Na companhia da candidata ao governo do Maranhão, Roseana Sarney e do candidato ao Senado, Sarney Filho, o senador Lobão participou da inauguração do comitê de Rigo Teles e Júnior Lourenço, postulantes ao cargo de deputado estadual e deputado federal.
Ao discursar para centenas de pessoas que estavam presentes, Lobão afirmou que é preciso eleger representantes que possam ajudar Roseana no próximo governo, afinal ele tem a certeza da volta da ex-governadora ao comando do Governo do Maranhão.
Com um discurso forte, Lobão pediu mais uma vez o voto de confiança para que ele possa continuar no Senado, assim como para Sarney Filho que é seu companheiro de chapa. Já para Assembleia Legislativa, ele disse que Rigo Teles é um companheiro essencial, assim como Júnior Lourenço para Câmara Federal.
Com a eleição dos dois senadores e de uma bancada forte, Roseana terá uma bancada forte no Maranhão e em Brasília.

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Ao mesmo tempo que querem mudar as regras das aposentadorias, deputados e senadores estão ligados a empresas que estão devendo R$ 372,8 milhões à Previdência Social, de acordo com levantamento feito pela PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional).

Os dados indicam que, ao todo, 73 deputados federais e 134 senadores estão ligados a grupos devedores.

Essas empresas têm parlamentares como sócios, presidentes, fundadores ou administradores.

Há todo tipo de sociedade. Entre elas, redes de televisão e rádio, hotéis, frigoríficos, companhias siderúrgicas, redes educacionais e diretórios de partidos políticos, entre outras.

Do total, mais de R$ 280 milhões correspondem a dívidas com situação irregular, que não foram renegociadas e estão em processo de cobrança.

Desse valor, R$ 175.040.794,53 são de empresas de deputados e R$ 106.274.271,41 de senadores.

O restante, R$ 91,5 milhões, equivale a débitos renegociados por Refis (programas de refinanciamento) ou parcelados pelo INSS.


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O deputado federal Waldir Maranhão defendeu nesta quarta-feira (07) a transparência do acordo de salvaguardas tecnológicas de Alcântara com os Estados Unidos. A negociação que permitirá o lançamento de objetos espaciais que contenham componentes americanos será o “eixo norteador” para o programa espacial brasileiro, segundo o parlamentar.

O acordo de salvaguardas – que depende de aprovação do Congresso Nacional -, foi um dos assuntos discutidos durante audiência pública sobre a importância e a potencialidade do Centro de Lançamento de Alcântara. O evento que teve a participação de representantes da Aeronáutica e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e de deputados, discutiu alternativas comerciais e as dificuldades do programa espacial.

Na terça-feira (06), Waldir Maranhão conversou com o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB. André João Rypl disse que o acordo de salvaguardas é o primeiro passo para que o CLA possa ser um empreendimento comercialmente viável. Nos últimos sete anos, a Agência investiu no Centro de Lançamento cerca de R$ 382 milhões. Entretanto, a falta de atividade em lançamentos poderá sepultar o projeto, assim como o programa espacial.

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Waldir Maranhão concorda com o acordo de salvaguardas não só com os Estados Unidos, mas também com outros países. “Desde que haja uma discussão clara sobre os objetivos e condições”. Com o acordo estabelecido, o segundo passo seria explorar comercialmente o CLA com contratos comerciais.

O terceiro passo, segundo Waldir Maranhão, será atrair indústrias e atividades intelectuais no entorno e no Maranhão, com a participação de instituições de ensino, como a Universidade Estadual do Maranhão, a Universidade Federal do Maranhão, o Instituto Federal do Maranhão e a Fapema. “Precisamos qualificar a mão de obra com cursos de engenharia, por exemplo, em parceria com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)”.


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Documentos entregues por controladora do frigorífico JBS mostram que empresa fez pagamentos aos três deputados da bancada maranhense. Todos disseram que as doações foram legais e constam em prestação de contas.

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Documentos entregues por executivos da empresa J&F, controladora do frigorífico JBS, mostram que a empresa teria supostamente feito doações nas eleições 2014 para financiar a campanha dos deputados federais Julião Amim (PDT), Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e Weverton Rocha (PDT).

Em sua delação, Ricardo Saud fez um “mapa da propina” para políticos. Segundo detalhou o delator, dos mais de R$ 500 milhões doados a políticos pela empresa, no máximo R$ 10 milhões ou R$ 15 milhões não foram propina. O dinheiro, segundo ele, era repassado em contas no exterior, em espécie – e as quantias eram levadas em malas e bolsas –, em doações oficiais – propina disfarçada de doação legal –, ou por meio de empresas ligadas ao políticos.

Segundo a delação dos executivos da empresa JBS, Rubens Pereira Júnior, que é coordenador da bancada do Maranhão na Câmara, teria recebido R$ 150 mil. Já o deputado federal Weverton Rocha e Julião Amim, este licenciado da função para assumir a Secretaria do Trabalho do Maranhão, teriam recebido R$ 100 mil cada.

Procurado pela reportagem, o deputado Rubens Júnior (PCdoB) disse que rebebeu uma doação oficial do partido e que não houve, nem haverá qualquer tipo de contrapartida ou ilegalidade.

Segundo a direção nacional do PDT, a empresa JBS S/A fez doações ao partido de forma legal e devidamente registrada na prestação de contas da campanha 2014, conforme manda a lei eleitoral. A nota diz ainda que esses valores foram repassados para diversos candidatos do PDT em todo Brasil, sem nenhum tipo de contrapartida ou qualquer outra combinação.

Um dos beneficiados pela doação, o deputado Weverton Rocha também que recebeu os valores de forma legal, e que não houve troca de favores. Julião Amim disse ter recebido a doação do partido e que nem ele e nem o PDT cometeram qualquer ilegalidade.

Fonte/G1


 

A atualização do Placar da Previdência, levantamento realizado pelo Grupo Estado com deputados a respeito de reforma que tramita na Câmara, mostra que o número de parlamentares contrários à proposta segue em 273, enquanto o dos que são a favor subiu para 101. Às 21 horas desta terça-feira, 11, havia 35 indecisos; 65 não quiseram responder; 37 não foram encontrados, e um disse que deve se abster.

O levantamento também mostrou que 71 deputados são a favor, mas com alteração da idade mínima para mulheres, e 55 apoiam as mudanças, mas com alteração da idade mínima para homens. Além disso, 75 são favoráveis, mas com criação de uma regra de transição para homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos, e 78 defendem a retirada da exigência de 49 anos de contribuição para ter o direito de benefício integral. Com informações do Estadão Conteúdo.

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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO DEPUTADO OTHELINO NETO

DATA – 26/09/2016 Atualizado 28/09/2016 13:25h

 Othelino repudiou também o preconceito demonstrado pela oposição ao comunismo e disse que tem orgulho de ser do Partido Comunista do Brasil

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) rebateu, na sessão desta segunda-feira (26), a oposição contra acusações ao governo Flávio Dino (PCdoB) quanto ao período eleitoral. Segundo o parlamentar, a postura dessa atual gestão é diferente e, por exemplo, a farra de convênios acabou. Ele disse que isso pode ser observado, comparando-se este ano das eleições municipais com o de 2012, para ver a diferença dos valores conveniados no final do período que a legislação permite.

“Com relação à suposta intromissão do governo nas eleições municipais, eu  fico observando, deputado Edilázio, deputado Adriano Sarney, V. Ex.ªs falando em comissão de governo, em campanhas eleitorais, até parece que vocês não viveram os tempos, que graças a Deus já passaram, onde de fato havia uma intervenção forte, marcante e, muitas vezes, ao arrepio da lei, nas eleições municipais”, alfinetou.

Rebatendo as críticas, Othelino disse que a polícia não está no interior do Estado para fazer política e sim para garantir segurança, coibindo a compra de votos, etc. “Uma força-tarefa oferecida à Justiça Eleitoral que recebeu, inclusive, essa assistência que o governo está dando, colocando as forças policiais para evitar a compra de votos e garantir a lisura do pleito. Agora é certo que essa prática da polícia atuar para coibir compra de votos ainda deve incomodar V. Exas”, disse.

Segundo Othelino, o governador Flávio Dino vai para esta campanha, nos momentos de folga, e faz questão de dizer que está como um cidadão, um líder político e ele diz isso em alto e bom som. “Poderia ele ter, por exemplo, se licenciado ou mesmo no horário de expediente estar andando o Maranhão, tem vários aliados pedindo, insistindo pela presença do governador, mas ele restringe tudo ao final do expediente, durante a semana, ou aos finais de semana. Inclusive andando sem utilizar as estruturas do Estado. É assim que se faz. No governo anterior, as farras eram generalizadas”, afirmou.

Discriminação ao PCdoB

Othelino repudiou também o preconceito demonstrado pela oposição ao comunismo e disse que tem orgulho de ser do Partido Comunista do Brasil. “Levantamos as bandeiras, historicamente, aliadas às causas populares. Agora, de outras práticas nós poderíamos até nos envergonhar, mas de sermos comunistas não. Somos com muito orgulho. E este governo, apesar de não ter um império de comunicação, permanece muito bem avaliado em todo o Estado”, disse.

Segundo o deputado, as pesquisas eleitorais realizadas também avaliam o governo Flávio Dino e temos observado que a aprovação é elevada, apesar do momento de extrema crise, onde boa parte dos governantes tem dificuldade nas relações com a população. “Por quê? Porque é um governo voltado àqueles que mais precisam. Então V. Exas ficam tentando aqui desqualificar o governo, mas parecem que não olham o que fizeram para trás”,  frisou.

Fundema e BNDES

Othelino explicou que, quando a oposição passada condenou o empréstimo ao BNDES o fez com muita convicção por discordar da forma como estava acontecendo e depois porque o governo Roseana Sarney tentou transferir aquele recurso do empréstimo para um tal Fundema, que iria manter os municípios no período vedado com a clara intenção de mudar a vontade do povo do Maranhão. “E, claro, nós não permitimos isso. Entramos com ações judiciais para evitar que o recurso fosse utilizado de forma eleitoreira”, esclareceu.

Durante o pronunciamento, o deputado disse que existe uma diferença muito marcante entre a comunicação do governo Flávio Dino e a da gestão Roseana Sarney. Segundo ele, no governo anterior, a gestão comunicava o que não existia e pagava muito mais por uma razão muito simples: saía de um bolso e entrava no mesmo bolso do outro lado. “Agora, o governo do Estado paga a veiculação, porque inclusive é necessário divulgar para que a população saiba, mas está mostrando o trabalho e, diga-se de passagem, paga hoje muito menos do que era pago no governo anterior”, afirmou.


VALDIR ENROLÃO

O deputado federal e Vice-Presidente  da Câmara, Waldir Maranhão (PP), deverá sofrer mais e mais punições dadas às suas indefectíveis enrolações. Diz a Coluna Expresso, da Revista Época, que  o parlamentar desta vez  será punido pelo seu partido e não receberá o fundo partidário.

Em não recebendo os valores negados pelo seu partido, Waldir Maranhão não poderá se “movimentar” nas eleições municipais e terá dificuldade em ajudar os seus aliados e candidatos a prefeitos no Estado , salvo se …

É sabido que tal punição imposta por seu partido deu-se ao fato do Deputado Waldir ter desobedecido a recomendação do seu partido (PP) e ter votado contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT)  Contanto que o PP deixará de repassar cerca de R$ 700 mil do fundo partidário ao Deputado Waldir e como também na mesma barca, estão outros quatro Deputados do PP.(Partido Progressista )

Sem os recursos, o deputado praticamente comprometerá futuros acordos nas eleições de 2018, tudo isso além da guerra pelo controle da legenda barrada pelo Deputado André Fufuca com a tomada da presidência do PP.

A informação foi divulgada pela Coluna Expresso, da Revista Época. O PP deixará de repassar cerca de R$ 700 mil do fundo partidário. Há outros quatro deputados do partido na mesma situação.

Assim sendo, Waldir Maranhão perde um valor considerável para contribuir com candidatos a prefeito pelo interior, principalmente na cidade de Pinheiro que é vista como a menina dos seus olhos do Deputado.

Hoje, Waldir trava uma guerra pelo controle da legenda com o deputado licenciado André Fufuca que tomou dele a presidência do PP, o que  levou Maranhão a dizer impropérios a Fufuca, acusando-lhe de golpista por ter vendido o PP em Pinheiro

 

 

 

 

 


 

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‘Enviei para nosso amigo um livro de 181 páginas sobre túneis suíços’

 

17/04/2016, 05h03- Atualizado 18/04 , 18h13  www.jgmoreira.com.br

POR JULIA AFFONSO, MATEUS COUTINHO E FAUSTO MACEDO

Em delação, empresário Ricardo Pernambuco Júnior revela código para tratar, com seu pai, propina para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Eduardo Cunha. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O empresário Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, revelou à Procuradoria-Geral da República o significado de uma mensagem cifrada trocada com seu pai para tratar de suposta propina para o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Pernambuco Júnior é um dos delatores da Operação Lava Jato.

