Assembleia Legislativa-Ma

DEP. discursando na Assembleia

DEPUTADO WELLIGTON DISCURSA NA ASSEMBLEI EM DEFESA DOS VIGILANTES

Na manhã desta quinta-feira (11), o vice-presidente do SINDVIG-MA, Daniel Pavão, procurou o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB), na Assembleia Legislativa, por meio de uma carta aberta aos deputados, onde denuncia que aproximadamente 1200 vigilantes seriam demitidos a partir de maio deste ano pelo Governo do Estado, para contratação de porteiros. 

Conforme a parlamentar, mediante a intransigência do governo em atender os representantes da categoria, o Sindicato resolveu recorrer à Assembleia Legislativa do Maranhão para que os deputados solicitassem ao governador Flávio Dino (PCdoB), que 1200 vigilantes não fiquem desempregados. 

Anteriormente, o governo já havia demitido 504 vigilantes e contratado porteiros somente pelo dia, para redução de custos. Mas, na opinião do deputado, não existe uma razão específica para tal rescisão contratual em massa, de forma emergencial, visto que a substituição de vigilantes por porteiros de forma integral diminui diretamente a proteção deferida ao patrimônio público, alunos e professores que frequentam as unidades educacionais estaduais.

O presidente do SINDVIG-MA, Raimundo Raposo, espera que o governador revogue esta decisão, pois muitos pais de família ficarão desempregados. O que não é o caso de desclassificar os porteiros, mas os vigilantes têm o preparo para garantir a segurança do patrimônio e integridade física das pessoas, sendo regulamentados pela Lei 7.102/93. 

O que me surpreendeu foi o governador tomar a decisão de demitir 1200 trabalhadores de uma vez só. E até o presente momento não nos receber para dialogar. Até na Secretaria de Educação já não me recebem mais. Pedi que me informassem de forma oficial e até agora não obtivemos resposta. Por isto, recorremos aos deputados. E se não tiver diálogo, vamos para a porta do Palácio solicitar que ele volte atrás desta decisão. Não estamos interessados em empresa A ou B e sim com o emprego da categoria”, declarou Raposo. Presidente do SINDVIG-MA

O deputado Wellington do Curso defendeu a categoria em discurso na sessão plenária, para que mais trabalhadores não fiquem desempregados. “Vamos solicitar ao Governo do Estado uma explicação, principalmente o motivo pelo qual estão fazendo isto de forma emergencial e o mais grave, aumentou os impostos e vai desempregar pais de família. Contem com a Assembleia Legislativa. Contem Comigo. O meu mandato é de vocês”,denunciou Wellington no Plenário.

Na atualidade, esta é a única profissão regulamentada pela legislação brasileira que trata de segurança privada no país. A Polícia Federal, por intermédio da PORTARIA 3.233/2012-DG/DPF é quem estabelece os requisitos, direitos e deveres para o exercício da profissão de vigilante, sendo essencial para a segurança nas escolas públicas.

 

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Eleita deputada estadual com mais de 50 mil votos e sétima mais votada, a médica drª Tháiza Hortegal (PP) chega para o seu primeiro mandato com prestígio. Ela foi indicada para 3ª vice-presidência da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2019/2020.

 

A médica foi indicada pelo bloco PP/ Solidariedade(SD) formado pelos deputados  Fernando Pessoa, Rildo Amaral e Helena Duailibe do SD; Ciro Neto e drª Thaíza do PP.

A indicação foi acertada na manhã desta terça-feira, 23, durante reunião  com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto na sala da presidência. Participaram da reunião, além de Thaíza e Othelino, o deputado eleito Rildo Amaral e o prefeito Luciano Genésio (Pinheiro)

Com o apoio de 41 deputados estaduais, Othelino caminha para ser reeleito por aclamação.

Informações:Blog do Luis Cardoso 


Deputados se reúnem com Ministro dos Transportes em Brasília para cobrar manutenção da BR 135

Joelson Braga/ TV Assembleia

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As obras de duplicação da BR-135 serão retomadas já na próxima semana e serão entregues até o fim do ano. Esta foi a boa notícia que os deputados maranhenses receberam do ministro dos transportes, Antônio Carlos Rodrigues,  no encontro realizado na capital Federal, nesta terça-feira (12).

O encontro de trabalho no Ministério dos Transportes contou com as presenças  do vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), do presidente da Frente Parlamentar em favor das BRs que passam no Maranhão, deputado Fábio Macedo (PDT) e dos deputados Júnior Verde (PV), Glauberth Cutrim (PDT), Rafael Leitoa (PDT), Roberto Costa (PMDB) e Rogério Cafeteira (PSB). O deputado Federal Weverton Rocha (PDT) também participou da reunião.

Para o deputado Othelino Neto, o ministro demonstrou interesse em resolver as questões emergenciais, principalmente na BR-135 que está com vários trechos comprometidos. “Saímos daqui com o sentimento reforçado de que o drama vivido por milhares de maranhenses em relação a BR 135 está perto do fim”, declarou o vice- presidente do parlamento estadual.

O ministro dos transportes observou que o órgão fará o possível para resolver de imediato os trechos esburacados. “Eu solicitei ao ministro  que fossem aumentadas as equipes que estão trabalhando para garantir a trafegabilidade na BR-135. E isto vai ser feito para agilizar a recuperação”, disse Fábio Macedo.

O diretor-geral do DNIT garantiu o empenho do órgão na melhoria das estradas federais no estado. Já o deputado Rogério Cafeteira lembrou que o problema das BRs no Maranhão se arrasta há muito tempo, mas que agora há uma conjunção de esforços no sentindo de resolver o problema. “O problema é a falta de manutenção ao longo dos anos. Mas agora o ministro se comprometeu em abrir licitação para que haja uma manutenção e isto é muito bom”, concluiu Cafeteira.


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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO DEPUTADO OTHELINO NETO

DATA – 31/03/2016

 Othelino Neto: “Não se pode cassar governo por impopularidade, pois quem faz isso é o povo nas urnas”

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) aproveitou o dia 31 de março, aniversário do golpe militar no Brasil, para sair em defesa, na tribuna, do estado democrático de direito no país, em um momento de grave crise institucional. Segundo ele, não se pode fazer o impeachment de um presidente da República, eleito pelo povo, sem que haja crime de responsabilidade como prevê a Constituição Federal.

“Não se pode cassar governo por impopularidade, pois quem faz isso é o povo nas urnas, assim como aconteceu no Maranhão, em 2014, quando a população resolveu dar um basta no domínio do grupo Sarney. Não se pode passar por cima da democracia”, frisou Othelino Neto.

O deputado recordou que, em 31 de março de 1964, o Brasil passou a viver uma das  páginas mais tristes da sua história com o famoso golpe militar, que suspendeu o regimento democrático e que acabou, provisoriamente, com o estado democrático de direito e gerou as consequências mais danosas e mais graves possíveis para o país. “Cassou-se um presidente, eleito democraticamente, João Goulart, que foi, inclusive, exilado após a sua cassação. Vários outros políticos  importantes e de boa memória foram cassados também, por exemplo, temos os casos do saudoso Leonel Brizola, do conterrâneo Neiva Moreira, de Miguel Arraes e tantos outros”, comentou.

Othelino enfatizou, no pronunciamento, que várias famílias tiveram suas vidas modificadas e muitas delas, nem sequer, sabem que fim levou seus familiares, aonde foram parar os restos mortais daqueles que lutaram e que ousaram se insurgir contra o regime do arbítrio.

Crise institucional no Brasil

Segundo o deputado, este ano, em particular, merece que a sociedade preste bastante atenção, porque o país vive uma crise institucional grave, onde se questiona o mandato da presidente da República, o que levanta sérias dúvidas quanto à legitimidade dele.

“Para que alguns oportunistas não queiram repetir o velho discurso de que o impeachment não é golpe, porque está previsto na Constituição, digo que não se trata disso. É claro que o instrumento jurídico do impeachment está previsto na Constituição Federal do Brasil, já foi inclusive aplicado uma vez na história recente do país com o afastamento do ex-presidente Fernando Collor de Melo. Quando se questiona a legitimidade e a legalidade de um novo impeachment, é porque a Lei Magna diz que o que o impedimento só se justifica se for comprovado o crime de responsabilidade cometido diretamente pelo presidente da República”, explicou.

Othelino usou uma análise do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e se referiu à questão para afirmar que, se  não se confirmou o crime de responsabilidade cometido pela presidente, não há razão para se tratar de impeachment.

“O governador Flávio Dino, diferente de muitos, não tem medo de assumir posições públicas, ainda que estas não pareçam, não sejam as do momento, as da onda, porque é um político que está preocupado com a história e não com a ocasião”, enfatizou.

Segundo Othelino, as regras precisam ser respeitadas sob pena de se colocar em risco a democracia pela qual várias gerações lutaram, deram suas vidas e que a população, graças a Deus e às lutas populares, conseguiu conquistar e consolidar no Brasil. “Que fique hoje este lembrete, este tema para que nunca mais ocorra o golpe que ocorreu em 31 de março de 1964”, frisou.


 

 

 

 

 

 

LEONARDO MAIS FLAVIOPARABÉNS, SERVIDOR! Neste dia 28 de outubro, parabenizo todos os servidores públicos brasileiros, em especial do nosso querido Maranhão e da Assembleia Legislativa, por esta data toda especial. Expresso aqui meu agradecimento e o meu reconhecimento aos servidores efetivos, comissionados, requisitados e aposentados pelo que representam para o nosso desenvolvimento. Eles são, exatamente, os elementos necessários e imprescindíveis ao Serviço Público e ao crescimento do nosso Estado. FELIZ DIA, SERVIDOR!SERVIDOR PUBLICOSERVIDOR PUBLICO II


DOCUMENTO OTHELINO

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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

ASSESSORIA DO DEPUTADO OTHELINO NETO

DATA – 01/07/2015

Instalada a Comissão que levantará prédios públicos do Estado com nomes de pessoas vivas

  A comissão será presidida pelo deputado estadual Othelino Neto

A Assembleia Legislativa do Maranhão instalou, nesta quarta-feira (01), a Comissão Especial que visa fazer um levantamento de todos os bens públicos do Estado, que têm nomes de pessoas vivas, com o objetivo de cumprir a Lei Federal que proíbe esse tipo de homenagem a personalidades que ainda estão entre nós, independente de serem adversárias ou aliadas. Ela foi criada por meio da resolução 864, baixada pela Mesa Diretora da Casa a partir de requerimento do deputado Othelino Neto (PCdoB).

Na primeira reunião, os parlamentares elegeram o trio que comandará os trabalhos. A Comissão será presidida por Othelino Neto (PCdoB), terá como vice-presidente Glalbert Cutrim (PRB) e como relator Rogério Cafeteira (PSC). Os deputados Fábio Macedo (PDT), José Inácio (PT), Cabo Campos (PP) e Roberto Costa (PMDB) ficaram como membros titulares.

A partir da instalação, a Comissão terá 90 dias para apresentar os resultados, ou seja, o levantamento de todos os órgãos do Estado que ainda tenham nomes de pessoas vivas. Ficaram como suplentes os deputados Marco Aurélio (PCdoB), Edson Araújo (PSL), Rafael Leitoa (PDT), Levi Pontes (SD), Ricardo Rios (PEN), Leo Cunha (PSC) e Nina Melo (PMDB).

Segundo o presidente Othelino Neto, além de a Constituição Federal proibir a colocação de nomes de personalidades, que ainda estão entre nós, em órgãos públicos, já há jurisprudência nesse sentido vedando e considerando ilegais os atos que realizaram essas homenagens. O deputado explicou que está previsto no Artigo 37 o impedimento para colocação de nomes de pessoas vivas em órgãos públicos, pois fere o princípio da impessoalidade, a Lei Federal 6.454 de 1977.

