FONTE FANTASTICO /Edição do dia 14/06/2015

Atualizado em 14/06/2015 23h27

Presidente que empregava parentes e família pode ter desviado R$ 100 milhões. Até passeio pela Disney foi feito com o dinheiro dos contribuintes.

A missão de um sindicato é lutar por benefícios para os trabalhadores. Certo? Mas em vários lugares do país, não é isso o que vem acontecendo. Esses sindicatos são controlados por dirigentes corruptos, e no fim, o dinheiro sai do bolso do trabalhador e vai direto para o bolso deles.

Mesmo que você não seja sindicalizado vai se indignar e muito com essa história, porque pessoas que agem como donos de sindicatos usam dinheiro do trabalhador para ganhar poder e fazer fortuna.

“O diretor falou para ele: ‘Olha, se você fizer alguma coisa contra a gente, a gente incrimina você e não precisa nem de prova, prova a gente cria, porque a gente compra todo mundo”, diz uma pessoa que preferiu não se identificar.

Rio de Janeiro. Sindicato dos Comerciários, mas pode chamar de casa dos Mata Roma. Este é o sobrenome da família que mandava por lá havia quase 50 anos. Mandava e desmandava.

“Não era funcionário, não era presidente, não era vice-presidente ou diretor. Eles eram o dono do sindicato”, conta um funcionário.

Luizant Mata Roma chegou ao sindicato como interventor, nomeado pela Ditadura Militar, em 1966. E não saiu mais. Foi presidente durante 40 anos. Só deixou o cargo quando morreu em 2006. Quem assumiu? O filho dele, Otton da Costa Mata Roma. A lista dos Mata Roma empregados no sindicato tem 15 parentes.

“A maioria dos parentes não trabalhava. Eles eram lotados todos nesse gabinete aqui. Mas você não os via no sindicato. Só os via em final do mês, época de pagamento”, revela o interventor José Carlos Nunes.

Carolinsk Mata Roma, a atual mulher do presidente, era a assessora especial da Presidência. O salário era de quase R$ 22 mil. O filho de Otton, Aran Mata Roma, também quase R$ 22 mil.

Só recebia mais que eles a irmã do presidente, Monica Mata Roma: R$ 23 mil por mês para ser a supervisora sindical. A mãe dele, dona Aderita, também recebia salário do sindicato. Para ser coordenadora de creche: R$ 10 mil por mês.

Se funcionários ganhavam tudo isso você deve estar se perguntando: e os diretores? Todos tinham salários de R$ 50 mil a R$ 60 mil. E ainda havia um cartão corporativo, desses que empresas grandes dão aos executivos mais importantes. Os extratos mostram que as faturas, sempre pagas pelo sindicato, chegavam a R$ 30 mil, R$ 35 mil em um único mês.

“Você tem ali um recurso para usar em prol do sindicato, em prol da categoria e nós verificamos através da auditoria feita que esse recurso do cartão corporativo era usado exclusivamente para atender interesses pessoais”, afirma o interventor José Carlos Nunes.

Uma auditoria contratada pela Justiça investigou a contabilidade entre os anos de 2009 e 2014 e descobriu um rombo de R$ 100 milhões. O valor reúne as diferenças encontradas nas contas do sindicato, despesas suspeitas com advogados, dívidas em impostos, juros e multas e outros gastos.

“Nós sabemos de valores superfaturados de contratação. Isso está tudo documentado.
Na verdade o presidente do sindicato junto com sua família, porque aquilo era uma reunião de familiares, usavam aquilo para fins próprios”, afirma o juiz Marcelo Antonio de Moura.

Nessas quase cinco décadas não faltou dinheiro para uma vida luxuosa. Na lista de bens, tem mansão em condomínio de luxo avaliada em mais de R$ 2 milhões, apartamentos, casas de campo, terrenos, carros importados, lancha e também viagens internacionais.

O sindicato pagou o combustível de voos feitos pelo presidente em aviões particulares e até um passeio pela Disney. Uma das notas na viagem para ver o Mickey é de R$ 11 mil.

Por falar em viagens, em junho de 2013, Otton Mata Roma viajou para a Suíça. Ele foi nomeado pela presidente Dilma Rousseff para ser o representante do Brasil em uma conferência mundial sobre trabalho.

O Sindicato dos Comerciários do Rio se tornou uma empresa familiar tão próspera que a direção decidiu investir em outros negócios, que foram muito além dos muros do sindicato. Otton Mata Roma é sócio de duas empresas de táxi aéreo. Tem dois aviões e um helicóptero.

“O Otton fechou uma sub sede do sindicato em Copacabana que atendia os comerciários e ali ele transformou na sede das duas empresas dele”, revela o interventor José Carlos Nunes.

A Justiça do Trabalho diz que os comerciários, que deveriam ser defendidos pelo sindicato, nunca tiveram nada além do que é garantido pela constituição. O piso da categoria não chega a R$ 1 mil. E o que deveria ser um benefício…

O lugar, mostrado no vídeo acima, é de dar inveja a muitos associados de sindicatos por aí. Na tranquilidade do campo, uma bela infraestrutura em um espaço enorme. Mas apesar de todo o dinheiro investido ali ser dos trabalhadores, não eram eles quem mais aproveitavam. A família que comandava o Sindicato dos Comerciários fazia questão de deixar avisos por todos os lados de que era a verdadeira dona de tudo.

A fazenda em Paty do Alferes, município perto do Rio, deveria ser a colônia de férias dos comerciários. Até ganhou esse nome, mas…

“A colônia de férias sempre foi tida pela comunidade como uma propriedade particular da família Mata Roma. Agiam como donos”, diz um homem que preferiu não se identificar.

A farra só chegou ao fim em outubro do ano passado. A Justiça ocupou o sindicato. Era uma intervenção. A pedido do juiz, o presidente e os três principais diretores foram afastados e tiveram bens bloqueados. Todos os parentes foram dispensados. Otton Mata Roma não quis gravar entrevista. O advogado dele questiona a investigação.

“Eu não encontrei nenhuma situação onde eles apontassem diretamente ‘olha, houve o desvio, está aqui a prova’. O que acontece são ‘potencial situação de malversação’”, diz o advogado André Ferreira.

“Contra documento eu não tenho outro argumento. Eu já tenho documentação que comprova contratação de empresas que não prestaram serviços e por valores altíssimos. Eu já tenho contratação de parentes. Então nós temos uma série de irregularidades totalmente incompatíveis”, afirma o juiz Marcelo Antonio de Moura.

O problema no Rio é um problema em todo o país. Hoje o Brasil tem quase 11 mil sindicatos de trabalhadores. A Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical, do Ministério Público do Trabalho, tem quase 4 mil investigações abertas.

Em Recife, uma audiência para definir a eleição do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes acabou com tiros disparados em frente à Procuradoria. No Mato Grosso do Sul, um grupo liderado por entidades sindicais tentou invadir a sede do Ministério Público do Trabalho, na cidade de Três Lagoas. E em São Paulo, a disputa por poder e dinheiro foi levada às últimas consequências.

Um homem, mostrado na matéria acima, anunciou a própria morte e foi executado dias depois. Ele era do Sindicato dos Rodoviários de São Paulo. Um dos sindicatos mais importantes do país também tem uma das histórias mais sangrentas. São 16 dirigentes assassinados nos últimos 22 anos.

Na última eleição, ano passado, o Ministério Público do Trabalho montou uma das maiores operações já vistas para a escolha de um dirigente sindical. Vinte procuradores e 400 policiais foram convocados para garantir a segurança.

O novo presidente diz que os tempos de violência ficaram para trás. “Eu acredito que vamos terminar o término do nosso mandato sem nenhum episódio desse”, diz José Valdevan Santos, presidente do Sindmotoristas.

