O presidiário do regime semiaberto Helinton Alves Nogueira, de 27 anos, foi morto com mais de 15 tiros, na noite desta terça-feira (10), na rua 1º de Julho, no bairro da Glória, Zona Oeste de Manaus.

Segundo policiais da 5ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), testemunhas relataram que Helinton, que usava tornozeleira eletrônica do sistema prisional do Estado, foi morto por homens que estavam em um Fiat Uno, cuja placa ninguém anotou.

De acordo com as testemunhas, “Chuck”, como Helinton era conhecido, foi assassinado quando caminhava na rua 1º de Julho.

Os tiros causaram pânico e correria entre moradores. “Chuck” usava tornozeleira eletrônica quando foi morto

 

“Chuck” com familiares

Perita examina o corpo de “Chuck” (Fotos: Divulgação)


O cadáver foi encontrado por caseiros de um sítio e a vítima estava decapitada

O corpo de um homem que morreu com várias facadas e decapitado,  com idade aproximada de 40 anos, cor clara, cabelos pretos e curtos, foi encontrado no começo da manhã deste domingo, 8, no ramal do Paricatuba, situado à altura do quilômetro 21 da rodovia AM-010, que liga Manaus ao município de Rio Preto da Eva.

De acordo com as primeiras informações da polícia, o cadáver foi encontrado por um casal que toma conta de um sítio. Muito assustados, os dois moradores correram até o telefone rural instalado em um comércio na margem da rodovia e comunicaram à Polícia Militar, que enviou uma guarnição ao local.

O homem assassinado tinha ao menos dez perfurações de faca nas costas, outras quatro na região do tórax e a cabeça foi cortada fora e deixada encostada no pescoço. Os assassinos foram ao ramal durante a madrugada para cometer o crime, segundo um morador do ramal, que ouviu gritos durante a madrugada.

Os policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e um perito do Instituto de Criminalística não encontraram documentos pessoais da vítima nos bolsos de sua calça. O corpo foi trazido sem qualquer identificação para Manaus pela equipe de plantão do Instituto Médico Leal (IML).

O crime vai ser investigado pela DEHS.