Deputado Zé Inácio convocou a militância para o Encontro de Tática Eleitoral do PT

Deputado do PT descartou alianças com PSDB, PPS, DEM e Solidariedade, sobretudo, em São Luís. Isso quer dizer, de imediato, um NÃO a uma coligação com a pré-candidata  do PPS, deputada federal Eliziane Gama.

Deputado Zé Inácio convocou a militância para o Encontro de Tática Eleitoral do PT

Neste domingo (10),  220 delegados estarão responsáveis por definir a tática eleitoral do PT para as eleições de 2016, o que significa decidir sobre os posicionamentos que o partido tomará no Maranhão, no pleito deste ano, incluindo apoios, pré-candidaturas e tendências políticas. Desse encontro, deverá sair a decisão sobre São Luís. Nas primeiras discussões, a sigla apontou por candidatura própria e cotou os nomes do deputado estadual Zé Inácio Rodrigues e do advogado Mário Macieira para a disputa.
Segundo disse Zé Inácio na Assembleia Legislativa,  as alianças terão restrição expressa, sobretudo na capital maranhense, aos partidos que votaram contra a presidente Dilma Rousseff, ou seja pelo impeachment da petista. No caso, PSDB, PPS, DEM e Solidariedade.
O deputado deixou claro que esses partidos estão fora do arco de aliança do PT, de acordo com a resolução nacional da sigla, o que significa, de imediato, que não há chances de coligação com o grupo da pré-candidata do PPS, deputada federal Eliziane Gama, na disputa pelo comando da Prefeitura da capital.
Na sessão da última quinta-feira (07), Zé Inácio utilizou a tribuna para convocar a imprensa e militantes do PT a participarem do Encontro de Tática Eleitoral do Partido dos Trabalhadores, que ocorrerá neste domingo (10), a partir das 9 horas, no auditório Fernando Falcão, da Assembleia Legislativa.
“Em nome do nosso presidente municipal do Partido dos Trabalhadores, Fernando Magalhães, convido nossos militantes e a imprensa para que se façam presente no Encontro de Tática Eleitoral, evento de grande importância para o PT”, afirmou ao explicar que o encontro versará entre a candidatura própria e a coligação, bem como pela aliança com outros partidos do campo democrático e popular.
Candidatura em São Luís
Segundo Zé Inácio, no encontro será discutido se haverá candidatura própria ou aliança em São Luís. Caso ocorra a candidatura própria, será aberta a inscrição para qualquer filiado se inscrever e concorrer, internamente, a prefeito de São Luís.
Atualmente há dois pré-candidatos a prefeito: Zé Inácio e o advogado Mário Macieira. O primeiro possui como aliados várias lideranças do PT e forças políticas internas. Já Macieira, tem a preferência de boa parte dos advogados que militam no partido.
No dia 31 de julho será definido quem será o candidato a prefeito, bem como os candidatos a vereadores. A meta do partido é dobrar a quantidade de vereadores.
Zé Inácio também destacou as pesquisas qualitativas e  disse que a imagem do PT tem melhorado em nível local e nacional. Segundo ele, os dados mostram, inclusive, o ex-presidente Lula como um dos cabos eleitorais mais importantes em São Luís. “Isso nos motiva a caminhar para uma candidatura própria, pois a população ludovicense tem uma visão clara do golpe que ocorreu, com o qual estamos perdendo direitos sociais conquistados com muita luta pela classe trabalhadora”, disse.
Fonte/ Blog da Silvia Tereza

Primeira página da carta de renúncia de Eduardo Cunha (Foto: Reprodução)

 

Segunda página da carta de renúncia de Eduardo Cunha (Foto: Reprodução)

07/07/2016 13h27 – Atualizado em 07/07/2016 14h18

Deputado estava afastado do cargo pelo Supremo desde 5 de maio.
Waldir Maranhão deverá convocar novas eleições em até cinco sessões.

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) renunciou nesta quinta-feira (7) à presidência da Câmara. Ele estava afastado do cargo desde 5 de maio por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que também suspendeu o seu mandato parlamentar por tempo indeterminado.