“Não bastando isso, tem jurisprudência dos tribunais superiores do Brasil, considerando ilegal a colocação de qualquer nome de pessoa viva em órgão público, independente de cor partidária, de ser político ou não ser político”, disse Othelino.

Recomendação do Ministério Público

Em cumprimento à recomendação da Procuradoria da República, o governador Flávio Dino já assinou decreto que determina a ocultação ou remoção de inscrições com nomes de pessoas vivas em prédios públicos sob administração ou pertencentes ao Poder Executivo do Estado do Maranhão. Os novos nomes serão sugeridos pelas Secretarias de Estado, observando os critérios de que o homenageado já tenha falecido, probidade e relevante contribuição ao campo temático.

A partir de 2015, 50 cidades do Maranhão determinadas pelo Ministério Público Federal passarão por modificação nos nomes de prédios estaduais que contiverem inscrições, gravuras, pinturas, letreiros, faixas, placas, cartazes ou qualquer outra forma de identificação por nome de pessoa viva, atribuídos a bens públicos de qualquer natureza. A orientação do MP destaca o cumprimento de Lei 6,454/77, que veda homenagem a pessoas vivas em logradouros públicos em todo o território nacional.

O decreto assinado na tarde de terça (30) dispõe que unidades educacionais e de saúde, museus, bibliotecas, sedes de repartições e serviços públicos, prédios, monumentos, ginásios, estádios, autarquias, fundações, institutos e quaisquer logradouros públicos (praças, ruas, avenidas, travessas, pontes, bairros, vilas, distritos, parques), bem como obras públicas nessas cidades não poderão conter nome de pessoas vivas.

A primeira orientação partiu da Procuradoria de Caxias, em 13 de agosto de 2014, quando o Governo do Estado foi pela primeira vez notificado para o cumprimento da orientação. Em 4 de março de 2015, foi a vez da Procuradoria Federal em Bacabal fazer a recomendação ao Governo do Maranhão. O não cumprimento de tais recomendações do MP resultariam em ações judiciais ao Estado e às autoridades políticas competentes.


 

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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO DEPUTADO OTHELINO NETO

DATA – 30/06/2015

 

Othelino defende direito do governador de usar redes sociais e cita exemplo do Papa Francisco

 O parlamentar citou o exemplo do Papa Francisco que tem coragem de debater assuntos polêmicos da Igreja Católica, de forma inovadora na internet

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) defendeu, na tribuna, na sessão desta terça-feira (30), o direito do governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB), de usar as redes sociais para discutir o próprio governo, referindo-se a uma polêmica com o padre  Cláudio Bombieri e a questões do Sistema Carcerário. O parlamentar citou o exemplo do Papa Francisco que tem coragem de debater assuntos polêmicos da Igreja Católica de forma inovadora na internet.

“É só olhar para o Papa Francisco, olha como inova, como é corajoso. Ele colocou o dedo em temas que nenhum chefe religioso antes, nem a igreja, teve coragem de tratar. É um Papa que já falou, por exemplo, que é preciso discutir o celibato. Que já abordou a questão dos divorciados comungarem. Desculpou-se por casos de violência dentro da Igreja. Se ele discute assuntos polêmicos, expõe-se ao contraditório, se ele toca em temas sensíveis, então um padre não pode mais ser questionado? Não se pode discordar do padre? E mais, o governador do Estado não pode discutir nas redes sociais?”, comentou e indagou o deputado.

Othelino disse que há muitos excessos no destaque dado à crítica do texto do padre Cláudio Bombieri. Segundo ele, a oposição, que até outro dia era Governo, não é acostumada com o estilo democrático e transparente de Flávio Dino e tenta transformar em algo negativo o que deve ser elogiado. Ele disse que um governador se apresentar, expor-se ao debate nas redes sociais é um fato novo no Maranhão. Para o parlamentar, isso mostra que o governador está disposto a debater o seu governo, os problemas enfrentados e desce lá do mandato para discutir mesmo na internet.

“Isso é democrático, isso é saudável. Diferente de antes em que a ex-governadora Roseana Sarney nem governava, que dirá se prestar a discutir democraticamente, livremente um tema da maior importância como esse do Sistema Carcerário”, comparou.

Com relação ao episódio do padre Roberto Perez ter sido funcionário de uma empresa terceirizada, Othelino disse que é interessante agora ver alguns ditos “paladinos da moralidade” acharem isso normal. Segundo o deputado, estes mesmos criticaram, por muito tempo, a terceirização, no que diz respeito a servidores do Sistema Penitenciário, em particular de Pedrinhas, e não reconhecem que o atual Governo está, paulatinamente, acabando com isso.

Terceirização

Segundo Othelino, o padre, de fato, foi contratado em novembro de 2013, no auge da crise penitenciária. “E, coincidentemente, depois de ter sido dispensada a empresa terceirizada, passou a ser um crítico duro, ácido do Governo. Nada contra a crítica. É legitima e pode e deve ser rebatida. Não é pelo fato de ser padre que ele não vai ser rebatido, que não haverá o contraditório”, disse.

Othelino criticou a oposição por mostrar matéria sobre o Sistema Carcerário na revista Carta Capital, mas não dizer que o mesmo veículo publicou uma notícia, dando conta que dez mil professores terão formação sobre trabalho escravo no convênio com a ONG Repórter Brasil. “Foram lá com a lupa olhar aquilo que questionava o Governo, mas não observaram, na mesma revista, uma ação inédita, que tem política de combate ao trabalho escravo”, disse ao lembrar que a ex-governadora vetou o projeto, de sua autoria, que cancelava a inscrição estadual de empresas que, comprovadamente, utilizassem mão-de-obra escrava.

Sobre um pedido de desculpas do governo Flávio Dino em torno da polêmica com o padre Cláudio, sugerido pela oposição, Othelino  disse que nunca viu o grupo Sarney se desculpar pelo que fez com o Maranhão, por ter recebido um Estado próspero e entregue destruído. “Isso, sim, mereceria um pedido de desculpas”, frisou.

O deputado reiterou, no final do pronunciamento, que a postura do governador de não fugir ao debate merece aplausos. Segundo ele, é  importante discutir os problemas do governo, não só internamente com sua equipe, mas nas redes socais, ouvindo e respondendo críticas, “porque assim é que age um governo moderno, um governador democrático, transparente, que sabe aonde quer chegar com seu governo”.


Anexo
 

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO DEPUTADO OTHELINO NETO

DATA – 22/06/2015

Comissão levantará bens públicos do Estado com nomes de pessoas vivas

  Requerimento que criou a Comissão é de autoria do deputado estadual, Othelino Neto

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, por maioria de votos, na sessão desta segunda-feira (22), requerimento, de autoria do deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), para instalação de uma Comissão Especial que visa fazer um levantamento de todos os bens públicos do Estado, que têm nomes de pessoas vivas, com o objetivo de cumprir a Lei Federal que proíbe esse tipo de homenagem a personalidades que ainda estão entre nós, independente de serem adversárias ou aliadas.

Após a aprovação do requerimento, a Mesa Diretora da Casa baixará uma resolução criando a Comissão Especial com presidente, relator, sete membros titulares e sete suplentes. A partir da instalação, os deputados terão 90 dias para apresentar os resultados, ou seja, o levantamento de todos os órgãos do Estado que ainda tenham nomes de pessoas vivas.

 

A indicação, protocolada pelo deputado, para que a Ponte José Sarney passe a se chamar, oficialmente, Ponte do São Francisco, como já é popularmente conhecida, foi lida em plenário, na semana passada, e encaminhada ao governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB), a quem cabe acatar a sugestão ou não.

 

Othelino disse que, além de a Constituição Federal proibir a colocação de nomes de personalidades, que ainda estão entre nós, em órgãos públicos, já há jurisprudência nesse sentido vedando e considerando ilegais os atos que realizaram essas homenagens. Durante pronunciamento nesta segunda-feira (22), o deputado explicou queestá prevista na Constituição, no Artigo 37, o impedimento para colocação de nomes de pessoas vivas em órgãos públicos, pois fere o princípio da impessoalidade, a Lei Federal 6.454 de 1977.

 

“Não bastando isso, tem jurisprudência dos tribunais superiores do Brasil, considerando ilegal a colocação de qualquer nome de pessoa viva em órgão público, independente de cor partidária, de ser político ou não ser político”, disse Othelino.

 

Recomendação do Ministério Público

O deputado informou ainda que o governador Flávio Dino recebeu, inclusive, recomendação do Ministério Público Federal para que retire todos os nomes de pessoas vivas dos órgãos e bens públicos do Estado. Segundo o parlamentar, o MP cita, inclusive, que o governo do Estado elenque as escolas estaduais que têm nomes de personalidades que ainda estão entre nós.

 

“Este requerimento não é para perseguir A, B ou C, porque não tem só o nome do ex-senador José Sarney em órgãos públicos. Aqui, o deputado Edilázio Júnior fez uma indicação ao governador Flávio Dino solicitando a substituição do nome do ex-governador João Castelo pelo do radialista Herbert Fontenele. Eu fui o primeiro a concordar, embora ele, hoje deputado federal, seja do nosso campo político”, disse.

 

Segundo Othelino, o objetivo do requerimento é para que a Assembleia mostre para a sociedade que ela cumpre o seu papel nos mais diversos campos, seja legislando, apreciando os projetos e, ao mesmo tempo, legisla por iniciativa própria. “Aqui as proposições importantes para o Estado não têm parado ou ficado trancadas em salas ou em gavetas; têm sido apreciadas e votadas, seja pelas discussões que nós fazemos aqui, por vezes acaloradas, mas discutindo o Maranhão”, frisou.

 

Para o deputado, homenagear pessoas vivas é arriscado, porque o ser humano é falível. “Se naquele momento histórico havia uma razão para se prestar uma homenagem, colocando nome de alguém vivo, essa pessoa ainda em vida pode cometer um erro e, para alguns, ela pode não ser mais digna daquela honraria. Isso vale para todos, então é preciso que tenhamos humildade, simplicidade”, afirmou.

 

Othelino disse que esperava do ex-senador José Sarney (PMDB) que, por iniciativa própria, pedisse que essas homenagens não fossem feitas enquanto estivesse vivo para que ele possa ser julgado pela história e isso só pode ser feito quando ela estiver encerrada. “Quando nós estamos vivos, estamos acertando e errando. É por isso que homenagear pessoas vivas em órgãos públicos, além de proibido, é imoral”, observou.


Deputados governistas contestam críticas da Oposição à área da Segurança Pública

08/06/2015 22:20:54 – Agência Assembleia

 

Os deputados Rogério Cafeteira (PSC), Othelino Neto (PCdoB) e Marco Aurélio (PCdoB) contestaram, na sessão desta segunda-feira (8), críticas de deputados da oposição a problemas na área da segurança Pública do Estado. O líder do Governo, Rogério Cafeteira, declarou que a Polícia está intensificando operações com todo o comando reforçado para atuar no sistema de transporte coletivo de São Luís, em que ocorreram recentemente diversos assaltos com mortes de passageiros.

 

Rogério Cafeteira frisou que as forças de segurança estão reforçando o esquema de enfrentamento da violência e da criminalidade em todo o Estado. Segundo o líder do Governo, desde o início de 2015 até o momento, a Polícia Militar e Civil realizaram um total de 1.118 prisões em todo o Estado. As ações do Sistema de Segurança já prenderam assaltantes de banco, assaltantes comuns, homicidas, traficantes de drogas e agiotas.

 

O deputado Othelino Neto assinalou que existe uma diferença crucial entre a forma como o atual Governo conduz a segurança pública e a forma como era conduzida anteriormente. “Primeiro, o governador, ele de fato, acompanha pessoalmente as ações da Secretaria de Segurança. Diferente do governo anterior, que a governadora abandonou o governo muito antes do governo acabar, estava preocupada com outras coisas”, assinalou Othelino.

 

Por sua vez, o deputado Marco Aurélio afirmou que o governo precisa melhorar a segurança pública: “Reconhecemos o esforço do governo do Estado do Maranhão. Agora a oposição ataca na forma recheada de incoerências e da intencionalidade de apenas prejudicar o que se está construindo e de desmerecer o que se está construindo. Aí, sim, questiono, porque o passado nos traz ao nosso discurso de hoje. Como é que num passado tão próximo de cinco meses atrás, seis meses atrás, havia no poder um grupo que tinha o poder de fazer e não fazia”, frisou o deputado Marco Aurélio.

 

Em seu discurso, o deputado Marco Aurélio observou que “o governo tem a sua pauta, o governo tem responsabilidade, e quem pauta o governo não é incoerência do passado, é o povo”.


Mas por que os pupilos da oligarquia só enxergam agora o avanço da criminalidade?

Adriano Sarney, nascido e criado na oligarquia que faliu o Sistema de Segurança, agora tem a fórmula para combater a criminalidade

Quem vê os deputados Andrea Murad (PMDB) e Adriano Sarney (PV), pupilos da oligarquia, todos os dias na tribuna para alardear o crescimento da criminalidade no Maranhão, que já vem evoluindo há muitos anos, durante vários governos do grupo Sarney, há de se perguntar por que eles não deram as “soluções” para os problemas quando seus parentes estavam comandando o Estado.

Onde eles estavam quando cabeças eram decepadas e arremessadas pelas grades do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, naquelas famosas rebeliões, ocorridas no governo Roseana? O que disseram diante de tanta carnificina, incêndio nos ônibus, crianças queimadas, policiais mortos?

Andrea Murad, que teve o pai como secretário de Segurança, agora tem a "solução" para ressuscitar o sistema que o grupo Sarney faliu

Agora, depois de décadas de descaso do grupo Sarney com a Segurança Pública e após a alternância de poder ocorrida há apenas cinco meses, é muito fácil ter “garganta” para considerar, somente agora, que a a criminalidade cresceu no Maranhão. Apontam agora “brilhantes ideias” e por que não auxiliaram seus parentes para evitar que o crescimento da violência se tornasse um grave problema para o Estado?

Hoje, os pupilos fizeram mais um jogo de cena no plenário da Assembleia Legislativa para cobrar isso e aquilo em relação a Segurança Pública, como se tivessem as soluções para “ressuscitar” o sistema que foi destruído pelo grupo Sarney. E não é preciso citar, além dos já mencionados acima, os inúmeros erros da Segurança Pública, no período oligárquico. A população tem a memória boa. Há apenas cinco meses, o Maranhão estava tomado pelo caos também nesta área.

A tática é aterrorizar

A estratégia da falecida oligarquia está mais do que clara. A tática é aterrorizar a população, utilizando todo o sistema de comunicação, que está em seu poder, e tentar passar para a população que a criminalidade no Maranhão só aumentou agora, nesses últimos cinco meses de governo Flávio Dino.

Os telejornais da Mirante se transformaram em verdadeiros boletins de ocorrência (BOs). Qualquer assalto, crime, ocorrência, que eram rotina e até mais acentuados, durante os governos do grupo Sarney, agora passam a ser as principais notícias do sistema. Como disse, recentemente, um amigo meu: “daqui a pouco até roubo de bolsa de madame vai virar matéria”.

Incrível, mas, por mais de cinco décadas, o grupo Sarney era totalmente “cego” para o avanço da criminalidade e, de repente, sem os benefícios do governo, apresenta-se “curado” da cegueira. É como se nada  tivesse acontecido no passado e a alavancada da violência tenha se dado apenas a partir de primeiro de janeiro deste ano, com o governo Flávio Dino. Perdoem-me, pupilos, mas eu acho que aí faltou “oleo de peroba”.

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