A MORTE SILENCIA DORES

O meu mundo é feito de sonhos
Sonhos que entram e saem despercebidos
Que abrigam na alma somente as dores
Dos amores mal resolvidos

A cada sonho um choro e uma razão…
No dilúculo do meu dia a dia
O drama sacro do meu coração
No oratório do arrependimento
Por não tê-las amado como devia

Nas minhas noites mal dormidas
Sonhos pertinentes atribulados e constantes
Saudades das paixões vividas
Pelas mulheres que fui conhecendo…
As que eu conheci…
As prometidas…
E as que eu nunca esqueci.

Ah! …Mulheres que me consumiram
E que hoje os meus sonhos inda consomem
Desculpem… Eu preciso dormir o sono eterno
Perdoem-me, se ao invés de fazê-las sorriem
E as fiz chorar…
Por isso eu preciso da morte como silencio
Dormindo então: Calar-me-ei para sempre
Porque o meu silencio…
Ajudará a vencer as dores que lhes causei

        Jgmoreira (APLAC) Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências.


 

Oh, uma noites destas, por volta da meia noite
Esta terra inteira vai se recolher e chacoalhar
Os santos vão tremer e chorar de dor
Pois o Senhor vai chegar em seu avião celestial

Se Deus tivesse um nome, qual seria?
E você o diria diante dele
Se estivesse cara a cara com Ele em toda a sua glória?
O que você perguntaria, se pudesse fazer só uma pergunta?

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa

Se Deus tivesse um rosto, como ele seria?
E você ia querer ver
Se ver significasse que você teria que crer
Em coisas como o Céu, Jesus e os santos
E todos os profetas?

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa
Apenas tentando ir pra casa
De volta para o Céu, sozinho
Ninguém ligando em seu telefone
Exceto, talvez, o Papa, em Roma

Sim, sim, Deus é maravilhoso
Sim, sim, Deus é bom
Sim, sim, sim, sim, sim

E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa
Apenas tentando ir pra casa
Como um andarilho sagrado
De volta para o Céu, sozinho
Apenas tentando ir pra casa

Ninguém ligando em seu telefone
Exceto, talvez, o Papa, em Roma


 

Viva a Baixada

*Por Natalino Salgado

Na semana passada, fui alcançado por diversas mensagens de baixadeiros que se identificaram com o artigo que aqui publiquei, constatando que há naquela região uma terra santa. Fiz referência ao meu torrão natal, minha amada Cururupu; mas diversos leitores me disseram que a descrição que apresentei os fez recordarem de suas próprias cidades natais, dadas as semelhanças dos aspectos geográficos que irmanam cada uma das cidades da Baixada Maranhense.

Uma obra que também pode fazer surgir esse amálgama de sentimentos, por elencar uma série de escritos de elementos nostálgicos comuns, atende pelo nome de Ecos da Baixada – coletânea de crônicas sobre a Baixada Maranhense, e que se constitui numa daquelas iniciativas que a arte, na forma de literatura, pode se propor, quando tudo o mais, ao longo de anos, falhou por incontáveis razões. O eco é aquilo que reverbera, mesmo depois da fonte originária ter cessado. Ele ricocheteia e se espalha, repetindo a palavra várias vezes, para que seja ouvida e, quem sabe, desperte em seus ouvintes passivos, esquecidos e alheios, a atenção necessária.

A publicação é uma iniciativa do Fórum da Baixada Maranhense e reúne uma plêiade de baixadeiros escritores, amantes de sua terra que, a despeito da riqueza natural, da diversidade multifacetada de mar, terra, rios, florestas, lagos, flora e fauna, de ter uma riquíssima cultura – até um sotaque peculiar, um léxico de palavras únicas – tem amargado, ao longo de seus breves séculos de ocupação, o esquecimento e um desenvolvimento espasmódico que alcançam, só precariamente, sua gente lutadora.

Ler o livro é fazer uma impressionante viagem por todos os rios e ter à mão uma ictiografia detalhada. Confesso que aprendi mais nomes de árvores que em todas as minhas leituras anteriores. O livro é feito por apaixonados que foram reunidos por iniciativa do advogado – devo acrescentar o epíteto embaixador baixadeiro? – Flávio Braga, presidente do Fórum.em língua inglesa. Os exemplos na história europeia são numerosos, mas atualmente recordamos os ligados à erupção do nacionalismo entre as duas guerras, como o tragicamente ridículo “paz no nosso tempo “, a declaração do primeiro-ministro britânico Chamberlain em 1938, após a assinatura do acordo com Hitler em Munique.

A propósito, a palavra baixadeiro é desconhecida pelos dicionários com o sentido carinhoso que aqui menciono, como uma designação, uma naturalidade. Mas encontrei a palavra associada a um tipo de cavalo rústico, que se desenvolveu naturalmente, e por alguma intervenção humana, justamente em nossa baixada, desde o Brasil Colônia. É um animal pequeno, resistente, totalmente aclimatado aos extremos de seca e cheia da região. É uma raça antiga e um patrimônio genético que honra a comparação com habitantes da região, no aspecto tenacidade e resistência às intempéries.

Na obra que mencionei – ainda inédita – há ao mesmo tempo um toque de tristeza, quando se lê, por exemplo, na crônica de Nonato Reis, um lamento pelo Rio Maracu que, como outros no Maranhão, e talvez em estado mais grave, morre à míngua ano a ano. Mas toda a hidrografia da Baixada está gravemente comprometida e as iniciativas até hoje são, na melhor das hipóteses, tímidas.

O Ecos da Baixada deve ser distribuído nas escolas, na esperança de que crianças e jovens sensibilizados, se tornem ainda agora aqueles que farão de suas jovens vidas ecoar o chamado, não para salvar a natureza manifesta na Baixada, mas para se harmonizarem com ela, como se seus rios e igarapés fossem as veias que irrigam suas vidas.

A pena destes escritores, que integram a obra, faz as vezes de gritos proféticos. Clamam pelos rios como os elementos fundamentais de todo um ecossistema único e que arqueja, como se fosse a materialização das palavras do apóstolo Paulo que, em sua Carta aos Romanos, diz: “Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto.” (Romanos 8:22).

Quem nasceu naquele lugar sabe do que falo. A baixada, a despeito de todos os maus-tratos a que foi submetida, vive e resiste. Viva a Baixada!

*Médico, doutor em Nefrologia, ex-reitor da UFMA, membro da AML, ANM, AMM, IHGMA e SOBRAMES.

 


O São João de Pinheiro 2017 se encerra na noite deste domingo (02), e já deixa saudades. A festa junina que é um dos nossos maiores eventos culturais, foi mantida na cidade, com o parque folclórico localizado no antigo bairro do aeroporto,  pela Prefeitura de Pinheiro  através da Secretaria de Cultura,  Durante os  dias, 23, 24 , 25 e  até hoje o primeiro domingo de julho , o Parque do Povão local dos eventos juninos ,   atraiu multidões vindas de todos os lugares do nosso estado e de outros estados da federação, colaborando assim,  para  o recorde de publico jamais visto em outros eventos juninos no referido parque.

Na grade de apresentações, desde a primeira noite com o tema “O SÃO JOÃO DE UMA NOVA HISTÓRIA” , a secretaria fez renascer as tradicionais  danças folclóricas, grupos artísticos como: Bumba-Meu-Boi, Danças Portuguesas, Quadrilhas e muito mais. Uma grande estrutura foi montada para receber a população que com o novo layout foi possível  um maior controle no quesito segurança.  Tivemos também  bandas  animando e agitando o publico desde a primeira noite dos festejos,  numa mistura de ritmos para todos os gostos.

Nesta edição do evento junino gestão Luciano Genésio, a organização preparou uma estrutura completa, visando atrair a atenção da população Pinheirense  e dos turistas, com direito a praça de alimentação; segurança (Guarda Municipal e Polícia Militar); assistência médica com pontos de apoio (Secretaria de Saúde); socorristas de plantão; além da presença permanente do Corpo de Bombeiros e SAMU e  monitoramento do trânsito através da Guarda Municipal; entre outros serviços que foram oferecidos.