Segundo o empreiteiro, a propina total ‘devida’ a Cunha era de R$ 52 milhões, que deveriam ser divididos pela Carioca – R$ 13 milhões -, OAS e Odebrecht, sobre contratos do Porto Maravilha, no Rio. O empresário entregou aos investigadores uma tabela que aponta 22 depósitos somando US$ 4.680.297,05 em propinas supostamente pagas pela Carioca a Eduardo Cunha entre 10 de agosto de 2011 e 19 de setembro de 2014.

“Há um e-mail com o assunto “túneis”, em que o pai do depoente, no dia 26 de abril de 2012, escreve: “Enviei para nosso amigo um livro de 181 páginas sobre túneis suíssos (sic). Convém ele confirmar se recebeu o livro e se gostou das fotos”; que se tratava de uma mensagem cifrada enviada por seu pai”, contou. “A pessoa de ‘nosso amigo’ fazia referência ao deputado Eduardo Cunha e a menção ‘181 páginas’ referia-se ao valor de 181 mil francos suíços e, ainda, ‘túneis suíssos (sic)’ fazia referência ao país do depósito, ou seja, a Suíça.”

 

DELAÇÃO

 

Cont…

 

 

 

 

 


jackson-lago II

Eu não quero me justificar embora sinta poder fazer isso com a maior dignidade, sem ter medo de sofrer represálias ou mesmo colocar em risco a minha vida porque falar de políticos é perigoso, mas…  O justo é estar seguro do que posso fazer sem alegar algo ou me segurar na aba do chapéu de alguém que condignamente poderia me repreender se estivesse vivo.

Não foi assim com esse meu pensamento que a cara de pau e o descortino politico levou o Deputado Zé Reinaldo Tavares (PSB-Ma), a tentar se proteger na cortina da fortificação ao mencionar demagogicamente o nome do nosso saudoso Governador Jackson Lago , falando da sua cassação ao declarar seu voto ao impeachment da Presidenta Dilma Rousseff, o que fez na maior cara de pau untada   de óleo de peroba  simulando esconder que ele votando da maneira que votou  estar retornando o poder ao mesmo PMDB (JOSE SARNEY) que foi o cabeça da cassação do nosso eterno Governador.

Esse realmente vai morrer velho sem noção e vendo o nosso Maranhão cansado de patinar na esteira politica do descalabro calamitoso que sempre a família Sarney envolveu nosso Estado.

Eu, como maranhense em nome da nossa família, em nome dos meus filhos e netos e em nome dos que nos querem bem; digo NÃO a você Zé Reinaldo. Você me indigna e envergonha por todas quantas ações demagogas sejam providas mediocremente pela sua incompetência em nos representar não fazendo por merecer a unção dos votos do povo, o que  não correspondendo assim a expectativa da gente que como eu está cansada de ver cada vez mais distante os interesses da coletividade trocados pelos interesses pessoais que você como tantos políticos maranhenses nunca renunciaram.

PURA DECEPÇÃO…


Bancada maranhense - Câmara

A mudança foi após o deputado Waldir Maranhão (PP) desistir de votar a favor. O deputado José Reinaldo (PSB) que estava indeciso decidiu votar contra o impeachment

MUDANÇAS

16/04/2016 – 18h24

Dos 18 deputados maranhenses que irão participar da votação do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) neste domingo, estão divididos em 9 contra e 9 a favor.
A mudança foi após o deputado Waldir Maranhão (PP) desistir de votar a favor. O deputado José Reinaldo (PSB) que estava indeciso decidiu votar contra o impeachment.
Os nove parlamentares que irão votar a favor do impeachment contra a presidente Dilma são Eliziane Gama (PPS), Hildo Rocha (PMDB), André Fufuca (PP), Juscelino Filho (DEM), Sarney Filho (PV), Alberto Filho (PMDB), Cléber Verde (PRB), Victor Mendes (PSD) e João Castelo (PSDB).

VOTAÇÃO

Impeachment: 9 a favor, 7 contra, 1 não respondeu e 1 indeciso dos maranhenses

Já os 9 deputados maranhenses contrários ao impeachment são Pedro Fernandes (PTB), Waldir Maranhão (PP), Rubens Júnior (PCdoB), Zé Carlos (PT), Weverton Rocha (PDT), Júnior Marreca (PEN), João Marcelo (PMDB), José Reinaldo (PSB) e Aluísio Mendes (PTN).

O Maranhão será o 16º estado a votar e os parlamentares maranhenses serão chamados por ordem alfabética.

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