Projeto de Ação Social

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Pinheiro -SEMDS juntamente com o Centro de Referência em Assistência Social-CRAS do município, realizou nesta última quinta feira, 25 de julho de 2019, o encerramento de mais um ciclo do acompanhamento do grupo de gestantes “Mãe e Filho: Vínculo Eterno”, que reuniu gestantes do grupo de Proteção e Atenção Integral à Família (PAIF) acompanhadas no decorrer de cinco meses.
As gestantes que pertencem a famílias de baixa renda podem participar dos grupos estando do primeiro ao quarto mês de gestação, período considerado o primeiro ciclo das mudanças físicas e hormonais. A equipe multiprofissional composta por assistente social, psicólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, educador físico, técnico de enfermagem, fonoaudiólogo, educadores sociais, artesãs dentre outros, promove palestras, rodas de conversas, confecção de material para uso no decorrer da gestação e outras atividades desenvolvidas durante os encontros visando o fortalecimento do vínculo mamãe-bebê. 
A finalização dos grupos ocorreu com um grande encontro entre os CRAS com a presença de aproximadamente 60 gestantes; cada uma recebeu o kit enxoval contendo os utensílios essenciais para aguardar a chegada do bebê.

O PAIF consiste no trabalho social com famílias, de caráter continuado, com a finalidade de fortalecer a função protetiva da família, prevenindo a ruptura de seus vínculos, promovendo o acesso e usufruto de direitos e contribuindo na melhoria de sua qualidade de vida. Prevê o desenvolvimento de potencialidades e aquisições das famílias e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários por meio de ações de caráter preventivo, protetivo e proativo. 
O serviço PAIF integra o nível de proteção social básica do SUS com base na Tipificação Nacional de Serviços Sócio-assistenciais.
Visando a continuidade deste trabalho, os CRAS do município de Pinheiro-MA abrem inscrições para as gestantes de baixa renda que estejam entre o primeiro e o quarto mês de gestação para participarem dos novos grupos a serem acompanhados. 
Prefeitura Municipal de Pinheiro, CONSTRUINDO UMA NOVA HISTÓRIA!


 

Lembro como se fosse hoje o dia em que o conheci,muito agradável,educado. Logo percebi que nossa convivência seria tranquila.Entrei pra sua família com o seu aval e sua benção. Ao longo dos anos fui descobrindo as suas inúmeras qualidades,uma pessoa doce até alguém ferir um dos dele,amável,inteligente,ético,excelente marido,pai,sogro e avô…Tenho muita honra em ter convivido com ele.Agora estou com uma saudade imensa e de coração dilacerado com sua partida,meu sogro amado
Por: Ana Paula Lobato Nova Alves

Faleceu na tarde desta quinta-feira (14), no Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP), o  jornalista Othelino Alves Filho, pai do deputado Othelino Neto (PC do B), presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão.

Raimundo Nonato Othelino Filho Parente Alves, conhecido como Othelino Filho, nasceu em 22 de dezembro de 1949 na cidade de Sobral, no Ceará. Filho do jornalista maranhense Othelino Nova Alves e da cearense Zeneida Parente Alves, Othelino Filho, desde pequeno, seguia os passos de luta ensaiados por seu pai. Quando adolescente, iniciou sua experiência com o papel, a caneta e o ideal.

Escreveu seu primeiro artigo, intitulado “Sala de aula”, para um jornal estudantil de sua cidade. O artigo era uma denúncia contra o analfabetismo e a manipulação da informação dentro das escolas e, sobretudo, na sociedade. Para ele, a “sala de aula” mencionada no texto era ainda a fronteira entre a liberdade e a civilização.

O pequeno escritor tornou-se grande. Em 1964, durante o período da ditadura militar, foi estudar em Fortaleza. Nessa época, participou do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e recebeu a incumbência de editar o Jornal do Liceu do Ceará, que em muitos momentos era feito às escondidas. Aos 16 anos, fugiu de sua casa e veio em busca de sonhos no Maranhão.