Em Santa Catarina, na cidade de Criciúma, trabalhadores tiraram à força o grupo que comandava o sindicato dos mineiros havia quase 30 anos. A história vem do fim da década de 1980. Quando uma das mineradoras da região faliu, o Sindicato de Mineiros de Criciúma assumiu a empresa e criou uma cooperativa: a Cooperminas. O mesmo grupo de sindicalistas ficou no comando da empresa e do sindicato.

Até que em 2013, funcionários suspeitaram de fraudes na venda do carvão e numa assembleia expulsaram os diretores da cooperativa. Era o fim de quase três décadas de poder. Mas a mudança não foi pacífica. O novo presidente da cooperativa sofreu um atentado e o vice foi assassinado com nove tiros na porta de casa. Uma auditoria revelou a existência de R$ 300 milhões em dívidas.

“A gente comprovou que os balanços eram fraudados, o próprio contador na época em uma assembleia geral falou e admitiu que ele era forçado a maquiar o balanço”, conta Juliano Medeiros, presidente da Cooperminas.

A notícia dos desvios na cooperativa fez com que mineiros também denunciassem fraudes no Sindicato de Mineiros de Criciúma. Em julho do ano passado, o Ministério Público do Trabalho passou a investigar o aumento ilegal do patrimônio dos diretores.

A suspeita é que os desvios podem chegar a mais de R$ 40 milhões.

O grupo de mineiros que assumiu o sindicato depois da saída da antiga diretoria espera uma decisão da Justiça do Trabalho sobre uma nova eleição.

No Sindicato dos Comerciários do Rio, aquele dominado pela família Mata Roma por 50 anos, a eleição está marcada para esta quarta-feira (17). Mas não deve ser das mais tranquilas. Nesta semana, centrais sindicais já protestaram contra as decisões da Justiça do Trabalho.

“A gente espera que tenha uma eleição, não vou dizer, sem percalço, não vai ser uma tarefa fácil, a gente sabe que o movimento sindical no Brasil inteiro estará no Rio de Janeiro no mês de junho. Então, a gente acredita que o Ministério Público continue atuando como vem atuando para que no Brasil inteiro essas relações promíscuas entre diretoria e entidades sindical, elas sejam extirpadas do movimento sindical brasileiro”, diz o juiz Marcelo Antonio de Moura.


FACA II

Polícia caça suspeito de matar mulher grávida na Viveira, povoado de Pinheiro.

O caso Nevinha da Viveira-Que foi morta com facadas além de um corte na garganta / perícia.

A policia de Pinheiro já tem o nome do principal suspeito do crime- Trata-se do individuo conhecido pela alcunha de “DORME SUJO” usuário de drogas morador da mesma localidade (Viveira)

Nevinha que estava grávida de 07 meses, dormia na sua residencia, acompanhada do seu filho de 04 anos- Enqunto isso o seu marido trabalhava na casa de forno (seu ganha pão) produção de farinha.

O melinte “DORME SUJO” que sabia da ocupção do marido da vitima naquele momento . Apoveitou  ausência do mesmo e se deslocou até a residência onde se encontrava Nevinha. Ali encontrando a vitima  dormindo, tentou estupra-la. Certamente não conseguindo o seu intento e com medo da mesma relatar o fato ao seu marido, consumou o ato cruel do assassinato.  A policia trabalha com a hipótese que o crminoso esteja escondido no mato da região de Viveira

Esperamos que justiça seja feita / Afinal o infeliz drogado, cometeu duplo assassinato. Pior: Uma criança que iria nascer daqui a dois meses.

 


IGREJA CATOLICA

Vitima de infarto. Morre  o padre Geraldo, a voz das procissões como era conhecido em Pinheiro, o qual dedicou parte da sua vida  no trabalho da formação espiritual dos católicos Pinherenses

O padre Geraldo Lima Silva (Padre Geraldo)era irmão do também já falecido padre Almir Lima Silva, de acordo com informações repassadas pela diocese de Pinheiro, o padre que morava na casa do Bispo, na Av. Getúlio Vargas no centro da cidade ao lado da igreja da Imáculada Conceição.