Ao conceder entrevista a este Blog, o Prefeito Luciano Genésio se reportou nos afirmando que: “Conseguimos fazer uma festa maravilhosa e digna, a altura do que esperávamos, tanto quanto o nosso carnaval que transcorreu com brilhantismo e segurança   e agora  o sucesso da nossa equipe com o nosso SÃO JOÃO  DE UMA GRANDE HISTÓRIA ” Finalizou Luciano.

PARABÉNS !!! (Blog do Zé da Graça)

 

 


 

 

 

Saudades da minha terra

Meus conterrâneos

É chegada a hora em que todos diferenciam atributos à ilustríssima mãe de todos – São Bento – como as glórias do passado, do presente e, com certeza, do futuro. Coube a essa geração, representar nesse cenário, com bravura, honradez e dignidade,  a grandeza dessa terra e de sua gente. É verdade  que, mesmo inebriados pelos momentos sublimes da  infância e da adolescência, um dia, forçosamente pelo destino, alguns partiram, levando em suas mentes as imagens do crepúsculo, com raios multicores, os quais iluminavam o azul do céu com seus brancos lençóis de nuvens…Um belíssimo amanhecer e a ternura do entardecer. Os jovens destemidos não decepcionaram! Na verdade, mesmo distantes, continuaram a sentir o mesmo frio úmido e o mesmo cheiro das travessas por onde passaram…Os sentimentos não se apagaram.As lembranças docentes queridos e dos amigos deixados para trás, doíam na alma de cada um dos que partiram para conquistar um futuro melhor. As lembranças dos ausentes, estes,  pelo destino da vida e determinação de Deus, infelizmente, não os encontrarão mais!

Filhos de São Bento, beneditinos, meninos e meninas, tragam o passado para perto de vocês, misture-o com o presente e pensem sempre no futuro. A vida deveria ser leve e voar sempre como uma pluma, eternamente. Isto é impossível. Então, viva-a enquanto há tempo, pois, não adianta em nada rebuscá-la sem saber o que vai acontecer. Vocês são os pedacinhos de retalhos coloridos. Junte-os a cada encontro, a cada abraço e a cada um novo contato, para construir novas histórias, sem esquecer a que os consagrou.

Bem-vindos à Suíça Maranhense! Bem-vindos ao berço de inteligência do Maranhão! Bem-vindos ao celeiro dos maiores  intelectuais da cultura Maranhense…! Bem-vindos a São Bento!

E SEJAM FELIZES!

Autores:José Raimundo Moreira / Revisão/ José das Graças M. Moreira


 

O ator Nelson Xavier morreu na madrugada desta hoje (10) em Uberlândia (MG).

O ator Nelson Xavier morreu na madrugada desta hoje (10) em Uberlândia (MG). Ele estava com 75 anos. A causa da morte não foi divulgada. Em 2004, o ator havia sido diagnosticado com câncer de próstata, mas no Festival de Gramado de 2014, ele anunciou que estava livre da doença.

Um comunicado público do falecimento foi feito nas redes sociais pela sua filha, Tereza Villela Xavier. “Ele virou um planeta! Estrela ela já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre”, escreveu.

O ator Nelson Xavier chega ao Cine Odeon para a exibição de ‘Gonzaga – De pai para filho’, de Breno Silveira (Foto: Alexandre Durão/G1)

De acordo com a filha, seu corpo será levado para o Rio de Janeiro e deverá ser cremado amanhã (11) em cemitério ainda não determinado. Além de Tereza, Nelson Xavier deixa outros três filhos e esposa, a atriz Via Negromonte.

Carreira

Nascido em São Paulo, o ator tinha uma carreira extensa na televisão, no cinema e no teatro. O início de sua trajetória cinematográfica se mistura com o Cinema Novo, um movimento criado por jovens nas décadas de 1960 e 1970 que buscavam superar a falência das grandes produtoras através da realização de filmes de menor custo e mais reflexivos, que combatiam as alienações culturais.

