Corpo de Jessica Fernandes foi removido pelo IML de dentro da quitinete onde foi morta

A recepcionista Jéssica Fernandes do Nascimento, 27, foi morta por enforcamento com uma calça comprida e seu corpo foi encontrado na tarde desta quinta-feira, 27.

A mulher foi morta dentro da quitinete onde morava na Rua Atlético Mineiro, bairro da Cidade de Deus, na Zona Norte de Manaus.

O repositor Rildo Nascimento dos Santos, 38, que era marido da recepcionista e que não foi encontrado em lugar nenhum pela polícia, é apontado como autor do feminicídio.

O enforcamento aconteceu na noite de ontem, quarta-feira, 26, depois de uma discussão do casal, mas como as brigas viviam acontecendo a vizinhança não deu muita importância ao fato.

Policiais militares e civis na rua onde o feminicídio aconteceu

Os vizinhos contaram que ouviram a gritaria mas depois ficou tudo em silêncio e todos pensaram que Jéssica e o marido finalmente haviam entrado em entendimento.

Passavam das 14h desta quinta-feira quando uma vizinha estranhou não ter visto Jéssica e também percebeu que a quitinete permaneceu o tempo todo trancada.

Avizinha, que não quis ter seu nome divulgado, foi até a casa para ver se estava tudo bem com Jéssica e se deparou com o corpo em cima da cama.

Jéssica ainda estava com a calça enrolada no pescoço e seu corpo já começava a entrar em estado de decomposição e a exalar mau cheiro.

Policiais no fundo do corredor onde ficava a  quitinete que  o casal morava (Fotos: Divulgação) 

Rapidamente a notícia do assassinato se espalhou e policiais da 13ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) também foram informados do crime e avisaram à Delegacia de Homicídios.

Membros da família da recepcionista também foram avisados e confirmaram que o casal tinha um mau relacionamento e vivia em constantes brigas, agressões e até separações.

Desta vez o marido Rildo Nascimento teria ficado com raiva porque Jéssica saiu no começo da semana para sacar o dinheiro do Bolsa Família e só reapareceu em casa na última quarta-feira.

Rildo era repositor de um grande supemercado e foi procurado pela polícia em seu local de trabalho mas foi informado que ele não apareceu na quarta nem nesta quinta-feira.

O marido suspeito está sendo procurado pelos policiais da Delegacia de Homicídios e e o corpo de Jéssica Fernandes foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).


O corpo de um homem ainda não identificado foi encontrado no início da manhã deste domingo (13), na Avenida Abiurana, próximo a uma fábrica no Distrito Industrial, Zona Sul de Manaus.

De acordo com informações da 7ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), uma denúncia anônima realizada por volta das 5h30 informou a localização do corpo.

O Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC) afirmou que a vítima possuía oito perfurações causadas por disparos de pistola ponto 40, que atingiram a cabeça e o tórax.

Nenhum documento de identificação foi encontrado junto ao corpo, que foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML).

O homem possui idade entre 16 e 20 anos, vestia bermuda jeans e camisa vermelha escura.

A Polícia Civil investiga o caso.

 

 


A polícia apresentou na manhã desta quarta-feira, 28, na sede da Delegacia Geral (DG), os traficantes Fernando dos Santos da Silva, Gean Gomes das Chagas e Thiago Nazaré da Silva, envolvidos no homicídio de Ronniery Nascimento Rodrigues, o “Rony”, que tinha 30 anos e estava desaparecido desde a tarde do dia 25 de janeiro deste ano.

De acordo com o delegado e diretor do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), Guilherme Torres, os três acusados tiveram seus mandados de prisão temporária cumpridos no começo desta semana e confessaram envolvimento no homicídio, que já vinha sendo investigado desde o começo do mês em curso.

O corpo de Ronniery foi encontrado enterrado na tarde de ontem, terça-feira, 27, em uma área de mata conhecida como “Invasão do Buritizal”, na Comunidade União, bairro do Parque Dez de Novembro, Zona Centro-Sul da cidade.

 

Segundo a polícia, Rony foi executado num acerto de contas com traficantes de droga da Zona Centro-Sul de Manaus.

 

“Ronny” teve morte cruel nas mãos de inimigos 

 

Delegado Guilherme Torres ladeado pelos delegados

Demétrios Queiroz e Catarna Torres (Fotos: Divulgação) 

 

As buscas pelo corpo da vítima foram realizadas pelos policiais do DRCO, Deops, servidores da Secretaria-Executiva-Adjunta de Operações Integradas (Seaop) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM), policiais militares da Companhia de Policiamento com Cães (CIPCães) e Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM).

Vídeo mostra momento em que corpo foi localizado:

 


O corpo do Jovem  de 13 anos, que morreu afogado no Rio Pericumã nesta cidade de Pinheiro, na tarde de ontem (20 /04) , quando banhava com um grupo de amigos   teria caído e desaparecido dentro do referido Rio ,nas imediações da ponte José Sarney no bairro do Campinho. ,   foi encontrado no inicio da  manhã por volta de 09h30 min desta sexta-feira (21).

Por toda à tarde de ontem as equipes dos Bombeiros de Pinheiro fizeram várias buscas nas imediações do ocorrido, não obtendo exito. Na manhã desta sexta-feira as buscas foram reinicias.

De acordo com informações obtidas no local, alguns canoeiros começaram as buscas bem cedo e localizaram o corpo do jovem boiando próximo ao local que teria desaparecido, após encontrarem acionaram o corpo de Bombeiros que foi ao local retirar o corpo da água.

empresárioEMPRESÁRIO II

Microempresário estava desaparecido desde agosto do ano passado.
Ex-mulher, Célia Ribeiro, é apontada como principal suspeita do crime.

Do G1 MA

O corpo do microempresário Pedro Ventura foi encontrado depois de quase cinco meses desaparecido, no fim da tarde de quarta-feira (15), na altura do Povoado Saramandaia, entre as cidades de Buritirana e Amarante do Maranhão, a 835 quilômetros de São Luís. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal e a necropsia aponta que Pedro Ventura levou dois tiros de pistola e um corte na garganta.

Segundo informações da polícia, crianças estavam coletando frutas na área da fazenda e estranharam a lona semienterrada. Elas chamaram um adulto que confirmou que se tratava de um corpo e avisou à polícia. O reconhecimento de Pedro Ventura foi feito pela família, por conta de uma platina no braço esquerdo.

O microempresário foi visto pela última vez no dia 21 de agosto, entrando na casa onde morou com a ex-mulher Célia Ribeiro Teotônio. Exatamente um dia depois de ter assinado o divórcio. Câmeras de segurança da casa de vizinhos mostram o momento em que Pedro entrou na casa e nunca mais foi visto com vida.

Célia Ribeiro já é apontada como principal suspeita do crime e está presa no complexo penitenciário de pedrinhas, em São Luís. Ela foi transferida para lá, porque a polícia suspeitou que Célia estaria sendo beneficiada e manipulando os dois irmãos dela, Laércio e Daniel Teotônio, que também foram presos, por suspeita de participação no crime. Os dois foram transferidos paraPedrinhas, em São Luís.

O corpo foi achado em uma cova rasa, envolto em uma lona. O delegado da Polícia Civil, Carlos César Andrade, que acompanha o caso informou que o corpo foi achado casualmente.

“Foi encontrado por dois garotos que avisaram o proprietário do imóvel, que seria uma fazenda. Vários detalhes reforçam a suspeita de que o crime foi ocasionado pela ex-esposa em parceria com outros suspeitos”.

A mãe de Pedro, Sula Brandão, acompanhou todas as investigações e diz que vai lutar pela punição dos culpados pela morte do filho.  “Que todos aqueles que se envolveram nesse crime serão punidos em nome de Jesus, porque o meu filho era ungido pelo Espírito Santo. Eu creio que Deus é o meu advogado e já está entrando com providências para que sejam todos punidos. Nada vai ficar oculto”, declarou emocionada.

Além dos três suspeitos, foram presos também Samara Teotônio, esposa de Láercio, que teria ajudado Célia a lavar a casa no dia seguinte ao crime, e o policial militar André Duarte, apontado como suspeito, porque investigava o envolvimento amoroso de Pedro Ventura, com a ex-mulher do dentista Leonardo Mendes.

O dentista que contratou André Duarte também chegou a ser preso, suspeito de envolvimento no crime, mas está em liberdade por força de habeas corpus.

O delegado da Polícia Civil, Jean Gustavo Algarves, relatou que Célia, Laércio e Daniel Teotônio foram presos por homicídio e já foram denunciados pelo Ministério Público. “A Célia, o Laércio e o Daniel foram presos acusados de homicídio. Já existe processo criminal contra eles. Os autos estão com a gente, mas apenas para diligência complementares.”