Sob gritos de “fora Cunha” (veja no vídeo abaixo) ao chegar ao Salão Verde da Câmara, ele fez o anúncio da decisão em um pronunciamento, no qual ficou com a voz embargada e os olhos marejados ao se referir à família, que, segundo disse, foi alvo de perseguição.

Antes do pronunciamento, Cunha foi à Secretaria Geral da Mesa para entregar a carta de renúncia (leia ao final desta reportagem). Para fazer o pronunciamento, fez uma comunicação prévia ao STF que iria à Câmara, já que o ministro Teori Zavascki impôs a ele essa condição.

Ao se pronunciar, Eduardo Cunha fez a leitura da carta entregue à Câmara, dirigida ao presidente interino da Casa, o vice-presidente Waldir Maranhão (PP-MA).

“Estou pagando um alto preçço por ter dado início ao impeachment. Não tenho dúvidas, inclusive, de que a principal causa do meu afastamento reside na condução desse processo de impeachment da presidente afastada. Tanto é que meu pedido de afastamento foi protocolado pelo PGR [procurador-geral da República] em 16 de dezembro, logo após a minha decisão de abertura do processo”, justififcou, em referência ao processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, que se iniciou na Câmara sob a gestão dele.

Cunha afiirmou que decidiu atender aos apelos “generalizados” dos apoiadores e renunciar porque a Câmara, segundo disse, está sem direção.

“É público e notório que a Casa está acéfala, fruto de uma interinidade bizarra, que não condiz com o que o país espera de um novo tempo após o afastamento da presidente da República. Somente a minha renúncia poderá pôr fim a essa insatabilidade sem prazo. A Câmara não suportará esperar indefinidamente”, declarou.

Cunha se emocionou ao, durante a leitura da carta,  mencionar a família. Ele chegou a ficar com a voz embargada e os olhos marejados. Segundo o deputado, seus inimigos atacaram a mulher e a filha para tentar-atingi-lo. Cláudia Cruz, a mulher de Cunha, é ré na operação Lava Jato.

“Quero agradecer especialmente a minha família, de quem meus algozes não tiveram o mínimo respeito, atacando de forma covarde, especialmente a minha mulher e a minha filha mais velha. Usam a minha família de forma cruel e desumana visando me atingir”, disse o deputado.

Réu
Investigado na Operação Lava Jato, Eduardo Cunha é réu em duas ações no STF e alvo de uma terceira denúncia ainda a ser analisada. Ele também responde a um processo disciplinar no Conselho de Ética da Câmara, que aprovou um parecer pela cassação do mandato.

 

O peemedebista comunicou a sua decisão em uma carta dirigida ao presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que é o primeiro-vice-presidente e ocupa interinamente a presidência.

A carta terá de ser lida em plenário e publicada no “Diário Oficial da Câmara”. A partir daí, novas eleições terão de ser convocadas em um prazo de até cinco sessões do plenário, considerando tanto as de votação quanto as de debate, desde que cada uma tenha, no mínimo, 51 deputados presentes.

A renúncia foi anunciada após reiteradas negativas do próprio Cunha de que abriria mão do cargo, mesmo diante da perda de apoio gradual entre seus aliados.

Diversos líderes e aliados já tinham defendido publicamente a renúncia, não só pelo desgaste à imagem da Câmara, mas, principalmente, para tirar Maranhão da presidência interina.

A eleição no plenário, que ainda será marcada por Maranhão, é secreta e ocorrerá pelo sistema eletrônico, onde os parlamentares registram o seu voto. Qualquer deputado pode disputar a vaga. Para se um deputado se eleger presidente, é preciso obter maioria absoluta dos votos dentre os que tiverem votado.

Investigado
Eduardo Cunha é réu em duas ações no Supremo Tribunal Federal relacionadas ao esquema de corrupção que atuava na Petrobras e alvo de uma terceira denúncia feita pela Procuradoria Geral da República e que ainda será analisada pelos ministros do tribunal.

Em uma das ações, aberta em março, ele é acusado de ter recebido US$ 5 milhões em propina referente a um contrato de um contrato do estaleiro Samsung Heavy Industries com a Petrobras.

Na segunda ação, aceita em junho pelo Supremo, ele responde pelo suposto recebimento e movimentação de propina em contas secretas na Suíça.

 

A propina teria origem na compra, pela Petrobras, de um campo de petróleo em Benin, na África. O negócio teria rendido R$ 5,2 milhões para Eduardo Cunha.

A terceira denúncia diz respeito ao suposto envolvimento de Eduardo Cunha em desvios nas obras do Porto Maravilha no Rio de Janeiro. A acusação se baseia nas delações premiadas dos empresários Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia.

A defesa contesta todas as acusações e sustenta que “não há indícios minimamente sólidos” das imputações ao deputado afastado.

Na Câmara, Cunha responde a um processo disciplinar no Conselho de Ética, que aprovou parecer favorável à cassação do seu mandato, sob a acusação de que teria mentido sobre a existência de contas secretas na Suíça

Cunha nega e diz ser apenas o beneficiário de fundos geridos por trustes (empresas jurídicas para gerir bens). Com a renúncia, o processo, que está na fase de recurso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), segue normalmente.

Fonte/ Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília


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06 Julho 2016 | 14h 12 – Atualizado: 07 Julho 2016 | 10h 35 www.jgmoreira.com.br

Dos 16 pontos de possível nulidade do processo de cassação no Conselho de Ética, Fonseca reconheceu apenas um; aliados do peemeebista pediram vista

BRASÍLIA – Em parecer apresentado à Comissão de Constituição e Justiçca da Câmara nesta quarta-feira, 6, o relator Ronaldo Fonseca (PROS-DF) considerou parcialmente o recurso do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no processo que trata de sua cassação. Dos 16 pontos de possível nulidade do processo de cassação no Conselho de Ética, Fonseca reconheceu apenas um: a votação do pedido de perda de mandato com chamada nominal. O relator sugeriu que seja realizada nova votação.

“Sei o quanto serei cobrado pela minha posição, não tenho receio, minhas convicções vou defender sempre, em defesa da minha dignidade e da minha família”, declarou Fonseca antes de anunciar formalmente o seu voto.

CUNHA

“Na parte conhecida, dou-lhe parcial provimento, apenas para anular a votação do Parecer do Relator, Deputado Marcos Rogério, referente à Representação nº 01/2015, realizada no dia 14/06/2016, devendo outra ser realizada em estrito cumprimento às normas regimentais”, finaliza o relator em seu voto. Fonseca alega que a votação prejudicou o representado por ter provocado o “efeito manada” de votos favoráveis à cassação.

O relator ressaltou que “não se trata de julgar se Cunha é culpado ou não”, se possui contas no exterior ou se recebeu dinheiro de maneira indevida, e, sim, analisar especificamente o recurso. Em sua fala inicial, Fonseca defendeu ainda que não seja feito o recesso parlamentar informal, o chamado “recesso branco”, que adiaria a votação do parecer para agosto. Segundo ele, a atual conjuntura política não permitirá uma pausa nos trabalhos e é preciso ter tempo para discutir o seu relatório. O recesso deve ocorrer na segunda quinzena de julho.

Pedido de vista. Como previsto, deputados aliados do presidente afastado da Câmara pediram vista conjunta de dois dias úteis do parecer de Fonseca. A fase de discussão e a votação do parecer acontecerão na próxima semana.

O deputado Rubens Pereira Júnior (PC do B-MA) pediu que fosse convocada uma sessão na segunda-feira, 11, para garantir que o pedido de cassação seja votado em plenário antes do início do recesso. Outros adversários de Cunha fizeram coro ao deputado, mas o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR), ainda não informou se vai antecipar a sessão marcada previamente para terça-feira, 12.

Mais cedo, Cunha informou que não compareceria à reunião desta quarta-feira, mas que pretende participar das próximas sessões. O seu advogado de defesa, Marcelo Nobre, representa o deputado afastado hoje. “Decidi não comparecer por enquanto, já que será feita a leitura e terá pedido de vista regimental de duas sessões”, escreveu. “Comparecerei com certeza na sessão de discussão e votação para o exercício da minha defesa. De qualquer forma, estarei pronto para comparecer a qualquer momento, caso se altere essa previsão.”

Fonte/JULIA LINDNER E DAIENE CARDOSO – O ESTADO DE S.PAULO


Bandido morreu com tiro na cabeça ao anunciar assalto. O outro foi alvejado com um tiro na barriga.

Bandido morreu com tiro na cabeça ao anunciar assalto. O outro foi alvejado com um tiro na barriga.

Fonte/ Jornal Pequeno

Policiais civis e militares continuam na TIM do Marcus Center, no Renascença, onde, agora há pouco, três homens armados tentaram praticar um assalto e foram contidos pelos seguranças da loja. Houve troca de tiros e um dos bandidos morreu dentro da loja, atingido com um tiro na cabeça.

Dois dos bandidos chegaram por volta das 11h, em um Corsa Classic, e logo que anunciaram o assalto houve reação dos seguranças. Um deles atirou e atingiu na cabeça um dos assaltantes, que morreu instantaneamente. Houve troca de tiros e um outro assaltante também foi baleado, o mesmo acontecendo com um segurança.

Acionada, a Semu chegou ao local e tratou da remoção do assaltante ferido para um hospital da cidade.

Dirigentes da loja informaram à reportagem do JP online que o assalto não chegou a se concretizar devido à imediata ação dos seguranças. “Nenhum cellular foi furtado”, disseram.

Uma outra informação colhida no local dá conta de que o terceiro assaltante fugiu correndo em direção ao retorno do Calhau.

ef0a462a-a195-4bac-ad4b-bc2b0b346a6fSegurança baleado atendido pela Samu

Operação pegou o prefeito de Paulo Ramos

Operação pegou o prefeito de Paulo Ramos

O prefeito de Paulo Ramos (MA), Tanclêdo Lima Araújo, e mais sete pessoas foram presas por suspeitas de desvio de verbas públicas, na operação da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), na manhã desta terça-feira (05).  Expedidos pelo desembargador Raimundo Melo, os mandados de prisão preventiva foram cumpridos na capital maranhense e no interior do Estado.
Foram presos na operação Tanclêdo Lima Araújo, prefeito de Paulo Ramos, por suspeitas de desvio de verbas públicas; Joaquim Lima Araújo, secretário de Administração do município e irmão do prefeito; José Alencar Miranda Carvalho, pai do agiota Gláucio Alencar, que já esteve preso após investigação da morte do jornalista Décio Sá – que revelou um grande esquema de agiotagem em prefeituras maranhenses; Moussa Esber Mansour, sócio-proprietário da empresa J.S. e Silva, de fachada e que atuava no esquema fraudulento; George Esber Mansour, irmão de Moussa e sócio-proprietário da mesma empresa; Geovana Carla Mansour, esposa de Moussa; Luiz Antônio Meireles Gomes, funcionário do empresário Eduardo José Barros Costa, o ‘Eduardo DP’, filho ex-prefeita de Dom Pedro (MA) e também suspeito por participação no esquema, proprietário da Rio Anil Locações.
Segundo o delegado Leonardo Bastian Fagundes, os suspeitos usavam licitações fraudadas de valores altos com objetivo de desviar verbas públicas. As empresas Rio Anil Locações e J.S. e Silva, que atuavam nos setores de construção civil e fornecimento de merenda escolar, possuíam apenas CNPJ, sem sede, e abertas inclusive em nomes de proprietários já falecidos, ou seja, ‘laranjas’.
De acordo com a Polícia, um dos contratos fraudados para fornecimento de merenda escolar chega a R$ 986 mil, mas a merenda nunca chegou às escolas da rede municipal.
Todos os suspeitos serão encaminhados para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

Esquema de agiotagem e operações
Esse esquema de agiotagem veio à tona com a investigação do assassinato do jornalista Décio Sá em 2012. O crime estaria sendo praticado mais de 40 prefeituras do Maranhão, encabeçado José de Alencar Miranda Carvalho e Gláucio Alencar Pontes Carvalho, pai e filho acusados de mandar matar o blogueiro.

Ainda no fim do mês de junho, o ex-prefeito de Turilândia (MA), Domingos Sávio Fonseca da Silva, foi preso pela Seccor em um desdobramento da ‘Operação Detonando’, que apura o envolvimento de 42 prefeitos e ex-prefeitos com um esquema de agiotagem.
Além da operação ‘El Berite’, no mês de maio, foram detidos pelas operações ‘Maharaja’ e ‘Morta Viva’ o prefeito de Bacuri (MA), Richard Nixon (PMDB); o prefeito de Marajá do Sena (MA), Edvan Costa (PMN); e o ex-prefeito de Zé Doca (MA) Raimundo Nonato Sampaio, o Natim, além do suposto agiota Pacovan.
Em março, foi deflagrada a ‘Operação Imperador’, pela qual foi presa a ex-prefeita de Dom Pedro (MA), Maria Arlene Barros, e o filho Eduardo Costa Barros

Fonte/ Blog da Solvia Tereza


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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO DEPUTADO OTHELINO NETO

DATA – 05/07/2016

  Othelino esclareceu que o governador não se envolverá na campanha de São Luís por respeito aos aliados, mas que o PCdoB vai apoiar o prefeito Edivaldo Holanda Jr

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) rebateu, na sessão desta terça-feira (05), críticas da oposição sobre a postura do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), diante de pré-candidatos a prefeito de seu grupo político. “Não sei por que tanta preocupação com os nossos pré-candidatos. Há uma grande vantagem em relação à oposição que evidencia a qualidade do nosso grupo político: nós temos vários nomes bons para oferecer à cidade de São Luís, embora cada um tenha a sua posição muito definida, ao contrário do grupo Sarney”, comparou.

Sobre São Luís, Othelino Neto disse que o governador Flávio Dino foi muito claro com seus aliados ao adiantar que, pessoalmente, não participaria da campanha se tivesse mais de um aliado candidato a prefeito. O vice-presidente da Assembleia Legislativa citou a deputada federal Eliziane Gama (PPS), o prefeito Edivaldo Holanda Júnior – candidato à reeleição, que tem o apoio do PCdoB, inclusive em coligação – o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) e o deputado estadual Wellington do Curso que está pleiteando entrar na disputa pelo PP.

Othelino esclareceu que o governador não se envolverá na campanha de São Luís por respeito aos aliados, mas que o PCdoB vai apoiar o prefeito Edivaldo Holanda Jr. “O PCdoB participou da eleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, participou da administração dele, participa e participará da reeleição dele. Tem o deputado Bira, aliado da maior qualidade, que pleiteia ser candidato. É da base do governador, foi secretário dele. Tem a deputada Eliziane, o deputado Wellington, que foi eleito pelo PPS, partido da coligação do governador Flávio Dino, que pleiteia também disputar a Prefeitura de São Luís, hoje pelo PP”, frisou.

O deputado disse que as parcerias entre o governo do Estado e a Prefeitura de São Luís existem e estão, visivelmente, nas ruas. “O prefeito já disse que acabou o tempo da sabotagem do governo. Antes, o grupo Sarney sabotava a capacidade de São Luís, simplesmente, porque a cidade disse, em todas as eleições, veementes não para os candidatos da oligarquia. Então, parem de ficar se preocupando muito com os nossos candidatos a prefeito que são aliados do governador, porque ter candidatos de qualidade significa que nosso grupo político, além de ser o maior, ele está de bem com a população”, comentou Othelino.

Imperatriz e Pinheiro

Sobre Imperatriz, Othelino disse que o deputado Marco Aurélio nunca fez um lançamento de pré-candidatura.  Segundo ele, existia um movimento na base para que ele fosse candidato. E lá houve um entendimento político, o que é natural e é normal da política. Lá a nossa candidata será a Rosângela Curado e o PCdoB indicará o vice legítimo”, esclareceu.

Em relação a Pinheiro, Othelino explicou que há  dois pré-candidatos da base aliada do governador: Leonardo Sá, pré-candidato do PCdoB, e Luciano Genésio do PP. “Ambos têm o direito de ser candidatos. Não tem essa história de ´pé na bunda´ de ninguém. Temos o nosso candidato do PCdoB, o Leonardo Sá, excelente candidato, que tem o meu apoio. Tem o Luciano Genésio, que é do PP, pré-candidato a prefeito também. Se nós tivermos o entendimento, ótimo. Se não, é legítimo que ambos disputem a eleição e que vença quem tiver as melhores propostas”, afirmou.


FECHANDO A SEMANA  / Vasculhando arquivos me deparei com esse  texto de extrema delicadeza no trato  das letras realmente lindo  poema escrito pelo meu irmão , escritor  e poeta José Raimundo MoreiraDADIVA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A vida e o fio do prumo

                          Mas agora que a vida me presenteia com os anos que tenho. Idade permeada de virtudes, defeitos e de longos percursos caminhados sem destreza à procura do equilíbrio, é que me dei conta de que a vida do passado, hoje, se confunde com presente. Isso porque, no passado, fui presente, entretanto, no presente, ainda cultuo o passado.

                         O que me foi ético e moral, para os inescrupulosos é antiético e imoral. Mas para os conservadores é mais um drama social. Os conceitos positivados que me foram impostos na minha imaturidade tornaram-se, hoje, para mim, tão diminuídos por força da modernidade. Talvez por isso não me sinta mais à vontade para rever os preceitos passados, mas me contentar com o presente, só infinitamente o presente.

                         Não terei mais tempo disponível para especular sobre o melhor momento. Este é incerto. Não terei mais tempo para ver o melhor futuro porque este é presente. Há esperança de que o presente seja o futuro do passado. Assim, a vida se tornará mais romântica, menos indiferente, mais humana e mais solidária. O que se pretende é prumo e não a perda da compostura; quer-se a perspicácia, a prudência do passado no presente futuro.

Autor: José Raimundo Moreira


DINO I

O Vereador  Rubemar de Jesus Rodrigues Sousa (PT) da Câmara Municipal de São Bento, após solicitar que fosse instalada uma Comissão Especial de Investigação (CEI) para apurar denúncia de descumprimento na ordem dos pagamentos da gestão do Prefeito Carlos Alberto Lopes Pereira (Carrinho de João Muniz), o que veio a Câmara ter instalado e aprovado o requerimento por 7 X 5 dos membros  em 23/06/2016 , criando assim uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), atendendo em parte as denuncias que  já teriam sido comprovadas por  documentos apresentados pelo Vereador Rubemar .

DINO II

Muitas são as denuncias, conforme documentos aqui visualizados; que o Prefeito Carlos Aberto Lopes Pereira está beneficiando algumas pessoas em detrimento dos direitos do funcionalismo publico municipal.

Uma serie de favorecimentos e os chamados (fantasminhas) terão que ser apurados pela CPI.

As normas usadas no descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, as ações da gestão do Prefeito Carlos Alberto Lopes Pereira, é tipificada um verdadeiro crime a caminhar para atingir um IMPEACHMENT dado a  gravidade dos atos cometidos pelo prefeito e que atentam contra a Constituição Brasileira.

Na denúncia, o vereador mostra  que os valores dos salários pagos indevidamente por cargos inexistentes  sofrem variações alarmantes de valores  às pessoas da chamada mão amiga e são superiores à renumeração ao salário dos Vereadores. Como mostra o documento abaixo:DINO III

O Vereador  cita como exemplo o pagamento de supostamente de aproximadamente 50 funcionários , cujo os salários são superiores aos seus próprios secretários e até mesmo os salários dos Vereadores . São salários que chegam a atingir (R$ 4. 4.250,00) o que dá por ano um valor bruto de 212.500,00 reais, suficientes para pagar 241 funcionários de salario mínimo.

Essa CPI aprovada pela Câmara Municipal trará  com certeza investigará todas as denúncias  “sob pena da ruptura da ordem legal, com graves prejuízos financeiros e administrativos para o município

 

 

 

 


Mãe revela que filha tinha traços depressivos .
Chef de cozinha Aretha Pearl foi vista pela última vez na zona sul de São Paulo

Aretha Pearl, filha de Tony Tornado, está desaparecida desde domingo (26), quando foi vista pela última vez na zona sul de São Paulo. A informação foi confirmada ao R7 por Martiza Cavalcante, mãe da chef de cozinha e que foi casada com o ator por nove anos. Maritza e Tony Tornando se divorciaram quando Aretha ainda era criança.

Segundo a mãe, Aretha saiu por volta das 20h30 com a explicação de que passearia com um amigo. Desde então, a família está sem notícias da moça.

— Tudo o que eu mais quero é que alguém ligue aqui em casa dando notícias da minha filha. Ou que ela mesma faça esse contato.

ARHETHA

(Amigos, novamente me retiro da sociedade para um maior entendimento espiritual e para que seres superiores cuidem de mim.
Até breve! )

(Às vezes é preciso morrer um pouco por dentro
Para que então possamos renascer …e crescer mais fortes e sábios numa nova versão de nós mesmos .)

Martiza explica que também não tem notícias do moço que saiu com Aretha. “Eu nem o conhecia”, conta.

A mãe ainda relata que a filha tinha traços depressivos e que estava em busca de um emprego fixo.

— No momento, ela não estava em nenhum restaurante. Estava entregando algumas coisas para clientes que encomendavam.

No início do mês, em 2 de julho, Aretha escreveu uma mensagem reflexiva em sua rede social.

— Amigos, novamente me retiro da sociedade para um maior entendimento espiritual e para que seres superiores cuidem de mim. Até breve! Às vezes é preciso morrer um pouco por dentro. Para que então possamos renascer …e crescer mais fortes e sábios numa nova versão de nós mesmos.

Martiza Cavalcante chora a todo momento e diz que sonha com notícias da filha.

— Toda minha família está desesperada, o pai dela está sem chão.

Fonte/ Letícia Flores, do R7


CARRINHO MUNIZ

O empresário Coqueirinho do setor de gêneros alimentícios  de Pinheiro realiza um protesto inusitado na cidade de São Bento- Ma, nesta quarta feira (29). Ele faz “greve de espera” na  porta  do gabinete do prefeito de São Bento enquanto ele está sendo entrevistado por uma radio local, alegando que   Carrinho Muniz, atual prefeito da cidade (Filho do Ex-prefeito João Muniz)  tem uma divida consigo em virtude dos serviços prestados no  fornecimento de gêneros alimentícios para a prefeitura municipal qual Carinho Muniz é o gestor.

“Ele disse que só sai do local com a quitação da divida”, disse Coqueirinho ressaltando que poderá acionar a justiça para ter os direitos garantidos. De acordo com pessoas ligadas ao empresário, ele não detalha de quanto é a divida, mas… Supõe-se que seja de alto valor já que essa não é a primeira vez que o empresário vai a São Bento em busca de receber o referido debito.

Prefeito-Carrinho

O empresário mantém a ordem do bom senso continua com o protesto de forma pacifica desde as primeiras horas da manhã, sem previsão do encerramento do protesto, salvo se houver o pagamento da divida.

Vários amigos e moradores da cidade de São Bento estão se dirigindo ao local para prestar assistência e solidariedade ao empresário Coqueirinho.

Até o fechamento desta reportagem, os repórteres desta página eletrônica não conseguiram contato com o Prefeito  para confirmar se o pagamento do debito fora, ou não feito, ao empresário que disse:

“Ele disse que só sai do local com a quitação da divida”,


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