(Para os amantes da poesia.)

INTIMIDADE

Nada é tão odiado…
Nada é tão inclemente
Nada é tão responsável…
Pelos erros da gente.

Intimidade…
Inimiga mortal dos sonhos
Companheira inseparável do pranto
Mostra ao demônio que é santa!
Quando se perde o respeito
Quando se perde a dignidade.
Ai… Justifica-se: Olha eu só fiz isso em nome da nossa intimidade.

Sonha-se com alguém
Conhece-se esse alguém
Ama-se.

INSÍDIA
O álveo da nossa ligação de amor
Foi uma torrente de paixões incompreendidas…
Dos sonhos que deram lugar
Ao presságio do mal
Que dormia em nossa cama
Eram sonhos que se desfaziam
Por um pressentimento único
Indicio traiçoeiro…
Que o teu coração sempre escondeu
Na falsa fé do amor verdadeiro
E a Infidelidade que te consumia.
Agora me Esqueça…
Conforte-se… A vida é sua.
Eu já pisei as magoas.
(jgmoreira)- Se essa poesia lhe disser algo: Desculpa-me, isso é mera coincidência.

EXTERIORIZANDO O CONFORMISMO

Se coincidências não existem
E se no meu destino está escrito
Por que tenho eu que fugir?…

Parado estou, na quietude dos dias
Exteriorizo o conformismo
E o que meu coração sente
Exteriorizo a alma que clama
Ao pedir que não te perdoe

Doei-me às fraquezas do amor
Pelo que criei e também destruir
Escrevi em paginas os erros da vida
E o poema da felicidade

Doei-me às fraquezas do amor
Quando exteriorizei a tua fidelidade
E fui fisgado pela tua traição.

Por tudo quanto um conflito interno de corações, se o certo ou errado fizemos. Provavelmente você não obterá resposta e o conflito só tende a se eternizar uma vez que: Perdeste a única chance de alcançar a felicidade total no amor a se consumar, num estagio emocional nunca experimentado por quem se dizia fiel.


A MORTE SILENCIA DORES

O meu mundo é feito de sonhos
Sonhos que entram e saem despercebidos
Que abrigam na alma somente as dores
Dos amores mal resolvidos

A cada sonho um choro e uma razão…
No dilúculo do meu dia a dia
O drama sacro do meu coração
No oratório do arrependimento
Por não tê-las amado como devia

Nas minhas noites mal dormidas
Sonhos pertinentes atribulados e constantes
Saudades das paixões vividas
Pelas mulheres que fui conhecendo…
As que eu conheci…
As prometidas…
E as que eu nunca esqueci.

Ah! …Mulheres que me consumiram
E que hoje os meus sonhos inda consomem
Desculpem… Eu preciso dormir o sono eterno
Perdoem-me, se ao invés de fazê-las sorriem
E as fiz chorar…
Por isso eu preciso da morte como silencio
Dormindo então: Calar-me-ei para sempre
Porque o meu silencio…
Ajudará a vencer as dores que lhes causei

        Jgmoreira (APLAC) Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências.