Operários Maranhenses podem estar entre os três mortos e tres feridos em acidente de Belo Monte.

Fontes informam que tubo de cimento se soltou e caiu sobre trabalhadores durante a operação de descarga de um caminhão na madrugada deste sabado 30/05

Operadores trabalham nas obras de Belo Monte, projeto de R$ 30 bilhões. Foto: Dado Galdieri/20-12-2014 / Bloomberg
Operadores trabalham nas obras de Belo Monte, projeto de R$ 30 bilhões. 

Em Belém-Pará -Homens  que trabalhavam nas obras da hidrelétrica de Belo Monte,  morreram neste sábado, depois que um dos silos da central de concreto, na área industrial da obra, desabou durante operação de descarga de um caminhão nesta madrugada,30/05 As mortes foram confirmadas há pouco pelo Consórcio Construtor Belo Monte, após cerca de 15 horas de busca.

Entre os  mortos estãos – Denivaldo Soares Aguiar, José da Conceição Ferreira da Silva e Pedro Henrique dos Santos Silva. Outros três trabalhadores atingidos pelo desabamento foram atendidos por equipes médicas do consórcio e, posteriormente, em hospital de Altamira (PA). Dois entre os feridos apresentaram escoriações leves, já tendo sido liberados pelos médicos, e um teve fratura no ombro, e não corre risco de morte, segundo oconsórcio.


Blatter denuncia conspiração de americanos contra ele e ‘ódio’ da Uefa

O suíço afirmou que as investigações do FBI foram uma maneira de tentar interferir no Congresso e em sua reeleição

Na manhã deste sábado,30/05, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, concedeu a primeira entrevista coletiva após a reeleição ao cargo durante o Congresso da entidade em Zurique, na Suíça. O suíço afirmou que as investigações do FBI que levaram à prisão de alguns parceiros da associação, dentre eles o vice-presidente da CBF José Maria Marin, na manhã da última quarta-feira, foram uma maneira de tentar interferir no Congresso e em sua reeleição.

“Ninguém venha me dizer que o fato de esse ataque norte-americano ter acontecido dois dias antes das eleições da Fifa foi uma coincidência. Isso não me cheira bem, pois toca tanto a mim quanto à Fifa”, bradou o presidente, que vê certa “mágoa” dos Estados Unidos com ele, já que o país se candidatou a sediar o Mundial de 2022 e acabou sendo derrotado pelo Catar.

“Não que eles somente quisessem denegrir minha imagem, mas porque eles escolheram um momento certo. E aí eles pensaram, ‘vamos boicotar o Congresso’. Porém, onde estamos? Onde está o espírito desportivo? Existem sinais que não podem ser ignorados. Os americanos foram candidatos à Copa de 2022 e perderam”, acusou.

As prisões realizadas em solo suíço também irritaram Blatter. “Se eles têm algum crime financeiro que diz respeito aos cidadãos norte-americanos, então eles devem prender pessoas lá, e não em Zurique, onde estamos tendo um congresso”, declarou.

Além dos norte-americanos, a Uefa é outra opositora assumida a Blatter, e o presidente da entidade, Michel Platini, deixou claro o apoio à candidatura de Ali Bin Al Hussei, príncipe jordaniano que disputou as eleições com o suíço. O mandatário reeleito acusou os europeus de “ódio” contra ele, e denunciou uma possível campanha da imprensa para desestabilizá-lo.

“Os jornalistas fizeram um acordo: Blatter fora. É um ódio de não somente uma pessoa, mas de uma entidade, a Uefa, que não aceita o fato de eu ser presidente desde 1998. EU perdôo a todos, mas não me esqueço”, concluiu o presidente.

Ao todo, catorze pessoas foram indiciadas pelo FBI acusadas de fazerem parte de um esquema criminoso que teria movimentado cerca de 150 milhões de dólares (aproximadamente 476 milhões de reais) em suborno envolvendo empresas de marketing esportivo e direitos de transmissão durante 24 anos. Além de José Maria Marin, dentre os indiciados estão Jeffrey Webb, presidente da Concacaf, Eugenio Figueiredo, homem forte da Conmebol, e Nicolás Leoz, que presidiu a entidade sul-americana durante 27 anos.

Fonte: Gazeta Esportiva


Suspeitos em esquema fraudulento da Univima ostentavam luxoObjetos, veículos e imóveis de lixo foram identificados pela Polícia

BLOG DA SILVIA TEREZA

A megaoperação batizada de ‘Cayenne’ realizada pela Polícia Civil, por meio da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção, resultou na prisão de Paulo Giovanni Aires Lima, José de Ribamar Santos Soares, Inaldo Damasceno Correa e Valmir Neves Filho, suspeitos de desviar aproximadamente R$ 34 milhões da Universidade Virtual do Maranhão (Univima). Com eles, a polícia apreendeu carros de luxo, joias estimadas em mais de meio milhão de reais, relógios de marca, com unidades que superam R$ 20 mil, dentre outros objetos e documentos, que apontaram que os mesmos levavam uma vida de ostentação e luxo, não condizente com os ganhos declarados por eles.

Segundo o delegado Manoel Almeida, da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção, o esquema fraudulento funcionava da seguinte forma: os ordenadores de despesa do órgão realizavam pagamentos normais aos credores do órgão, que tinham contratos em vigor e que apresentaram faturas a serem pagas.

Depois da emissão das ordens bancárias e de confirmar o pagamento pelo banco, o responsável pelo setor financeiro cancelava o pagamento no sistema Siafem e lançava novo pagamento, dessa vez, para empresas fantasmas, usadas apenas para desviar os recursos públicos. A fraude foi realizada durante três anos, sem que os gestores máximos dos órgãos impedissem a reiteração.

A quadrilha operou na Universidade Virtual do Maranhão no período de 2010 a 2013. De acordo com o delegado Manoel Almeida, o suspeito Paulo Giovanni Aires Lima trabalhou no setor financeiro da Univima, de 2010 a 2011, quando teria sido substituído pelo servidor José de Ribamar Santos Soares, que continuou operando sistema Siafem, de 2011 a 2012. Ele contou que os funcionários recebiam um salário mensal de aproximadamente R$ 2,2 mil, o que não condiz com a vida luxuosa que ostentavam.

“Com o Paulo Giovanni, apreendemos dois carros de luxos, sendo um Corolla e um Fusion, mas pela consulta ao seu CPF, identificamos que o mesmo já possuiu vários carros caros, como SW4, Hillux e até um Porsche Cayenne, avaliado em aproximadamente R$ 300 mil. Na residência do suspeito, encontramos, ainda, joias, relógios, que, se confirmada sua autenticidade, podem custar mais de R$ 20 mil cada, ressaltando que a casa em que reside no Araçagi está avaliada em R$ 2,2 milhões. O Paulo Giovanni nega o envolvimento no esquema e diz que trabalha no ramo da construção civil e pontuou que começou construindo e vendendo casas populares e depois entrou no ramo de imóveis de luxo”, relatou.

A autoridade policial afirmou que José de Ribamar Santos, que também trabalhou no setor financeiro da Univima e também recebia o salário de R$ 2,2 mil, também ostentava negócios superiores ao seu pró-labore. Em nome do suspeito, a polícia identificou uma locadora de veículos, com aproximadamente 15 automóveis, entre modelos populares, de luxo e até uma van que fazia viagens para o interior do estado. José de Ribamar Santos é detentor de mais de 10 imóveis na Região Metropolitana de São Luís, colocados em nome de parentes.

Outras descobertas

O delegado Manoel Almeida explicou que o empresário Valmir Neves Filho é proprietário de várias empresas e recebeu da Univima, entre 2011 e 2012, aproximadamente R$ 12 milhões. Já Inaldo Damasceno Correa foi identificado como ‘laranja’ do empresário e confessou, em depoimento, que teria recebido da Universidade R$ 770 mil, referente a duas movimentações financeiras no ano de 2011, valor este que teria repassado em seguida a Valmir Neves.

“De 2010 a 2012 uma das empresas de Francisco José Silva Ferreira movimentou cerca de R$ 21,5 milhões no esquema envolvendo a Universidade. Ele é proprietário de vários empreendimentos, carros de luxos, uma pousada e um imóvel em Barreirinhas”, disse o delegado.

A fraude foi descoberta por meio de uma auditoria da Secretaria de Estado de Transparência e Controle, que revelou o desvio de R$ 33, 78 milhões dos cofres públicos  do Maranhão, através de fraude no sistema financeiro do Estado, o Siafem.

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VADIASCentenas de mulheres participaram hoje (30) da 5ª Marcha das Vadias em São Paulo, reivindicando principalmente a legalização do aborto e o fim do encarceramento feminino. Segundo as manifestantes, é preciso ampliar o debate sobre ser ou não favorável ao aborto, entendendo que a criminalização não impede que as pessoas continuem abortando o que implica no comprometimento da saúde da mulher.

“A Marcha das Vadias luta basicamente contra a criminalização e culpabilização das mulheres pela violência que elas sofrem, em especial, a sexual. Este ano, especificamente, resolvemos pautar a questão da legalização do aborto porque temos um congresso extremamente conservador e que já expressou que isso não vai entrar na pauta. Estamos aqui para dizer que vai”, disse a psicóloga Isabel Bernardes, integrante do movimento, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ela, cada mulher tem o direito de decidir sobre fazer ou não um aborto. “E mais do que isso. É necessário uma real política de efetividade dos direitos sexuais e reprodutivos para que o aborto fosse, de fato, a última opção e não um remédio duro de tomar”.

Fernando Frazão/Agência Brasil
Ativistas promovem a Marcha das Vadias no Rio

Isabel Bernardes entende que legalizar o aborto não é obrigar as mulheres a fazer aborto. “Ninguém vai ser obrigado a fazer o aborto porque está legalizado. Deve-se deixar as pessoas que não querem, não podem ou não acreditam nesse projeto de vida, [dar à luz] decidir não seguir adiante com uma gravidez. Legalizar o aborto é dar oportunidade para quem não pode pagar [ fazer], porque quem pode pagar faz, mas sem risco de morrer”, destacou a psicóloga.

“Utilizei a medicação na minha casa e segui as instruções de cartilhas que encontrei na internet. Usei, aguardei um tempo para fazer efeito, e tive hemorragia. Nas duas vezes eu estava entre sete ou oito semanas [de gravidez]. E eu sabia que teria que procurar um hospital depois. Mas eu sabia disso porque eu tive acesso à informação. Nas duas vezes passei por curetagem [no hospital]”.

Joana disse ainda que, no hospital, não falou ao médico sobre ter provocado o aborto por temer consequências. “Não falei nada. Nem que estava grávida. Contei que tinha sofrido uma hemorragia e que estava com dor”.

“É urgente no Brasil legalizar o aborto. As mulheres morrem porque elas não têm acesso à informação, praticam o aborto de forma absolutamente sem informação. Muitas mulheres morrem porque tomam o remédio e depois não procuram o hospital para fazer a curetagem. Outras fazem de forma pior, perfurando o útero com agulha de tricô. Ou tomam drogas das quais não sabem a origem, risco que eu também corri”, destacou. Para a manifestante, o ideal é que toda mulher pudesse fazer o aborto pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“As mulheres pobres correm muitos riscos. Quem tem R$ 4 mil ou R$ 5 mil vai para Moema [bairro de classe média alta de São Paulo] e faz da forma mais segura e limpa possível. E sai de lá tranquila. Quem não tem ou vai parar em uma clínica sem nenhuma estrutura ou vai parar na mão de uma curiosa ou vai tentar fazer como eu fiz, em casa e sozinha, correndo muitos riscos porque eu tenho a absoluta convicção de que a maioria das mulheres não tem acesso a essa informação que eu tive na internet”, disse Joana.

Depois da concentração no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) onde confeccionaram cartazes e entoaram cânticos sobre o aborto, entre eles, um que fazia referência ao Uruguai, com o seguinte refrão: “O Uruguai já legalizou, Brasil, a sua hora chegou”, as manifestantes seguiram em caminhada pela avenida Paulista e rua Augusta, com destino à praça Roosevelt, no centro da cidade. Lá, ao encerrar o ato, elas sentaram em círculo e cada uma deu um depoimento sobre o aborto.

As manifestantes estimaram que o ato reuniu cerca 2.000 pessoas. A Polícia Militar calculou em torno de 100 pessoas.


Na avaliação de juízes, foi inconstitucional a manobra feita pelo presidente da Câmara, BASAO IIEduardo Cunha, para validar financiamento privado de campanhas. A opinião foi divulgada nesta quinta-feira (28) pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), para a qual as doações de empresas favorecem a corrupção e a falta de transparência.

A Câmara aprovou na quarta (27) uma emenda para que a permissão de doações eleitorais de companhias seja incluída na Constituição. A proposta ainda terá que ser votada em segundo turno na Câmara e, após isso, segue para o Senado.

Na véspera, uma proposta semelhante havia sido rejeitada pela Casa. Cunha, então, quebrou acordo de que só colocaria o tema em pauta uma única vez, articulou e venceu na segunda tentativa.

De acordo com o presidente da AMB, João Ricardo Costa, a emenda aprovada vai promover o desequilíbrio nas eleições.

“Esse é o pior modelo que poderia ter sido aprovado, pois o financiamento será concentrado nos partidos, dificultando o controle e tornando o processo de doação menos transparente”, afirma.

A medida aprovada prevê doações apenas às siglas. A emenda derrotada visava referendar doações a partidos e a políticos, modelo em funcionamento atualmente, que periga ser proibido pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

PROIBIÇÃO

A ação de Cunha visa barrar a tendência de o STF proibir o financiamento privado das campanhas. O tribunal já formou maioria nesse sentido, mas o julgamento está suspenso desde o ano passado por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.

Na quarta, Mendes afirmou que devolverá o processo para julgamento até o final de junho.

Hoje as empresas são as principais responsáveis por injetar dinheiro nas campanhas. Os candidatos recebem também recursos públicos para bancar suas candidaturas.

CORRUPÇÃO

O presidente da AMB também traçou uma relação entre as doações de empresas e a corrupção.

“A decisão aprovada em 1º turno pelos deputados federais está na contramão dos anseios da sociedade. Essa emenda é uma tentativa de consumar o controle cada vez maior que as grandes corporações exercem na política brasileira. A sociedade anseia por medidas mais eficazes para fortalecer o combate à corrupção e à impunidade”, diz.

“As campanhas são cada vez mais caras e somente conseguem se eleger aqueles candidatos que arrecadam um grande volume de doações. De longe, a maior fonte de arrecadação vem de empresas privadas. Essas empresas não fazem filantropia, são corporações interessadas em influir nos rumos da economia e articular regras que lhes sejam favoráveis”, acrescenta.

A reforma política da Câmara acontece em meio à investigação da Operação Lava Jato, da Política Federal, que apura um escândalo de corrupção envolvendo políticos e empreiteiras contratadas pela Petrobras.

Um dos delatores do esquema, Paulo Roberto Costa, já afirmou que as doações de campanha são, na verdade, empréstimos a juros altos, a serem cobrados dos políticos eleitos.

Diversos deputados federais, inclusive Cunha, são alvo de inquéritos na Lava Jato. Muitos dos membros da CPI que investigam o escândalo receberam doações de empreiteiras sob investigação.

ARTICULAÇÃO

Para ter sucesso na segunda tentativa de validar as doações privadas, Cunha procurou integrantes de legendas nanicas e ameaçou votar projeto que sufoca a existência dessas siglas.

De fato, a votação nos pequenos partidos apresentou uma notável inclinação pró-financiamento privado de terça para quarta


Othelino Neto garante que o candidato de Flávio Dino em Pinheiro será Leonardo Sá

 

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) revelou que em Pinheiro, o governador Flávio Dino já tem candidato. O comunista já está engajado no projeto de candidatura de Leonardo Sá (PDT). O Vice-presidente da Assembleia é um dos maiores entusiastas da candidatura do pedetista: “Leonardo Sá faz parte do projeto de renovação política do  governador Flávio Dino, para o estado do Maranhão”, declarou o comunista.

Pinheiro que já foi consagrada uma das melhores cidades do Maranhão, hoje vive um cenário de terra arrasada por conta da administração do prefeito Filuca Mendes (PMDB), tanto que ele deve a Natalino Salgado, um dos maiores investimentos dos últimos tempos na cidade, que foi a implantação do curso de Medicina através da Universidade Federal do Maranhão.

O peemedebista vive um momento de grande desgaste político. Derrotado na eleição estadual, quando apoiou Lobão Filho (PMDB), Filuca agora se agarra no filho Victor Mendes (PV), para tentar salvar o seu mandato. Em 2014, Flávio Dino obteve 69,36% dos votos validos em Pinheiro.

Leonardo Sá é médico e exerce pela segunda vez o mandato de vereador na cidade. No ano passado disputou uma vaga na Câmara Federal, quando conseguiu 15.947 votos, sendo, atualmente, o primeiro suplente de fato da coligação Todos Pelo Maranhão 2 – Julião Amin e Rosângela Curado, ambos também do PDT, que estão na frente de Sá, integram a equipe de governo.


Fernando Furtado quer investigação de agiotagem em Pedro do Rosário

28/05/2015 14:55:04 – Agência Assembleia

 

O deputado Fernando Furtado (PCdoB) declarou, na manhã desta quinta-feira (28), que o Sistema de Segurança Pública do Estado precisa investigar urgentemente, também, denúncias de crimes de agiotagem que estariam envolvendo o prefeito da cidade de Pedro do Rosário, Irlan Serra.

 

Para o deputado, há graves denúncias no município que precisam ser apuradas. “Agora, recentemente, foram encontrados nos cofres do Pacovan dois cheques emitidos em nome de Domingos Erinaldo Sousa Serra. Cheques esses no valor de um milhão e sessenta mil e outro no valor de um milhão e quinhentos mil. E esse jovem Domingos Erinaldo Sousa Serra, mais conhecido politicamente como Toca Serra, é irmão do prefeito Irlan Serra”, afirmou Fernando Furtado na tribuna.

 

Ele acrescentou que ficou surpreso porque a polícia efetuou a prisão de diversos ex-prefeitos e suspeitos de agiotagem e não prendeu o prefeito de Pedro do Rosário, Irlan Serra.

 

“Estão lá os cheques comprovados em nome dele, e não foi preso. Como é que um cidadão desse, que comete esse tipo de atrocidade, porque é atrocidade um cidadão que não tem posses, não tem fazenda, não é empresário para ter esse volume de dinheiro. Então, aqui está provado e constatado que são recursos desviados do município. Recursos esses que deixam a cidade sem as obras; que deixa as crianças sem a merenda escolar, o hospital sucateado, e a cidade sem assistência nenhuma”, denunciou o deputado.

 

Em seu discurso, Fernando Furtado advertiu que o município de Pedro do Rosário corre o risco de entrar em colapso, a qualquer momento, porque não tem estrada vicinal e está com suas obras públicas totalmente paralisadas.

 

O deputado disse que está indignado porque o prefeito Irlan Serra chegou a dizer, para uma rádio comunitária, que tem 30 milhões de reais para investir em Pedro do Rosário: “Eu não sei, só se ele está assaltando os bancos que estão sendo assaltados aí pelo Maranhão afora, e ele está juntando, só se for isso! Porque eu não sei de onde esse moço vai tirar 30 milhões para investir em obras. Então, essa é uma grande preocupação e aí que queria aqui pedir ao Sistema de Segurança Pública que prenda esse pessoal. Predam, tem que prender! Se desviou dinheiro do povo, tem que prender! Bandido tem que estar é na cadeia”, ressaltou Fernando Furtado, ao concluir seu discurso.

 


Pinheiro: Leonardo Sá será o candidato de Flávio Dino em 2016

LEONARDO MAIS FLAVIOConsiderada a cidade mais progressista da Baixada Ocidental Maranhese, Pinheiro deve ser o cenário de uma das mais acirradas disputas eleitorais em 2016.

Comandado atualmente pelo prefeito Filuca Mendes (PMDB), o município será o palco de uma disputa estadualizada.

De um lado, o peemedebista, que tentará a reeleição com a chancela do grupo do ex-senador José Sarney e da ex-governadora Roseana, ao qual sempre foi aliado.

De outro, o vereador Leonardo Sá (PDT), que será o candidato oficial do governo Flávio Dino (PCdoB), com apoio do deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) e do federal Weverton Rocha (PDT).

O apoio da base governista, por sinal, é encarado como um dos trunfos do pedetista, já que na eleição de 2014 Flávio Dino obteve 69,36% dos votos validos em Pinheiro.

Leonardo Sá é médico e exerce pela segunda vez o mandato de vereador na cidade. No ano passado disputou uma vaga na Câmara Federal, quando conseguiu 15.947 votos, sendo, atualmente, o primeiro suplente de fato da coligação Todos Pelo Maranhão 2 – Julião Amin e Rosângela Curado, ambos também do PDT, que estão na frente de Sá, integram a equipe de governo.

Foi o deputado Othelino Neto quem chancelou o apoio do PCdoB ao projeto de candidatura de Leonardo Sá. Vice-presidente da Assembleia, o parlamentar esteve em Pinheiro no mês de março, para receber o título de cidadão pinheirense.

“Leonardo Sá faz parte do projeto de,0 renovação política do  governador Flávio Dino, para o estado do Maranhão”, declarou o comunista.


EUA indicam que Marin dividiu propina com Del Nero e Teixeira

FABIANO MAISONNAVE
BERNARDO ITRIj
MARCEL RIZZO-MARIMRAFAEL REIS
DE SÃO PAULO

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As investigações do Departamento de Justiça dos EUA sobre a corrupção no futebol indicam que José Maria Marin, ex-presidente da CBF, dividiu propinas recebidas pela exploração comercial da Copa do Brasil com Ricardo Teixeira (também ex) e Marco Polo Del Nero (atual presidente da CBF).

Em reunião no ano passado com o presidente da Traffic, J. Hawilla, Marin, então presidente da CBF, sugeriu que a propina que vinha sendo compartilhada com o antecessor, Ricardo Teixeira, deveria ser paga apenas a ele e a Del Nero, segundo a investigação norte-americana.

A conversa teria ocorrido em abril do ano passado, durante viagem de Marin a Miami (EUA). O assunto era o pagamento de propinas para ele e para o “coconspirador 12” (menção a um integrante do esquema), referente à Copa do Brasil, cujos direitos comerciais eram cedidos à Traffic. Esse esquema existiria desde 1990.

“Em determinado momento, quando o coconspirador 2 [Hawilla] perguntou se era realmente necessário continuar pagando propinas para seu antecessor na presidência da CBF, Marin disse: ‘Está na hora de vir na nossa direção. Verdade ou não?’.

O coconspirador 2 concordou dizendo: “Claro, claro, claro. Esse dinheiro tinha de ser dado a você [ou vocês]’. Marin concordou: “É isso”.

Antes desta reunião, porém, a investigação dos EUA aponta que Hawilla concordou em dividir a propina entre Marin e os coconspiradores 11 e 12.

Editoria de Arte/Folhapress

Segundo a Justiça americana, neste processo, tanto o coconspirador 11 quanto o 12 são descritos como altos executivos da CBF, da Conmebol e da Fifa. Só Teixeira e Del Nero se encaixam no perfil.

O termo “coconspirador” é usado nos textos do Departamento de Estado para pessoas não acusadas formalmente ou para preservar a origem de informações.

Procurada pela Folha, a CBF informou que tinha conhecimento do teor da acusação, mas que não se pronunciaria sobre o assunto.

No início do esquema, em 1990, a propina era paga a Teixeira, que aparece na acusação como “coconspirador 11”. A partir de 2012, Marin e Del Nero assumem respectivamente a presidência e a vice-presidência da CBF e passam a exigir parte da propina, sempre de acordo com a investigação dos EUA.

A peça acusatória afirma que, desde 2012, o valor da propina seria de R$ 2 milhões por ano até 2022, dividida entre os três cartolas. O custo do suborno seria arcado em partes iguais pela Traffic e a Klefer, do ex-presidente do Flamengo Kleber Leite, empresa que passou a compartilhar os direitos da Copa do Brasil.

O Departamento de Justiça não informou o valor pago entre 1990 e 2012, mas identificou duas transferências bancárias feitas a partir dos Estados Unidos em 2013.

A primeira, de US$ 500 mil, foi feita pela Klefer (identificada como companhia de marketing esportivo B) para a conta em Londres de um fabricante de iates de luxo.

A segunda transferência (US$ 450 mil), feita alguns dias depois, saiu de conta da Traffic em Miami para conta da Klefer em Nova York.

Na tarde desta quarta (27), a PF realizou operação na sede da Klefer, no Rio. Procurada por telefone, funcionária da Klefer disse que empresa não comentaria o episódio


Aprovado projeto de Fernando Furtado que beneficia trabalhadores

27/05/2015 15:20:17 – Assecom/Deputado Fernando Furtado

 

Aprovado por unanimidade na sessão plenária desta quarta-feira (26), o projeto de Lei nº 037/15, de autoria do deputado Fernando Furtado (PC do B), que institui mecanismo de controle do patrimônio público do Estado do Maranhão, dispondo sobre provisões de encargos trabalhistas a serem pagos às empresas contratadas para prestar serviços de forma continua, no âmbito da administração pública.

 

O objetivo desse projeto é garantir com que o Governo do Estado assegure o pagamento dos trabalhadores no ato do repasse dos recursos financeiros às empresas que constantemente atrasam os salários e verbas indenizatórias, prejudicando tanto os próprios quanto os seus familiares. O Maranhão é o terceiro estado a aprovar uma lei desta natureza.

 

Para o vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes do Maranhão ( Sindvig MA), Daniel Pavão Rocha, essa é uma grande conquista. “Essa é uma vitória não só para os vigilantes quanto para todos os trabalhadores, pois vai dar ao trabalhador a segurança que ele precisa quando terminam os contratos com as empresas privadas dentro da esfera estadual,” festejou Daniel Pavão.

 

As provisões de encargos trabalhistas relativas a férias, 13º salário e multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por dispensa sem justa causa, a serem pagas pelos órgãos e entidades de Administração Pública Estadual e empresas contratadas para prestar serviços de forma continua, serão retidas do valor mensal do contrato e depositadas exclusivamente em banco público oficial.

 

Os depósitos devem ser efetivados em conta corrente vinculada, bloqueada para movimentação, aberta em nome da empresa, unicamente para essa finalidade e com movimentação somente por ordem do órgão ou entidade contratante.

 

De acordo com o deputado Fernando Furtado, esse projeto é de grande importância para o trabalhador. “Nas gestões anteriores, vinham acontecendo muitas fraudes em relação às empresas e muita falta de compromisso para com os trabalhadores, elas recebiam o pagamento do governo pela prestação de serviço, mais não repassavam aos trabalhadores, principalmente aos trabalhadores da área de segurança que ficavam até seis meses sem receber,” lembrou o parlamentar.

 

MAIS PROJETOS

 

Também foram aprovados por unanimidade, durante a sessão de hoje, os Projetos de Lei Ordinária nº 073/15, de autoria do Poder Executivo, cujo relator foi o deputado Fernando Furtado, que dispõe sobre a reorganização do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) e o Projeto de Lei nº 102/2015, de autoria deputado Fábio Macedo, que dispõe sobre a criação de programa de auxílio psicológico a vítimas de crimes de violência sexual.