O mesmo sofreu complicações e foi levado as pressas para o hospital Antenor Abreu, mas não resistindo veio a óbito

Atualmente o padre Geraldo estava respondendo pela diocese da Igreja de São José. No Bairro São José desta Cidade.

É com profundo pesar que comunicamos o  falecimento dessa   personalidade católica que muito  fez pela Igreja Católica Pinheirense.

 

 

 

 

 

 


ON .

Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (12), a Polícia Civil, através do Departamento de Combate a Assaltos a Instituições Financeiras (DECRIF) apresentou nas dependências da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), Higgo Pereira da Silva, de 45 anos, suspeito de chefiar uma quadrilha especializada em assaltos a instituições financeiras.

Higgo Pereira foi preso em uma operação realizada na noite de quinta-feira (11), na zona rural do município de Santo Antônio dos Lopes, há 62 km de distância de Presidente Dutra. Na oportunidade, foi encontrado em poder dele, uma carabina calibre 30; uma espingarda calibre 12, uma pistola ponto 40, uma pistola calibre 380; um revolver 38; quarenta e quatro munições,37 munições de calibre 30;vinte munições 38, vinte e oito munições 380; 18 bananas de dinamite, um maçarico marca Honest, dois coletes balísticos com a inscrição da Empresa Cefor; uma coronha; três cordéis detonantes e dois celulares da marca LG.

Na ocasião, o delegado Tiago Bardal, titular do Decrif informou que Higgo Pereira tem contra si três mandados de prisões sendo um em decorrência de participação do assalto a Empresa Radar em 2013, quando a quadrilha chefiada por ele subtraiu bananas de dinamites usadas em explosões de agências bancárias.

Ainda de acordo com Tiago Bardal, o suspeito teria participado do assalto a agência do Banco do Brasil das cidades de Esperantinópolis ocorrido no último dia 10, e à agência do município de Santo Antônio dos Lopes ação realizada em 1º de abril deste ano.

O delegado relatou ainda, que em oitiva o chefe da quadrilha confessou os delitos praticados nos últimos assaltos. “A Policia Civil já identificou os outros seis integrantes da quadrilha. Em breve eles serão presos”, finalizou.

Ascom SSP


ON .

 

Dando continuidade às operações de combate ao crime, a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), realizou na sexta-feira (12), a prisão de um grupo com suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas em São Luís. Com eles foram apreendidos 25 kg de crack, uma pistola 9 mm, 106 munições de calibre 9 mm e 02 munições calibre 40. Todos foram encaminhados para a Seic para serem ouvidos pelos delegados que coordenaram a operação.

 

De acordo com os delegados que compõem o Departamento de Narcóticos (Denarc), o Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), o Departamento de Defesa dos Serviços de Delegados (DDSD), que são oriundos da SEIC e participaram da operação, a suspeita Thalyta Regina Vieira Moraes foi flagrada no bairro do Vinhais em um veículo Fiat Idea, quando transportava os entorpecentes que seriam entregues para outros suspeito identificados como Israel Leite Santos, conhecido como “Fufuca” e Tiago Silva Monteiro. Eles foram preso e encaminhados para a Seic.

Suspeitos envolvidos com entorpecentes

 

Depois das investigações, foram detidas ainda mais duas pessoas na casa de Fufuca, localizada na Rua da Palma, centro de São Luís. Eles foram identificados como Alana Silva Feitosa, a esposa de Fufuca e ainda Américo Fonseca. De acordo com a polícia, eles foram entregues pelos próprios comparsas, pois estavam aguardando a droga. Os policiais também foram para outra residência, no Jardim Eldorado, no bairro do Turu. Na abordagem foi encontrado um homem identificado preliminarmente como Fagner Gomes Serra. Na casa foi encontrada uma pistola 9 mm, 106 munições de calibre 9 mm e duas munições de calibre 0.40.

 

De acordo com as informações dos delegados, todos serão ainda minuciosamente investigados, para que se identifique a origem da droga. Caso seja confirmado o envolvimento de todos, serão autuados por associação ao tráfico. As investigações continuarão no sentido de descobrir de quem era a arma encontrada na residência, o Fiat Idea que estava com a Talyta e ainda outro veículo Fusion, de cor preta e que estava na residência, no Eldorado.

 

Mais prisões na Cidade Olímpica

 

Na área da Cidade Olímpica foi apreendido um adolescente infrator de 17 anos. Ele foi flagrado no final da tarde de sexta-feira (12), com uma arma calibre 12 com 05 munições. Ele estava nas proximidades da feira da Cidade Olímpica quando foi surpreendido pelos policiais.

 

Após a sua identificação do adolescente foi constatado que sua mãe, Valdina Malhão Salazar, 36 anos, estava com um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas, o que fora cumprido de imediato.

 

ASCOM SSP


12/06/2015 20h22 – Atualizado em 13/06/2015 21h27

INSTRUMENTOS

Flagrante foi realizado nesta sexta-feira na região da Baixada Maranhense.
Suspeito usava o registro falso de médico com mesmo nome.

Do G1 MA

Um homem foi preso nesta sexta-feira (12), na cidade de Anajatuba, na Baixada maranhense, suspeito de exercer ilegalmente a profissão de médico. Segundo a Polícia Civil, Valdecir Carvalho Lima utilizava o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) de um médico homônimo e trabalhava normalmente no hospital do município.

De acordo com as investigações, uma denúncia anônima levou a polícia ao paradeiro de Valdecir. O falso médico utilizava o CRM de um médico de mesmo nome, o que foi constatado após verificação junto ao Conselho Regional de Medicina.

No momento da prisão, Valdecir cumpria o seu segundo plantão no hospital do município. Valdecir foi autuado por exercício ilegal da medicina e falsificação de documento público, neste caso, o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM). Os dois crimes são  inafiançáveis e, por isso, ele está preso na delegacia de Anajatuba.


A Promotoria de Justiça de Vitória do Mearim instaurou, nesta quarta-feira, 10, inquérito civil para apurar a responsabilidade civil-administrativa pela contratação temporária e cessão do servidor municipal Luís Carlos Machado de Almeida, para atuar, ilegalmente, como policial militar.

irialdo-arari-AgA

O servidor municipal está preso, sob a acusação de ter executado o mecânico Irialdo Batalha, no dia 28 de maio, durante ação policial em que acompanhava dois policiais militares. O crime, que foi cometido na via pública em Vitória do Mearim e na presença de muitos populares, teria ocorrido após perseguição policial, decorrente, segundo a versão dos policiais, de um suposto assalto da qual a vítima participara.

Segundo o promotor de justiça José Emanuel da Silva e Sousa, que responde pela Promotoria de Vitória do Mearim, o servidor já responde a outro processo criminal pela prática de homicídio em condições semelhantes. “Chegaram ao nosso conhecimento informações de que não se tratou de um fato isolado, mas de situação costumeira, na qual Luís Carlos Machado de Almeida exercia funções de policial militar”, relatou.

Para o membro do Ministério Público, no caso, há indícios da prática de improbidade administrativa. Ele informou à Corregedoria Geral do MPMA que irá elaborar um relatório descrevendo as providências para apurar as responsabilidades dos autores do homicídio contra Irialdo Batalha.

RECOMENDAÇÃO

Diante da constatação de outras ocorrências em que servidores municipais cedidos a repartições policiais do interior do estado estão exercendo atividades privativas das polícias civil e militar, a Corregedoria Geral do Ministério Público expediu Recomendação aos promotores de justiça para que tomem providências, a fim de eliminar ou evitar tais ilegalidades.

