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O Programa Mais Asfalto lançado pelo Governo do Estado, Gestão Flavio Dino, chega a Pinheiro nesta manhã. A partir das 10 h desta terça feira o

Nosso Deputado Othelino Neto e o Secretário da Infra-Estrutura do Estado Cleyton Noleto, estarão anunciando para a felicidade da população Pinheirense esse grande programa de pavimentação asfáltica que serão implantados nas ruas dos diversos bairros da nossa cidade.

Clayton Noleto

Ao contrário do que anunciam os oportunistas políticos, a população já tomou conhecimento que o lançamento e a implantação dos trabalhos asfáltico na nossa cidade é uma emenda trabalhada junto ao Governo do Estado, pelo Deputado Othelino Neto. O programa vai pavimentar os Bairros Dondon Soares, Kiola Sarney; Rua Dr. Ruy Marques Neto, Rua do Amor, Rua da Amizade e Travessa da Amizade.

Bairro João Castelo: Rua Dom Pedro II

Vila Zé Arlindo: Rua Rio Preto,Rua Andorinha, Rua Azulão,Rua Japeaçoca, Rua Jacanã, Rua da Graça e Travessa 12

Bairro de Alcântara: Rua Luis Paiva

Bairro da Matriz: Rua Adão Amorim, Rua Clodoaldo Cardoso, Rua Dr. Bento Furtado, Rua da Independência e Rua Vicente Freitas

Bairro Bom Vista: Ruas de Acesso a Barragem

Vila Zé Genésio; Travessas 1,2 e 3

Bairro do Fomento: Rua David  Pestana,  Travessa 12 e Rua 12 de Outubro

Ilha de Ventura: Trav. José Gabriel Ferreira.

O Deputado Othelino Neto diz  sentir-se honrado em representar o povo Pinheirense  e ter atendido juntamente com o Governo do Estado, essa antiga reivindicação das comunidades o que será um marco significativo para a qualidade de vida dos seus moradores, além da melhoria da trafegabilidade de todas as ruas inseridas no trabalho asfáltico


NETO VASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO DEPUTADO OTHELINO NETO

DATA – 09/11/2015

  O deputado disse que o fato chamou atenção do país e, em diversos estados, houve comentários sobre o concurso no Maranhão 

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) repercutiu, na sessão desta segunda-feira (09), anúncio, feito pelo governador Flávio Dino (PCdoB), para a realização de concurso público que abre 1.500 vagas de cargos de professor do quadro permanente da Secretaria Estadual de Educação. O parlamentar reforçou que as inscrições estarão abertas do dia 14 ao dia 29 de novembro e que o salário inicial daqueles que forem aprovados será de R$ 5 mil.

“Esse fato realmente é muito marcante, importante porque o governador mostra, cumpre mais um de seus compromissos de campanha, que é o de valorizar a educação pública de qualidade. E para que se possa reverter esses anos de abandono é preciso haver mais professores e, principalmente, sendo contratados através da forma mais legítima e democrática, que é o concurso público, dando oportunidade a diversos profissionais que desejam entrar na carreira do magistério”, disse o deputado durante o pronunciamento.

Segundo o parlamentar, o anúncio feito pelo governador chama atenção por outra razão, pois enquanto outros estados estão com dificuldade, inclusive de pagar a folha, o Maranhão realiza um concurso público desta dimensão, mesmo estando também com dificuldades financeiras muito graves. Othelino disse que boa parte delas foram geradas por dívidas deixadas pela gestão anterior que beiram R$ 1 bilhão, agravadas pela crise econômica, pela redução dos repasses constitucionais, marcadamente, do Fundo de Participação do Estado que houve em meses sucessivos.

Othelino frisou que, a partir do combate ao desperdício, ao desvio de recursos públicos e àquilo que era supérfluo na gestão anterior, hoje o governo Flávio Dino conseguiu ainda fazer um ato desta importância, que é realizar um concurso público para contratar 1.500 professores. O deputado disse que o fato chamou atenção do país e, em diversos estados, houve comentários sobre o concurso no Maranhão, desde o jornalista Chico Pinheiro, que comentou em redes sociais, ao senador  do Amapá, Randolfe Alves.

“Enfim, merece o nosso aplauso e que nós todos, independente de simpatia política, de motivação ideológica, concordemos que é um ato marcante para o Maranhão, porque, além de tudo, começa-se a eliminar essas contratações em caráter temporário, que, por anos, e foram regra. Importante ainda para que o professor, que é aprovado em concurso, possa construir uma carreira e se dedicar à formação de bons cidadãos. E, assim, nós vamos vencer e conseguir alavancar uma educação de qualidade no Maranhão”, comentou o deputado.

Sobre declarações de Sarney

No Tempo dos Blocos, o deputado retornou à tribuna para rebater declarações feitas pelo ex-senador José Sarney (PMDB) sobre o andamento de investimentos no governo Flávio Dino (PCdoB). “As obras não são das pessoas físicas, elas são do governo e uma gestão que sucede a outra tem o dever de dar segmento àquilo que ficou estabelecido, contratos, realizações que ficaram e foram deixadas pela metade. Infelizmente, a grande obra deixada pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) foi um Estado extremamente pobre e endividado”, disse.

Othelino reiterou que Roseana Sarney deixou para o governo Flávio Dino um Estado quase acabado, destruído. Segundo o deputado, a ex-governadora, em 14 anos de mandato, levou diversos municípios do Maranhão aos piores IDH’s, os menores do Brasil. “A maior taxa de analfabetismo do país é outro troféu! O atual governo está enfrentando o desafio de tentar mudar esse quadro. Hospitais construídos com dinheiro do empréstimo do BNDES e não inaugurados em sua grande maioria. Muitos foram inaugurados só a fachada e depois novamente fechados”, comentou.

O deputado citou ainda como lamentáveis legados da ex-governadora  a estrada fantasma Arame/Paulo Ramos, o famoso polo de confecções de Rosário, que deixou centenas de pessoas sem crédito por estarem negativados, graças a um golpe dado com o aval do então governo; da Refinaria Premium, entre outros.

Othelino lembrou ainda que o Maranhão, durante o governo Roseana, bateu todos os recordes nacionais de aparecer em escândalos. “Havia um escândalo nacional e lá estava o Maranhão, geralmente, com a ex-governadora participando, vide operação Lava-Jato, que ainda hoje assombra uns e outros. Então, que obras são essas que ficaram inacabadas? E na verdade, a grande missão do governo Flávio Dino é construir um Estado destruído, que já foi rico, mas que foi, de forma cruel, empobrecido”, comentou.

Segundo o deputado, o Maranhão está mudando os privilégios dos ex-mandões e isso incomoda muito. “É um governo que, apesar das dificuldades, vem conseguindo fazer diferente. No mês passado, o Maranhão foi um dos poucos  estados que conseguiu ainda gerar vagas formais de emprego, diferente da grande maioria do país”, disse.


 Objeto WT1190F, observado em 9 de outubro com telescópio da Universidade do Havaí (Foto:  B. Bolin, R. Jedicke, M. Micheli/ESA)

Objeto WT1190F, observado em 9/10 em
telescópio da Universidade do Havaí
(Foto: B. Bolin, R. Jedicke, M. Micheli/ESA)

Fragmento, que mede entre 1 e 2 m e pode ser ‘peça perdida da história espacial’, entrará na atmosfera terrestre nesta semana e promete ser belo fenômeno para observação.

Da BBC

Ele se chama WT1190F, tem entre um e dois metros e está viajando neste momento em direção à Terra.

Se a trajetória continuar como está previsto, esse misterioso fragmento de lixo espacial entrará na atmosfera terrestre em 13 de novembro (sexta-feira) às 4h19 (horário de Brasília).

