A prefeita de São Vicente Ferrer, Conceição Castro, assinará  ordem de serviço para a construção de  poços artesianos nesta quinta-feira, 11 de janeiro/2018

Prefeita ao lado governador Flávio Dino e de Marcelo Tavares

A construção dos poços atenderá tanto a sede como a zona rural de São Vicente Ferrer e serão perfurados em Ponta de Paulo, Santa Rosa, Rita de Cassia, Angelim,  Casa Grande e Tapuia. Na oportunidade, Marcelo Tavares também deve anunciar o início de outras obras no município, via Governo do Estado.

O evento acontecerá na próxima quinta-feira, 11 de janeiro, (AMANHÃ) a partir das 10 horas da manhã, na escola ‘Tia Ducarmo’, no bairro Rita de Cássia. A prefeita, Conceição Castro, convida todos os vicentinos para este momento de assinatura e início das obras que atenderão milhares de pessoas na cidade.

As obras de perfuração dos poços atingirão a profundidade de 300 metros e ficarão sob a responsabilidade da CAEMA que executará os serviços.  As maquinas chegarão em São Vicente Ferrer nesta quarta-feira 10/01.

Com informações: Portal do Baixadeiro.


O município de Pinheiro foi contemplado com três poços através de um projeto via Governo do Estado, onde, por meio da Casa Civil, da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar – SAF e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social – SEDES, tendo em vista o Edital 001/2017, publicado na Edição nº 40, de 24 de fevereiro de 2017, do Diário Oficial do Estado do Maranhão, que tornou público o chamamento público para a seleção de projeto para instalação de Sistema Simplificado de Abastecimento de Água – SSAA no âmbito do programa “ÁGUA PARA TODOS”, torna público o resultado dos municípios contemplados.
Dentre esses municípios, o município de pinheiro está incluso. Essa grande conquista era um anceio de muitos anos e o prefeito João Luciano conseguiu esse grande benefício, que terá início a partir de dezembro deste ano, benefício esse que já está licitado pelo Estado e pela empresa. E agora só está sendo finalizada a questão do projeto, pois a escolha dos terrenos já foram feitas no final de semana passado.
Após o município de Pinheiro já ter sido contemplado com dois poços, agora, em consequência da luta incansável do prefeito João Luciano, mais três poços serão concluídos nos povoados de Porão Grande, Paraíso e São Luizinho da Chapada, poços esses que vão melhorar muito a qualidade de vida das pessoas desses povoados contemplados e esse é exatamente o principal objetivo do prefeito, levar cada vez mais melhorias e bem estar para toda a população.

Outubro próximo passado o Prefeito  Luciano esteve num encontro em Brasília com o presidente Nacional da Funasa Rodrigo Sérgio Dias, conversando sobre diversos assuntos de interesse do município de Pinheiro, entre esses assuntos um bem antigo: abastecimento de água.
Uma proposta foi apresentada e o projeto entregue pelo gestor de Pinheiro foi aprovado; 1 milhão de reais será destinado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) para investimentos no abastecimento de água de Pinheiro.
Nos próximos dias acontecerá a assinatura do convênio e a entrega dos terrenos onde serão instalados os poços: na Ilha de Ventura e na Matriz. 

 

Ao se reportar sobre a aprovação do projeto o Prefeito Luciano se expressou da seguinte forma:

“Além de estarmos conseguindo realizar um sonho antigo da população, estamos levando dignidade e mais qualidade  vida para milhares de pessoas; água é uma necessidade básica no nosso dia a dia. Fico muito feliz pela aprovação do nosso projeto  ; ainda este mês assinaremos o convênio e iniciaremos os trabalhos.
Mais um sonho sendo realizado entre muitos outros que ainda serão construídos, esse é o nosso trabalho.” -Afirmou Luciano Genésio


 

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O Prefeito Luciano Genésio se reuniu em São Luís com o Presidente da Caema, o Sr. Davi Telles para tratar da retomada da obra de melhoramento do sistema de captação de água na cidade de Pinheiro, o prefeito levou ao conhecimento do Presidente da instituição a deficiência no abastecimento na cidade. Pinheiro conta hoje com uma estrutura mediana para o porte da cidade, no entanto a obra de melhoramento já havia sido iniciada mas, uma ação judicial determinou a paralisação da obra.

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O prefeito Luciano conseguiu a retomada das obras que vai aumentar significativamente o fornecimento. Na captação será substituído o conjunto de Motor-Bomba existente com vazão de 400 m³/h por dois conjuntos com vazão de 500m³/h cada. Também será construída uma estação de tratamento de água tipo convencional em concreto armado com vazão de 300m³/h, será feita a substituição de adutoras existentes avariadas em ferro fundido por uma linha de PVC mais higiênica e de melhor qualidade medindo 2.390 metros de extensão, construção de um reservatório de água com capacidade para 800 m³, um reservatório elevado de 150m³ para lavagem de filtros será construído, além da construção de casas de bombas e estação elevatória de água tratada, adutora de água tratada, rede de distribuição divididos por setores para atender 80 mil habitantes.

 

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O Presidente da Caema o Sr. Davi Telles declarou que: Essa reunião é importante porque fizemos o planejamento, uma programação do processo de retomada desta obra de recuperação integral do Sistema de Abastecimento de Pinheiro, nós teremos intervenções em todos os itens do sistema de abastecimento de água de Pinheiro, desde a captação, passando pelo nossa subestação de água que aliás, será mais que duplicada, nós faremos uma nova estação de tratamento de água, nossa elevatória de água bruta, nossa elevatória de água tratada, novas adutoras, 15 km a mais de rede de distribuição e quase 4 mil novas ligações de água. Esse alinhamento é importante porque no passado a prefeitura de Pinheiro já havia dado uma ordem de paralisação para esta obra e agora havendo um entendimento entre o Governo do Estado através da Caema e a Prefeitura de Pinheiro a obra sem problema algum vai poder ser realizada.

O Prefeito Luciano estava acompanhado do Secretário de Infraestrutura de Pinheiro o Sr. José Carlos Marinho e do Diretor da Caema/Pinheiro. O compromisso firmado é que em até 15 dias as obras serão retomadas com prazo de 180 dias para a conclusão.

 

 

 

 

 


Do: BLOG ASMOIMP

Habitantes do município de Altamira, a 327 km de São Luís, iniciaram o ano novo sem água.

De acordo com informações de moradores, este é o terceiro mês que a população sofre com o desabastecimento provocado, segundo populares, pela queima de uma bomba que abastecia a cidade.

Segundo informado por populares, a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA), juntamente com a Prefeitura de Altamira, até hoje não resolveram a situação e até o momento não prestaram nenhum esclarecimento para a população sobre o ocorrido, mesmo a bomba tendo sido levada pela CAEMA para um possível conserto. Foi informado, ainda, que os cidadãos do município estão pagando 40 reais por 100 litros de água, que, segundo fontes bem posicionadas, viria do antigo Hospital São Raimundo, de propriedade do pai do atual prefeito.

Sem o fornecimento de água pela CAEMA, mas com as contas de água batendo nas portas dos altamirenses, a população do município segue sendo desrespeitada e sem o mínimo de dignidade ao básico, além de terem seus direitos de consumidores lesados pela insensibilidade da gestão municipal. É desumana, repudiante e ultrajante a falta de responsabilidade e compromisso do prefeito de Altamira, Ricardo Miranda, na busca por soluções para o problema da falta d’água na cidade, que afeta todos os âmbitos da população, principalmente os menos favorecidos.

A melhor justificativa para o silêncio sepulcral do gestor municipal mediante a situação, deve se dar pelo fato de ele não permanecer na cidade, o que o afasta totalmente da realidade do município que ele diz representar.


CRIANÇA AFOGADA

Menina de 2 anos morre afogada dentro de balde no Maranhão

Do Blog. Valdemir Oliveira
Atualizado em 06/01/2016 21h16 www.jgmoreira.com.br

Uma criança de dois anos de idade morreu afogada na segunda -feira (14) no Povoado São Vicente, em Igarapé do Meio(MA), a 227 km da capital, no Vale do Pindaré. A menina caiu dentro de um baldem plásticos de aproximadamente 100 litros de água, que estava no banheiro do quintal de casa e se afogou.

Como de costume a mãe havia ido buscar água do outro lado do povoado e a criança tinha ficado em casa com o avô e os outros irmãos. Em um momento de distração, a menina acabou indo para o quintal sem que ninguém percebesse.

A tia da criança conta que ela foi encontrada pela irmã mais velha. “Acostumada a brincar no quintal. Nunca tinha acontecido nada e os baldes tem que ficar cheio para banhar, pois cedo à água vai embora“, revelou Maria das Dores da Silva Maciel. Os pais ainda levaram Emanuele para o hospital, mas ela já estava morta. “Muito triste. Jamais imaginava uma coisa dessas. Ficou brincando com o avô dela. Quando cheguei perguntei para a irmã dela onde ela (vítima) estava e ela disse não sei mamãe. Mandei ela encher o balde de água e ela gritou que a neném tava dentro do balde. Peguei ela, mas já estava molinha. Levei para o hospital“ desabafou Maria Antônia Alves Viana, mãe da criança.

Quem acompanhou o caso se solidarizou com a família e reforçou a importância de se redobrar os cuidados com as crianças pequenas. “Todo cuidado é pouco. No caso da mãe tava pegando água, a gente passou por ela lá no poço. Aí, quando chegamos em casa não demorou muito e soubemos da notícia que a menina tinha morrido num pouquinho de água, que não enchia um balde pequeno. Muito triste“, afirmou a cozinheira Glória Quaresma.

Vizinhos e parentes acompanharam o cortejo com o corpo da criança até o cemitério do povoado São Vicente as margens da BR 222 em Igarapé do Meio. Muito abalado o pai precisou ser amparado por amigos durante o enterro. Francisca Emanuele Viana Maciel de dois anos era a caçula de quatro irmãos.


AGUA BAIXADEIRO

Na edição de hoje, peço vênia aos nossos leitores para reproduzir uma primorosa crônica da lavra de Expedito Moraes, administrador e baixadeiro natural de Cajari. A deferência se justifica em razão da aura sentimental de que se reveste o tema abordado. Assim, para o nosso deleite, passemos à leitura do bucólico texto:

“Todo dia Dona Antônia acorda cedo e procura alguma coisa pra fazer o “café” da família. Dona Tunica, como é conhecida, se abastece no povoado mais próximo, na quitanda do Seu Teodoro, com o dinheirinho do Bolsa Família. Além de ser muito pouco, Seu Teo vende tudo muito caro. Mas é o único quitandeiro do povoado. Bem surtido, é abastecido pelos caminhões dos Armazéns Peixoto e Martins e por outros fornecedores alienígenas. Nada, nada mesmo é produzido neste Maranhão de um potencial tão rico.

Tem uma bancada dentro do seu comércio, que chama de frutaria, e lá se encontram laranjas, bananas, melancias, mangas, maçãs, tanjas, atas e outras frutas que vêm da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, São Paulo etc. Até o quiabo, maxixe, cheiro verde,  vinagreira,  joão-gomes.  Na Ceasa, 98% dos produtos vem de fora do nosso estado. Seu Teo está bem sucedido, afinal ele é a ponta de um perverso e quase imperceptível sistema de transferência de renda dos estados não produtores para os produtores.

As crianças, todas as manhãs, precisam percorrer o caminho que atravessa o campo, agora muito seco e cheio de torrões. Descalças, andam uma légua até a escola municipal. Chegam com o suor escorrendo pelo rosto misturado com a poeira e mortos de sede. No caminho não tem água em lugar nenhum. Apenas um pequeno açude, escavado pelo prefeito anterior, resiste até a seca virar tragédia. Mesmo assim é onde os animais bebem e são lavados, as pessoas banham, lavam e recolhem água para consumo doméstico. Essas crianças desnutridas alimentam a esperança de saciar sua fome com a “merenda escolar”.

Com a aflição da pobreza, Dona Tunica se desespera. Sem comida em casa, sem água para  suas necessidades, para molhar as plantas e o seu  “canteiro”. Da pequena roça, plantada num pedacinho de terra que sobrou do lado de fora da cerca eletrificada do fazendeiro, morreu tudo por causa da escassez de chuvas. O poção mais próximo que dava uns tamatazinhos e umas taririnhas secou. Seu Chico, marido de Tunica, não sabe mais o que fazer, apesar de no inverno pegar sua canoa e “empurá-la à vara” até o meio do campo para, com um puçá ou uma tarrafa, pegar o “cumê” da semana em poucos minutos.

 

Famílias como a de Chico e Tunica existem aos montes nos campos da