Na Recomendação, o corregedor-geral do MPMA, Suvamy Vivekananda Meireles, orienta para que sejam responsabilizados, criminal e civilmente, “inclusive por ato de improbidade administrativa, todos os agentes públicos que determinarem ou consentirem essa prática ilegal, notadamente nos casos em que do exercício ilegal da atividade tenha resultado a prática de crimes”.

Fonte Jornal Pequeno- Atualizado em 14/06/2015-www.jgoreira.com.br


FACA IIConhecida como Nevinha (27 anos) foi encntrada morta na sua residencia no Povoado Viveira, aproximadamente 28 km distante da sede do municipio de Pinheiro.

Segundo populares a mesma estava gravida de 07 meses/morta com a facadas/Indcios  levam a crer, que trata-se de crime passional.

Seu corpo foi trazido para  Hospital Antenor Abreu-Sede/Pinheiro onde está sendo  periciado.

Aguardem mais detalhes ainda hoje neste Blog


YALA SENA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM TERESINA

Uma das adolescentes vítimas de estupro coletivo no Piauí foi obrigada a amarrar com cordas as três amigas que a acompanhavam para serem violentadas por cinco agressores no município de Castelo do Piauí (a 190 km de Teresina).

O terror vivido pelas garotas de 15 a 17 anos de idade foi relatado pelo promotor de Justiça Cesário Cavalcante, que acompanha o caso. No último 27 de maio, as quatro meninas foram estupradas, amarradas, apedrejadas e jogadas de um penhasco de cerca de dez metros de altura. Elas estavam no local fazendo fotos para um trabalho escolar.

“Elas contam que, ao serem abordadas por um dos menores, ele já foi dizendo: ‘Meu patrão gosta muito de loirinha’. Ele colocou a faca no pescoço dela, as outras queriam correr e eles já atiraram pedras nelas… Um deles mandou que a própria adolescente amarrasse as demais junto com eles, uma coisa terrível”, disse o promotor antes da audiência de apresentação dos adolescentes à Justiça, nesta quinta-feira (11), em Teresina.

Thiago Amaral/Cidade Verde
Cortejo fúnebre da estudante Danielly Feitosa, 17, que foi morta em Castelo do Piauí
Cortejo fúnebre da estudante Danielly Feitosa, 17, que foi morta em Castelo do Piauí

Segundo o relato dos agressores, as meninas foram amarradas com cordas de redes e barbantes.

Uma das garotas teve traumatismo craniano, outra ficou com afundamento na face e fraturas no pulso e tornozelo. Danielly Rodrigues Feitosa, de 17 anos,morreu no último domingo (7) após ficar dez dias na UTI e passar por uma cirurgia de reconstrução da face.

Duas jovens tiveram alta hospitalar, mas a outra continua internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

AUDIÊNCIA

Ao longo de oito horas, os quatro adolescentes suspeitos do crime que chocou o país prestaram depoimento à Justiça. O promotor chegou a pedir acareação para confrontar pontos contraditórios nos depoimentos, mas, após ouvir o último jovem, voltou atrás.

Eles foram ouvidos na presença do juiz, do promotor e de dois defensores públicos –encarregados da defesa dos menores. Os pais e responsáveis dos suspeitos também foram ouvidos na audiência.

Um homem de 40 anos, Adão José de Sousa, suspeito de liderar o grupo, será chamado a depor em outro dia, em um processo à parte.

O promotor disse à Folha que vai oferecer denúncia contra Sousa por estupro, homicídio, tentativa de homicídio e qualificador de feminicídio.

O clima tenso e de comoção em Castelo do Piauí levou o juiz Leonardo Brasileiro a transferir a audiência para a capital do Estado, Teresina. Nos próximos dias, a Justiça receberá a defesa dos adolescentes e ouvirá as vítimas e testemunhas.

FUZILAMENTO

Uma declaração do vereador Edson Melo (PSDB) causou polêmica na Câmara Municipal de Teresina. O parlamentar defendeu o fuzilamento dos suspeitos –quatro deles são menores de idade– em praça pública.

“Eu posso estar falando uma blasfêmia, mas na minha opinião esses quatro menores e aquele Adão deveriam ser fuzilados em praça pública lá em Castelo do Piauí, inclusive sendo televisionado para todo o mundo”, disse.

COMPARTILHE

CLÁUDIA COLLUCCI
ENVIADA ESPECIAL A CASTELO DO PIAUÍ

Atualizado sem corte -13/06/2015 www.jgmoreira.com.br

Duas semanas e meia após quatro meninas entre 15 e 17 anos serem vítimas de um estupro coletivo em Castelo do Piauí, a 184 km de Teresina, a solução do crime depende da confirmação de provas materiais, embora policiais e moradores já tenham anunciado culpados e se refiram a eles como “os monstros do Piauí”.

Quatro jovens, também entre 15 e 17 anos, foram apreendidos, e um homem de 40 anos foi preso horas depois do crime, em 27 de maio. Ameaçados de linchamento, foram transferidos para Teresina.

Além do estupro coletivo, as meninas foram espancadas e jogadas de um precipício de oito metros. Por fim, receberam pedradas. Uma delas, Danyelle Feitosa, 16, morreu no último domingo (7).

Os acusados têm passagens por uso de drogas, furtos e roubos e, segundo a polícia, confessaram. Mas as famílias de três dos quatro menores dizem que eles são inocentes —dois afirmam que a confissão ocorreu após espancamento, negado pelas autoridades.

Os pais de um deles diz ter testemunhas de que seu filho trabalhava na hora do crime.

O primeiro menor detido confessou e apontou a participação do resto do grupo. No hospital, as vítimas também reconheceram, por fotos, os acusados, diz a polícia.

Mas a principal prova material ainda não ficou pronta —um exame de DNA do sêmen dos suspeitos. E só na última quinta (11) a polícia fez uma busca na casa de um dos adolescentes suspeitos, I.V.I., 15, à procura de roupas usadas no dia do crime e objetos pessoais das vítimas.

O delegado Laercio Evangelista diz que “não resta a menor dúvida” do envolvimento dos cinco. O promotor Cesario Oliveira afirma que “todos abusaram de todas”.

OUTRO LADO

As famílias de pelo menos três dos quatro adolescentes apreendidos sob suspeita de estupro coletivo afirmam que eles são inocentes. Duas dizem que a confissão inicial se deu mediante espancamento, negado pela polícia.

O desempregado Adão José de Souza, 40, é apontado pela polícia como mandante. Ele era procurado acusado de assaltar a gerente de um posto de gasolina e de atirar contra ela. Em depoimento, assumiu a autoria do assalto, mas negou a do estupro.

A mãe de B.F.O., 15, diz acreditar na inocência do filho. “Ele pode já ter feito muita coisa errada, mas isso [estupro], não. Ele nega.”

O pai de J.S.R. 16, afirma haver testemunhas que viram seu filho trabalhando. “É por acreditar na inocência dele que estou indo atrás. Quero que ouçam as testemunhas. Se no final as provas mostrarem que ele é culpado, tudo bem, ele vai pagar por isso”, diz ele, que afirma ter havido espancamento do filho.

A mãe de G.V.S., 17, diz que seu filho começou a se envolver com drogas aos 13 anos, mas que alega inocência nesse caso e diz ter confessado porque foi espancado.

O pai de I.V.I., 15, diz que não falou com seu filho após a apreensão e, por isso, não sabe qual é a versão dele.

O caso está sob segredo de Justiça. A defensora pública que acompanha os suspeitos disse que, por isso, não poderia se pronunciar, nem mesmo para apontar detalhes das alegações dos jovens.


%d blogueiros gostam disto: