais notaram perfurações na região da cabeça provocadas por uma arma de fogo não especificada, a vitima se encontrava com vários ferimentos e escoriações por todo o corpo provocado por açoites com pedaços de madeira. Outra vitima mesmo ferida conseguiu se desvencilhar da investida dos índios e conseguiu escapar com vida vindo a ser socorrido e direcionado para o Hospital. Policiais de toda região foram deslocados para a cidade para tentar aplacar qualquer indicio de confusão que pudesse posteriormente existir. O clima na cidade é de lamento e apreensão após o registro do óbito, já que a vitima era bastante conhecida na cidade.

CONFIRA MAIS IMAGENS (CLIQUE PARA AMPLIAR):

Sobrevivente do ataque de índios

 

 

Estudante tem pescoço cortado em frente a escola em São Luís (MA) (Foto: Reprodução / TV Mirante)

 

15/10/2015 23h06 – Atualizado em 16/10/2015 07h39 WWW.JGMOREIRA.COM.BR

M.C.N., de 17 anos, teve o pescoço cortado com golpes de faca.
Crime aconteceu nesta quinta (15), no bairro do Olho-d’Água, em São Luís.

Do G1 MA

Uma estudante de 17 anos teve o pescoço cortado por três pessoas em frente à escola estadual Centro de Ensino Vinicius de Moraes, no bairro do Olho-d’Água, Região Metropolitana de São Luís(MA), segundo informações da família. A vítima, identificada como M.C.N., voltava para casa quando foi atacada no fim da tarde desta quinta-feira (15). Ela foi levada para o Hospital Djalma Marques (‘Socorrão I’), no Centro, e trasferida para o Hospital Carlos Macieira, no Calhau, durante a madrugada.

Maria Elenice, tia da vítima, contou que a direção liberou os alunos da turma da estudante mais cedo. “A diretora me falou que eles foram liberados mais cedo e que a jovem ficou sentada dentro da escola com outra menina. Depois só soube que ela havia sido esfaqueada”, disse.

Ainda segundo Elenice, ela teria recebido uma ligação, momentos antes de sair da escola. “A diretora ainda disse que ela tava com essa menina sentada e que ligaram para o celular dela e ela saiu logo depois. Meu cunhado disse que não encontrou o celular dela”, afirmou.

A assessoria da Polícia Militar disse, por nota enviada ao G1, que equipes da Unidade de Segurança Comunitária (USC) confirmaram a existencia das duas versões apresentadas pela família e que vão reforçar as rondas nas imediações para evitar novos casos.

Veja a íntegra da nota abaixo:

NOTA

A Policia Militar realiza diligencias a fim de localizar os envolvidos na ocorrencia nas proximidades da escola Vinicius de Moraes, localizada na Rua Bauru (divisa na Divineia com Olho D Agua). Equipes do Ronda Escolar e da 1 Unidade de Seguranca Comunitaria( USC) vão reforcar as acoes na area a fim de evitar o registro de novas ocorrencia

Segundo a família, a vítima foi socorrida e levada para Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) doAraçagi, mas devido à gravidade do ferimento foi levada para Hospital Municipal Djalma Marques (‘Socorrão I’), no Centro. A jovem chegou à unidade de saúde respirando com ajuda de aparelhos e foi encaminhada ao centro cirúrgico.

Vítima vendia churrasco em praia
Além da rotina estudantil, a jovem sempre trabalhou para ter o próprio dinheiro. Jéssica Rodrigues, tia da adolescente, disse que a jovem reforçava o orçamento de casa vendendo churrasquinho nas praias de São Luís.

Ela confirmou ainda que a jovem não tinha inimigos ou possuía qualquer envolvimento com drogas ou crimes. “Até agora não estou acreditando no que aconteceu. Todo mundo gostava dela, as crianças, o pessoal da praia, os amigos do bairro. Eu creio em Deus que ela vai sair dessa situação”, revelou.

Na manhã desta sexta-feira (16), os estudantes do Centro de Ensino Vinicius de Moraes foram informados que as aulas foram suspensas temporariamente.

 


15/10/2015 15h10 Atualizado 15/10 às 16:32 hs WWW.JGMREIRA.COM.BR

OTHELINO

Assecom/ Dep. Othelino Neto

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) destacou, na sessão desta quinta-feira (15), o cumprimento de uma Lei de 1980, de autoria do então vereador Hélcio Silva, que homenageou o jornalista Othelino Nova Alves, já falecido, que é avô do parlamentar, com o nome de uma avenida no bairro Recanto dos Vinhais em São Luís. Ele agradeceu à Prefeitura de São Luís, em nome do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que já mandou colocar a placa de identificação do local.

Trata-se de uma lei de 1980 que nunca foi cumprida em São Luís. Era necessário apenas informar os Correios dessa Lei Municipal e, ao mesmo tempo, afixar as placas no local que passou a se chamar “Avenida Othelino Nova Alves”, o que só foi feito após 35 anos da sanção da mesma. Na manhã desta quinta-feira (15), a Prefeitura de São Luís mandou identificá-la devidamente. O logradouro era conhecido antes como “Estrada Nova do Vinhais”.

“Não sei que forças políticas, tão vigilantes, eram essas que não deixavam que a lei fosse implementada, mas, por determinação do prefeito, ela foi cumprida após 35 anos. Agradeço, em nome de toda a minha família, não por uma vaidade pessoal, mas por ser, além do cumprimento de um positivo legal, uma forma de referenciar alguém que fez uma história marcante no jornalismo do nosso Estado”, comentou Othelino Neto.

Dia do Professor

Além de destacar o reconhecimento da Avenida “Othelino Nova Alves”, no Recanto dos Vinhais, o deputado fez também uma homenagem aos profissionais do magistério pela passagem do Dia do Professor. Enfatizou o trabalho importante que fazem pela educação de todas as gerações e puxou uma série de outros pronunciamentos em alusão à data.

“Venho à tribuna para fazer a justa e merecida homenagem a todos os professores e professoras, todos os educadores do Brasil, em especial do nosso querido Maranhão, pelo Dia do Professor. Categoria importante e fundamental nas nossas formações”, disse Othelino Neto.

Segundo o deputado, toda a parte boa da formação do cidadão e as qualidades são frutos, em grande parte, daquelas muitas horas em salas de aulas, na convivência com os professores. “Então é um dia realmente, em que nós devemos homenagear todos esses profissionais”, frisou.

 


 

Deputado estadual Fernando Furtado (Foto: Agência Assembleia)

Deputado estadual Fernando Furtado (PCdoB-MA)
(Foto: Agência Assembleia)

14/10/2015 17h35 – Atualizado em 15/10/2015 08h51 www.jgmoreora.com.br

TJ-MA decidiu, por unanimidade, pela interpelação de Fernando Furtado.
Comunista disse que magistrados cobram até R$ 200 mil por decisões.

Do G1 MA

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) divulgou nesta quarta-feira (14) decisão unânime que determina que o deputado estadual do Maranhão, Fernando Furtado (PC do B), seja interpelado judicialmente pela Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) e pela Associação dos Magistrados (AM-MA).

O parlamentar afirmou, durante audiência pública realizada em São João do Carú (MA), que os desembargadores maranhenses recebem propina para expedir decisões em favor de deputados.

Na decisão, o colegiado acolhe proposta do desembargador Joaquim Figueiredo, que determina que o deputado preste explicações sobre a denúncia em que afirma ter presenciado, em um posto de combustível de São Luís, o pagamento de propina a um genro de desembargador, com o objetivo de retornar ao cargo um prefeito cassado por corrupção.

No pronunciamento, Furtado também afirma que alguns deputados têm trânsito para negociar a volta de prefeitos ao cargo pelos valores de R$ 100 mil e R$ 200 mil, no tribunal maranhense.

De acordo com o artigo 144 do Código Penal, “referências, alusões ou frases que inferem calúnia, difamação ou injúria, quem se julga ofendido pode pedir explicações em juízo. Aquele que se recusa a dá-las ou, a critério do juiz, não as dá satisfatórias, responde pela ofensa.

‘Viadinho’ e ‘baitola’
No mesmo pronunciamento, o deputado Fernando Furtado ofendeu índígenas da tribo Awá-Guajá e homossexuais em geral chamando-os, de maneira pejorativa, de “viadinho” e “baitola”.

“Lá em Brasília, o Arnaldo viu, os índios tudo de camisetinha, tudo arrumadinho, com flechinha, tudo um bando de viadinho. Tinha uns três que eram viado, que eu tenho certeza, viado. Eu não sabia que tinha índio viado, fui saber naquele dia, em Brasília. Então é desse jeito que tá. Como é que índio consegue ser viado, ser baitola e não consegue produzir? Negativo…”, disse.

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB-MA) divulgou nota oficial condenando as declarações de Furtado. “A declaração do deputado é uma falta grave cometida contra índios, homossexuais e com o nosso partido, razão pela qual a repudiamos publicamente”, diz a nota.