Mas não se assuste – o mais provável é que o objeto se desintegre ao entrar em contato com a atmosfera – e se ainda sobrar algum remanescente, cairá no Oceano Índico a cerca de 65 km da costa do Sri Lanka.

Mas o que é e de onde saiu esse objeto?

Dadas suas características – seu tamanho e densidade, que indica ser oco -, é muito possível que se trate de um objeto artificial, “uma peça perdida da história espacial que volta para nos perseguir”, disse Jonathan McDowell, pesquisador do centro de astrofísica Harvard-Smithsonian, nos Estados Unidos.

Poderia ser, por exemplo, uma parte de um foguete ou de um painel solar desprendido de missão recente à Lua.

Há ainda a possibilidade de que seja algo bem mais antigo, inclusive da era dos programas Apolo da Nasa (agência espacial americana).

Fora de perigo
O WT1190F foi detectado pelo Catalina Sky Survey, um programa da Universidade do Arizona (EUA) cujo objetivo é descobrir asteroides e cometas que passam perto da Terra.

Intrigados por esse objeto que possui uma órbita fortemente elíptica, os cientistas reconstruíram sua trajetória a partir de observações feitas em 2012 e 2013.

Chegada do objeto WT1190F,
na sexta-feira, promete ser belo fenômeno para observação

Sua chegada, por sorte, não representa perigo devido a sua massa e ao local previsto para a queda.

Mas promete ser um belo fenômeno para observação, já que por alguns momentos o fragmento se tornará brilhante no céu. Será, sobretudo, uma grande oportunidade para coleta de informações e ampliação do conhecimento sobre a reação dos objetos ao atravessar a atmosfera.

Isso permitirá melhorar os modelos orbitais e as ferramentas para prever o reingresso de objetos na Terra.

Por outro lado, servirá para colocar à prova os planos que os astrônomos preparam para uma eventual aproximação à Terra de um objeto perigoso.

Atualmente há 20 objetos artificiais identificados nessa categoria, que se movem em órbita distante.

Porém estima-se que o número seja muito maior, embora seja impossível precisar a quantidade.

De acordo com dados mais recente da Nasa e da Agência Espacial Europeia, há cerca de 500 mil fragmentos de lixo espacial entre 1 e 10 cm orbitando nosso planeta.


homicídios de mulheres (Foto: Editoria de Arte/G1)

09/11/2015 09h11 – Atualizado em 09/11/2015 17h09 / www.jgmoreira.com.br

Números fazem parte do Mapa da Violência 2015 divulgados nesta segunda.
Em 2013, último ano do estudo, país teve 13 mulheres assassinadas por dia.

Do G1, em São Paulo

O estudo “Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres”, divulgado nesta segunda-feira (9), mostra que 50,3% das mortes violentas de mulheres no Brasil são cometidas por familiares. Desse total, 33,2% são parceiros ou ex-parceiros.

Unidades da Federação Taxas em 2013
Roraima 15,3
Espírito Santo 9,3
Alagoas 8,6
Goiás 8,6
Acre 8,3
Paraíba 6,4
Rondônia 6,3
Ceará 6,2
Mato Grosso do Sul 5,9
Bahia 5,8
Mato Grosso 5,8
Pará 5,8
Tocantins 5,7
Distrito Federal 5,6
Pernambuco 5,5
Rio Grande do Norte 5,3
Amazonas 5,3
Amapá 5,3
Paraná 5,2
Sergipe 5,1
Rio de Janeiro 4,5
Minas Gerais 4,2
Maranhão 3,8
Rio Grande do Sul 3,8
Santa Catarina 3,1
São Paulo 2,9
Piauí 2,9
*Homicídios de mulheres por 100 mil mulheres

Entre 1980 e 2013 foram assassinadas 106.093 mulheres, 4.762 só em 2013. O país tem uma taxa de 4,8 homicídios para cada 100 mil mulheres, a quinta maior do mundo, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que avaliaram um grupo de 83 países.

O estudo é de autoria do sociólogo argentino Julio Jacobo Waiselfisz, radicado no Brasil, e analisa dados oficiais nacionais, estaduais e municipais sobre óbitos femininos no Brasil entre 1980 e 2013, passando ainda por registros de atendimentos médicos.

Entre 2003 e 2013, o número de homicídios de mulheres passou de 3.937 para 4.762, aumento de 21% no período. As 4.762 mortes em 2013, último ano do estudo, representam uma média de 13 mulheres assassinadas por dia.

Levando em consideração o crescimento da população feminina entre 2003 e 2013 (passou de 89,8 milhões para 99,8 milhões), a taxa de homicídio de mulheres saltou de 4,4% em 2003 para 4,8% em 2013, aumento de 8,8% no período.

Na análise por estados, Roraima viu sua taxa mais que quadruplicar (343,9%). Na Paraíba, subiu 229,2%. Entre 2006, ano da promulgação da lei Maria da Penha e 2013, apenas Rondônia, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro registraram quedas nas taxas de homicídios de mulheres.

Mulheres negras
Enquanto o número de homicídio de mulheres brancas caiu 9,8% entre 2003 e 2013 (de 1.747 para 1.576), os casos envolvendo mulheres negras cresceram 54,2% no mesmo período, passando de 1.864 para 2.875.

A secretária Especial de Políticas para Mulheres, do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Eleonora Menicucci, disse serem “lamentáveis” os resultados apontados pelo Mapa.

O sociólogo argentino Julio Jacobo Waiselfisz, durante coletiva em Brasília (Foto: Gabriel Luiz/G1)O sociólogo argentino Julio Jacobo Waiselfisz, durante coletiva em Brasília (Foto: Gabriel Luiz/G1)

“É de entristecer todas as mulheres e homens de bem do nosso país”, afirmou. “Não podemos conviver em hipótese nenhuma com uma magnitude de 54% de aumento em dez anos no número de homicídios de mulheres negras e no número de homicídio de mulheres em geral.”

“A luta contra o racismo assumiu uma magnitude não só no Executivo do governo federal, mas também na própria sociedade”, continuou Eleonora. “As mulheres negras passaram a aparecer bonitas, elegantes, protagonistas das próprias vidas, mostrando que estão capazes de estar em qualquer lugar e isso incomoda muito”, completou.

Pequenos municípios
Os maiores índices de homicídios de mulheres são registrados nos pequenos municípios, e não nas capitais. A cidade de Barcelos (AM), com uma população feminina média de 11.958, registrou 45,2 homicídios por dez mil mulheres e é o primeiro da lista.

Depois, vem Alexânia (GO), com uma população feminina média de 11.947, que teve 25,1% mortes de mulheres por dez mil mulheres. Sooretama (ES), com população feminina média de 11.920, teve taxa de 21,8% e aparece em terceiro na lista.

Nenhuma capital aparece no ranking das 100 cidades com maiores taxas. A primeira capital na lista é Maceió (Alagoas), em 126º lugar, que registrou uma taxa de 9,8% homicídios de mulheres por 100 mil.

Entre 2003 e 2013, as taxas de homicídios de mulheres nos estados e no Distrito Federal cresceram 8,8%, enquanto nas capitais caíram 5,8%, evidenciado, segundo o estudo, a interiorização da violência, fenômeno observado em mapas anteriores.

Local do crime
Outro dado importante do estudo é o local do homicídio: 27,1% deles acontecem no domicílio da vítima, indicando a alta domesticidade dos assassinatos de mulheres. Outros 31,2% acontecem em via pública, e 25,2%, em estabelecimento de saúde.


Jefferson André Silva Marques, o ‘Pai’, foi apontado pelapolícia como líder de quadrilha de assaltantes (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Jefferson André, o ‘Pai’, foi apontado como líder de quadrilha de assaltantes (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

09/11/2015 16h09 – Atualizado em 09/11/2015 16h09 www.jgmoreira.com.br

Operação visava prender bando que agia no bairro Jaracati, em São Luís.
Jefferson André Silva, o Pai, teria ligação com homicídios, assalto e tráfico.

Dois homens morreram no começo da tarde desta segunda-feira (09) durante operação realizada pela Polícia Civil e Companhia de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar, no bairro Jaracati, em São Luís (MA). De acordo com a polícia, um deles seria líder de um grupo de assaltantes; os dois acabaram mortos durante troca de tiros.

Segundo o delegado Almir Macedo, titular do 9º Distrito da Polícia Civil, no São Francisco, a operação foi realizada com o intuito de desarticular o grupo responsável por roubar veículos, ônibus e tráfico de drogas na região do Jaracati.

O delegado afirma que uma das vítimas foi identificada como Jefferson André Silva Marques, o ‘Pai’, que seria o líder de um grupo de assaltantes, que atua no bairro e nas imediações. Ele seria um dos assaltantes que aparecem nas imagens de uma câmera de segurança roubando motoristas no começo de outubro.

“Ele é suspeito de ter matado uma pessoa e ‘desovado’ o corpo na área do mangue no Jaracati. Além disso, invadiu a casa e atirou cinco vezes contra uma senhora, porque esta seria namorada de um desafeto. Hoje viemos em parceria com a PM, fizemos o cerco e ele e parceiro Divineia (William Maicon Diniz Aragão) acabaram morrendo no confronto”, afirmou.

Os dois suspeitos foram localizados na praça do Viva do Jaracati e ao perceberem a aproximação dos policiais teriam fugido em direção ao mangue, próximo das palafitas. Lá, teria havido o confronto e a morte dos dois homens.

“Eles correram para o mangue, mas já sabíamos a rota deles, Os cercamos por dentro do mangue, eles saíram de frente com os policiais e acabaram morrendo no confronto”, finalizou Almir Macedo.


No fim de semana, 11 mortes foram registradas na Região Metropolitana (Foto: Flora Dolores / O Estado)

No fim de semana, 11 mortes foram registradas na Região Metropolitana (Foto: Flora Dolores / O Estado)

09/11/2015 07h59 – Atualizado em 09/11/2015 09h05/ www.jgmoreira.com.br

Somente no sábado (7), foram seis homicídios dolosos registrados.
No mês de novembro, já são 23 casos, segundo a SSP-MA.

Maurício ArayaDo G1 MA

Doze homicídios foram registrados nesse fim de semana na Região Metropolitana de São Luís (MA). De acordo com dados são da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), no mês de novembro, já são 23 casos.

  • Homicídios na Ilha
6/11 – 3 homicídios
São Luís (2)
São José de Ribamar (1)

7/11 – 6 homicídios
São José de Ribamar (1)
São Luís (4)
Raposa (1)

8/11 – 2 homicídios
São Luís (2)

9/11 – 1 homicídio
São Luís (1)

Já na sexta-feira (6), foram três casos. No bairro da Forquilha, em São Luís, um homem ainda não identificado foi morto a tiros. No bairro de Fátima, região central da capital maranhense, Luís Henrique Silva Feitosa, de 24 anos, foi vítima de arma de fogo. Josinaldo Nascimento Nunes, de 39 anos, foi a terceira vítima do dia, morto a facadas no bairro Cruzeiro, município de São José de Ribamar (MA).

O sábado (7) foi o dia com maior número de mortes no fim de semana: seis ao todo. Na madrugada, Maria José Coelho Campos, de 27 anos, foi vítima de arma branca, no conjunto São Raimundo, em São Luís. Também em São Luís, na Vila Luizão, já pela manhã, Messias Ramos da Silva (28), foi vítima de arma de fogo.

Na tarde de sábado, mais dois casos: Reinaldo Paulo Correa Fernandes, de 30 anos, foi morto a tiros na Vila Janaína, em São Luís; e Denilson Melo Gonçalves, de 20, foi vítima de arma de fogo na Vila Bom Viver, município de Raposa (MA).

Pela noite, mais dois casos: José Carlos Lopes dos Santos, de 37 anos, foi morto a tiros na Vila Kiola, em São José de Ribamar; e Carlos Eduardo da Silva de Jesus, de 19, foi vítima de arma de fogo no bairro Santa Efigênia, em São Luís.

No domingo (8), outros dois homicídios foram registrados em São Luís. No bairro Jardim América, Denilson da Luz Silva, de 21 anos, foi morto com três tiros na cabeça. Um dos tiros acertou de raspão uma criança de apenas três anos de idade quando passeava de mãos dadas com a mãe. E no bairro do Jaracati, Renato Alexandre Silva Ribeiro, de idade não divulgada, foi assassinado.

Na madrugada desta segunda-feira (9), um homem sem identificação foi morto a tiros no bairro Vila Itamar, em São Luís, sendo a vítima mais recente da violência urbana na Região Metropolitana.

Estatísticas
Em outubro, do total de mortes violentas (89), a maior parte foi de crimes violentos letais intencionais (65), sendo 56 vítimas de homicídios dolosos.

Os dados da SSP-MA reúnem informações do Centro Integrado de Polícia e Segurança (Ciops), Instituto Médico Legal (IML) e Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo).


A estudante Monique Evelle sofreu preconceito por ser mulher e negra. Agora, ajuda a recuperar meninas infratoras (Foto: Edu Lopes/Click de Gente/ÉPOCA, Produção Daniele Verillo, Makeup Adilson Vital)

Lopes/Click de Gente/ÉPOCA, Produção Daniele Verillo, Makeup Adilson Vital)

VIDA

RELATO IV /PRECONCEITO

A estudante Monique Evelle sofreu preconceito por ser mulher e negra. Agora, ajuda a recuperar meninas infratoras

GRAZIELE OLIVEIRA
06/11/2015 – 21h12 – Atualizado 07/11/2015 17hs16 /www.jgmoreira.cm.br

Uma princesa negra, de cabelos crespos livres e que sempre vencia no final – o que não necessariamente significava casar-se com o príncipe. Essa era a personagem principal das histórias que Monique Evelle ouvia da mãe quando criança. A mãe transformava as histórias tradicionais das princesas para confortar a filha, que chegava aborrecida em casa. “Eu sempre tive muito apelido na rua e na escola pelo meu cabelo crespo. Minha mãe usava as princesas para me dar poder, para reagir ao preconceito que sofria na rua por causa do meu cabelo” diz a jovem de 21 anos fundadora da rede Desabafo Social, que trabalha com educação e formação social, em especial de jovens negros, em 22 estados.

Monique mora no bairro Nordeste de Amaralina, periferia de Salvador. Filha de mãe doméstica já aposentada e pai segurança de prédio, as boas notas na escola lhe deram oportunidade de estudar nas melhores escolas da cidade, sempre como bolsista. “Estudei em vários lugares de brancos, e toda vez que tentava colocar meus problemas como mulher negra da periferia era impossível fazê-los entender”, afirma. Nos corredores da escola de música, aos 14 anos, ela ouvia que, por ser negra, deveria ser “boa de cama”.

>> Cobertura especial: #PrimaveradasMulheres 

Aos 12 anos de idade, quando passeava pela orla da praia de Amaralina com a mãe, um homem gritou “gostosa” para a menina. “Eu congelei e minha mãe veio correndo para me defender dizendo que eu era criança e que aquilo era um absurdo. Depois daquilo minha mãe disse que eu ainda ia receber muito elogios na minha vida – alguns agradáveis e muitos dessa forma – e que eu precisaria reagir, que não poderia ficar calada, pois aquilo era errado”, afirma. Monique se lembra de ver a mãe ser vitima desse mesmo tipo de assedio pelas ruas de Salvador.  “Quando os assediadores viam que meu pai estava junto, pediam desculpas para ele. Ela ficava indignada e ia cobrar do agressor que as desculpas fossem dirigidas a ela”, afirma.

Os assédios continuaram pela vida adulta. No Carnaval de 2013, em Salvador, Monique seguia por uma rua quando foi puxada por um homem. “Ele me encurralou em um carro tentando me beijar a força. Dizia que se eu não estivesse disponível não estaria ali”, afirma Monique. Foram longos minutos tentando se desvencilhar do abusador até que um amigo, como num milagre, apareceu. “O cara ainda pediu desculpas pro meu amigo, por acreditar que se tratava do meu namorado”, diz.

Um ano depois, em 2014, quando cursava o primeiro semestre de política e gestão da cultura na Universidade Federal da Bahia, sofreu outra agressão. “Peguei um ônibus e sentei ao lado de um homem branco, alto. Ele colocou a mão na minha coxa e começou a me acariciar. Levantei e dei um tapa na cara dele gritando”, afirma Monique. Aos berros de “Você é louco?” e de “Você deveria ser preso!” o homem levantou-se para ir embora, mas Monique, do alto dos seus 1,64, bloqueou a passagem do grandalhão acovardado. Todos no ônibus foram para cima dele gritando “abusador!” e “estuprador!”. “Quando começaram a avançar para linchar o homem, eu saí da frente para ele fugir”, diz Monique. O agressor fugiu sem punição, e Monique ficou ali com mais aquela agressão para lidar sozinha.


Tony Ilha, vocalista da banda Erva Daninha, morreu após levar um choque elétrico (Foto: Arquivo Pessoal)

Tony Ilha, vocalista da banda Erva Daninha, morreu após levar um choque elétrico (Foto: Arquivo Pessoal)

08/11/2015 13h50 – Atualizado em 08/11/2015 18h23 / www.jgmoreira.com.br

Tony Ilha era vocalista e guitarrista da banda Erva Daninha.
Ele tinha 43 anos e deixa seis filhos.

Joyce MackaySão Luís, MA

O vocalista e guitarrista da Banda Erva Daninha, Tony Ilha, morreu neste sábado (7) após levar um choque elétrico enquanto consertava um microfone. Ele estava na sua casa no bairro Maiobão, na região metropolitana de São Luís.

Segundo o amigo do músico Josué Souza, a filha de Tony, de seis anos, foi a primeira a encontrá-lo. “Ela disse para a mãe ‘o papai está brincando de morto’. Eles costumavam brincar assim. Quando a mulher dele percebeu que não era brincadeira chamou uma amiga da rua que é enfermeira para socorrê-lo”, contou.

O Serviço de Atendimento Móvel de urgência (Samu) foi acionado às 1h35, porém, a família disse que o atendimento demorou mais de 30 minutos para acontecer. Quando a equipe chegou ao local o músico já estava sem vida.

Josué contou ainda que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) atestou que as artérias de Tony foram queimadas por causa do choque, o que para ele é estranho por se tratar de um aparelho de microfone.

“Não tem como um microfone dar um choque desses. Ele ficou com uma queimadura de um palmo no peito. Eu nunca vi, nem soube de alguém que tenha morrido por causa de um choque causado por um microfone”, disse Josué.

Tony Ilha tinha 43 anos e deixa seis filhos. O enterro está marcado para às 14h deste domingo.


Kelly Cristina Pereira e a filha dela, Kassia Fabíola Pereira de Oliveira (Foto: Arquivo Pessoal)

Kelly Cristina Pereira e a filha dela, Kassia Fabíola
Pereira de Oliveira (Foto: Arquivo Pessoal)

Adolescente, de 14 anos, foi assassinada neste sábado (7) em Ceará-Mirim.
Ex-namorado da garota, um rapaz de 19 anos, é procurado pela polícia.

Anderson BarbosaDo G1 

Kelly Cristina Pereira e a filha dela, Kassia Fabíola
Pereira de Oliveira (Foto: Arquivo Pessoal)

“Só peço justiça. Minha filha não merecia o que ele fez com ela”. As palavras são da dona de casa Kelly Cristina Pereira, de 33 anos, ao falar do ex-namorado da filha dela, um rapaz de 19 apontado como principal suspeito de assassinar a garota. Kassia Fabíola Pereira de Oliveira, de 14 anos, foi encontrada morta por volta as 14h30 deste sábado (7) em uma estrada de terra na zona rural de Ceará-Mirim, município da Grande Natal. Perícia feita no corpo aponta que ela foi degolada.

Segundo o delegado Sérgio Freitas, da Delegacia Especializada de Homicídios (Dehom), a última pessoa a ser vista com Kassia foi o ex-namorado dela. “Ele é o principal suspeito e é considerado foragido, já que não foi encontrado até o momento. Porém, enquanto não tivermos a certeza de que foi ele quem a matou, é mais prudente mantermos sua identificação no anonimato”, ponderou.

Uma tia de Kassia foi quem conseguiu dar mais detalhes do crime. Ao G1, Caroline disse que a sobrinha trabalhava como babá, momento em que o ex-namorado dela apareceu numa motocicleta e a forçou a sair com ele. “Ela só foi porque ficou com medo dele aprontar algum barraco no trabalho dela. Tenho certeza disso. Então ela deixou a criança com uma irmã e subiu na moto. Foi por volta das 12h. Passou algum tempo e o patrão da Kassia na casa dela, já que ela havia saído e ainda não tinha retornado. Depois, soubemos que ele (o ex-namorado) ligou pra uma outra sobrinha minha dizendo que tinha matado a garota. Desde então ele sumiu. Ninguém sabe pra onde ele foi”, finalizou a tia.

Além de Kassia, Kelly tem outros três filhos. Uma adolescente de 15 anos e dois garotos, sendo um de 11 e outro de 6 anos.

Amigos e parentes de Kassia se despedem dela desde o início da manhã. O sepultamento acontece no final da tarde, no Cemitério Público de Ceará-Mirim.


DEFENSORIA

Concurso DPU 2015 – 143 vagas abertas – Níveis médio e superior

Foi publicado, no Diário Oficial da União desta sexta-feira (30), o comunicado de retomada do concurso da Defensoria Pública da União (DPU), que foi suspenso em maio deste ano. Com isso, estará reaberto, a partir das 10h do dia 9 de novembro, o prazo para se inscrever na seleção.

Nível médio é o requisito da carreira de agente administrativo, que dispõe de 105 ofertas para início imediato e apresenta remuneração de R$ 3.817,98.

Para os candidatos com formação superior as chances são para as funções de analista técnico-administrativo (34 + CR), arquivista (CR), assistente social (CR), bibliotecário (CR), contador (1 + CR), psicólogo (1 + CR), sociólogo (CR), técnico em assuntos educacionais (CR) e técnico em comunicação social – jornalismo (1 + CR) para ganhar R$ 5.266,18.

A função de economista (1) da Defensoria Pública União oferece salário de R$ 6.348,27 e também exige concorrentes graduados.

Todas as vagas do concurso da DPU são para trabalhar 40 horas semanais e o valor dos salários já inclui gratificação de desempenho e R$ 751,96 referentes ao auxílio alimentação.

As oportunidades estão distribuídas nos 26 Estados do país e no Distrito Federal, sendo que São Paulo concentra o maior número de vagas (31 ofertas), seguido pelo Distrito Federal (23) e pelo Rio Grande do Sul(17). Os Estados do Amazonas, Ceará, Goiás, Paraíba e Piauí contam apenas com ofertas para cadastro de pessoal.

Como se inscrever no concurso
Interessados poderão garantir participação no concurso da DPU até o dia 22 de novembro, por meio do site do Cespe/UnB (www.cespe.unb.br), organizador do processo seletivo.

As taxas de inscrição são dDEFENSORIAe R$ 70 para cargos de níveis médio e R$ 100 para aqueles que exigem nível superior.