Entre seus trabalhos desta época estão os filmes dirigidos por Ruy Guerra, como Os deuses e os mortos, de 1970. Do mesmo diretor, ele participou também de A Queda, em 1978, trabalho que lhe rendeu o prêmio Urso de Prata no Festival de Berlim. Em 1967, Nelson Xavier atuou em O ABC do Amor, uma obra de três episódios filmados pelo brasileiro Eduardo Coutinho, pelo argentino Rodolfo Kuhn e pelo chileno Helvio Soto em seus respectivos países.

Ele integrou ainda o elenco de filmes como Dona Flor e seus Dois Maridos, dirigido em 1976 por Bruno Barreto, e Narradores de Javé, dirigido em 2003 por Eliane Caffé. Em 2010, foi protagonista da cinebiografia Chico Xavier, na qual interpretou o médium, sob a direção de Daniel Filho. Na televisão, seu último trabalho foi na novela Babilônia, em 2015. Ele também atuou em títulos como Gabriela, Pedra Sobre Pedra, Renascer, A Favorita e Senhora do Destino.

Na dramaturgia, em que deu seus primeiros passos como ator, Nelson Xavier ficou marcado por integrar o elenco de peças de diretores renomados integrantes do Teatro de Arena, um dos mais importantes grupos das décadas de 1950 e 1960, que tinha como objetivo fazer desta arte uma ferramenta de transformação social. Em 1959, subiu aos palcos em Eles Não Usam Black-tie, escrita por de Gianfrancesco Guarnieri. Também atuou em Julgamento em Novo Sol, em 1962, de autoria de Augusto Boal.

Nelson Xavier ainda poderá ser visto na telas em novo trabalho. Ele protagoniza o filme Comeback, de Erico Rassi, que retrata a história de um ex-pistoleiro aposentado que reage com violência à hostilidade do mundo que o cerca. Apresentado pela primeira vez no Festival do Rio do ano passado, o título está previsto para chegar aos cinemas brasileiros no próximo dia 25. Na semana passada, a distribuidora O2 Play Filmes divulgou o trailer do filme.


 

 

 

 

 

 

 

PORQUE  EU* ENTÃO MEU DEUS?

As dores não cessam assim tão depressa
Elas são na verdade, as áqueas vertentes
Que escorrem dos meus olhos
Adentra o coração e consome a alma
Tal qual larvas de um vulcão.

As lagrimas do ontem…
São tantas quanto às de hoje
A saudade não é diferente!…
Ela preenche o vazio deixado…
Cá, dentro do meu peito.

Porque eu* então meu Deus?
Tenho que sufocar paixão
Acumular angustia
Rolar no chão do desprezo
Na dor que avassala e furta a alegria?

Porque eu *então meu Deus?

Tenho que alimentar a duvida
Calar a voz, conviver com o medo
E não poder trejurar…
Volte, volte, volte, abra teu coração
Deixe que eu te alcance
Não quero mais te perder
Mesmo que eu te reencontre em sonhos.

Jgmoreira  (APLAC)


 

O Povoado Paraíso receberá neste sábado dia 11 o Pré-Carnaval realizado pela Prefeitura Municipal de Pinheiro e organizado pela Secretária Municipal de Cultura. O Evento contará com várias atrações para animar os foliões da região. A Banda Forró Turbinado vai fazer a festa com a participação super especial das bandas Piaba Elétrica, Metal Folia, Cachorros de Óculos e Gênios Folia.


mascara-iiO SIGNIFICADO DA PALAVRA DESASSUNTADO -Não é necessário buscar no dicionário da língua portuguesa, vá a São Bento-Ma e escolha entre milhões de verbetes, definições e locuções em um novo endereço:  FAKE Gustavo Mendes.
REPLICA DIRIGIDA

FAKE Gustavo Mendes. Você não precisa gostar do que Domingos Costa Leite escreve,   mas precisa respeitar a vontade popular, como nós aceitamos o Carrinho e Isaac Filho, só que agora, basta, basta de corrupção e incompetência.

Domingos Costa Leite, esse magnifico Professor, homem das letras, vem ganhando o reconhecimento da  população Sambentuense pelo seu trabalho nas redes sociais de internet e pela   iniciativa de mostrar nas suas matérias,  fatos reais que o teu  espelho não mostra porque a tua cultura é a subserviência diária da agenda de políticos e governantes  irresponsáveis, que você defende em troca de migalhas.

mascara

DOMINGOS COSTA LEITE,  tem sido uma boa revelação nas redes sociais é um cidadão de ações propositivas, que expõe as verdades  do inicio ao fim de cada texto que escreve; doa a quem doer.

Gustavo, TIRE A MASCARA , PONHA UM ÓCULOS  E VEJA A REALIDADE EM SUA VOLTA E EM VOLTA DOS SEUS COMPARSAS .

E se ficar muito nervosinho, relaxa e goza,

DE: Domingos Costa Leite

Uma resposta para quem não gostou de ver publicações que fiz, das prestações de contas da gestão atual. Se os vereadores não mostram, alguma coisa está por trás do silêncio. Que os amigos da minha página analisem.

mascara-viii-o

 


Boi 16

SÃO BENTO-MA.  O bumba meu boi Tradição de São Bento, Patrimônio Cultural dos Sambentuenses, Instituição Filantrópica de Utilidade Publica, que reúne manifestações culturais tendo o boi como centro do universo místico-religioso, reconhecidamente como a expressão maior da nossa cultura sempre a ganhar força regional com raízes definitivas em nosso solo São Bento, sempre foi a cara da felicidade de um povo  num parque de festejo  junino .

Boi 15 (1)

Tudo seria belo se não fosse trágico ter que falar do desrespeito de um Secretário de Cultura Municipal, que brinca em apagar o Patrimônio cultural imaterial de um povo (ou patrimônio cultural intangível) que é a pura concepção cultural que abrange as expressões culturais e tradições que esse povo preserva em respeito da sua ancestralidade, para gerações futuras que irão entender: os saberes, as modalidades, os modos de fazer, as formas de expressão, celebrações, lendas, musicas, festas e danças populares, costumes e outras tradições que passam longe da visão de um zé orelha de prefeitura  dotado do preconceito e incompetência cultural.

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Ao invés de valorizar, fomentar e incentivar a questão cultural em nosso município, na cidade e na zona rural, o senhor Dr. Herus cultura  secretário municipal, deixa de fora da programação dos festejos juninos no Arraial principal da cidade na Praça Carlos Reis o Boi Tradição de São Bento.

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Detalhamento dessa ação descabida que deixou frustrados diretores e brincantes do Boi Tradição que se prepararam com gastos financeiros desde o inicio do ano na confecção de suas fantasias e adereços, frustrou  também grande parte da população com tal decisão que segundo afirmou  o pseudo secretário de  cultura em telefone aos  diretores da agremiação do Boi Tradição que é um problema politico qual supomos  criado pelo grupo que administra a cidade e também promove outra agremiação folclórica denominada de Boi Mimoso que pertence à família Dias do Vice-Prefeito Isaac Filho.

Boi 17

O que poderia ser visto e consagrado às vistas de turistas que visitam nossa cidade, passou a ser choro comovente de uma dança do folclore popular  com personagens humanos e fantasias de um fantástico mundo cultural  que gira em torno de uma lenda sobre a morte e ressurreição de um boi a cada ano que essa brincadeira se apresenta ao publico, em terreiros e parques folclóricos do  Brasil, diferente de São Bento que passa a ser visto como cultura de competitividade politica partidária pelas ações nefastas perdendo seu brilho e o  folguedo  tradicional, típico da nossa  região  baixada maranhense e  nordeste do Brasil, tentando por motivos torpes na expressão da palavra e indecente por um cara de pau que quer   acabar com uma das mais expressivas manifestações culturais da nossa querida terra São Bento.

Boi 3

Repudio a forasteiro é crime mas… Os meus conterrâneos são meus advogados a me absolver da condenação por te falar que você não está apto para a  função que  exerce e por ser leigo de conhecimento das nossas tradições culturais.

Herus cultura ” PODES TE  TRANSFORMAR EM CATIRINA MAS A LINGA DESSE BOI VOCÊ NÃO COME NEM PRESENTEIA A TEUS AMOS”

Ai Catirina poupa esse boi,
Ai Catirina poupa esse boi.
Que quer crescer

Meu boi é prenda da cidade

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Boi 8

Boi 10