Mais tarde, no ano de 1968, permaneceu definitivamente na Ilha de São Luís, que o abraçara desde o primeiro contato com a cidade. De maneira simultânea a essas mudanças de vida, Othelino Filho já ensaiava a profissão que iria seguir. Tornou-se correspondente, ainda adolescente, do Jornal Pequeno e da Rádio Timbira.

Já em São Luís, o cearense com coração ludovicense formou-se em Direito, em 1974, iniciou o curso de Filosofia e alavancou o seu trabalho como jornalista. Além da motivação paterna, Othelino Filho – segundo de três gerações de profissionais que fazem história na comunicação maranhense – tinha o jornalismo como determinação de vida. Era ainda uma forma de dar continuidade ao trabalho de seu pai, interrompido em 30 de setembro de 1967, quando foi assassinado em praça pública.

Um ano após a morte de seu pai, em 1968, conquistou seu registro como jornalista. Trabalhou na Rádio Educadora, Rádio Ribamar, TV e Rádio Difusora. Foi chefe da Assessoria de Imprensa na primeira administração do prefeito Jackson Lago e secretário de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Estado. Exerceu temporariamente o cargo de secretário do Meio Ambiente e Recursos Naturais do governo José Reinaldo.

Chegou ainda a ser repórter do Jornal Pequeno, diretor de jornalismo da Rádio Timbira e presidente, por três vezes, do Sindicato dos Trabalhadores de Empresas de Radiodifusão e Televisão, de cuja fundação participou.

Othelino exercia a profissão que preenchia seus anseios e que o fazia se dedicar de corpo e alma: o jornalismo. Ele destaca que o desafio que mais marcou sua carreira foi a participação como porta-voz da Frente de Libertação do Maranhão, nas eleições para o Governo do Estado, no ano de 2006. Desde 1995, ele já se dedicava à redação de artigos semanais no Jornal Pequeno. A compilação desses artigos resultou na publicação de quatro livros: A Oligarquia da Serpente (2006), A Rapina do Abutre, A Águia Libertária e O Polvo.

Com décadas de militância na profissão, que incluem suas experiências como jornalista amador, Othelino Filho não abre mão de manifestar seu pensamento, de assinar suas matérias e não crê na imparcialidade jornalística, no sentido de existir uma unidade na apresentação dos fatos.

Casado com a pedagoga Yolete Maria Alves e pai de Cláudia, Othelino Neto e Flávia, o então garoto nascido em Sobral alçou vôos distantes. É cidadão maranhense, durante diversos anos manteve uma coluna no Jornal Pequeno, fez o lançamento de seus quatro livros e considera-se um homem realizado.

Fonte/ Silvia Tereza


O homem foi encontrado por casal, que chamou a polícia

O cadáver de um homem moreno, idade de 20 anos aproximadamente, vestindo camiseta azul padronizada da cerveja Skol, sunga vermelha e descalço, foi encontrado na manhã deste domingo em um terreno baldio da Avenida Brasil, quase em frente da sede do Governo do Estado do Amazonas.

Tudo indica que o homem foi morto por estrangulamento e pauladas na cabeça. O perito do Instituto de Criminalística (IC) revelou que a vítima tinha sinais de espancamento nas costas, braços, peito e nas pernas.

 

A polícia recebeu informação de que a vítima pode ser um catador de latinha, morador do bairro da Compensa e que teria saído de casa na sexa-feira, quando deixou o dinheiro apurado no seu trabalho autônomo e não mais retornou.

 

A família já estaria procurando por ele e relatado seu desaparecimento, pedindo ajuda para encontrá-lo, através das redes sociais e grupos de amigos no aplicativo Whatsapp.

 

O rosto da vítima também estava bastante machucado, salientou um dos investigadores da Delegacia de Homicídios e Sequestros.

Um casal que chegou a uma parada de ônibus por volta das 08h foi o primeiro a ver o cadáver e a princípio até pensava-se que era algum bêbado que foi dormir no terreno baldio, mas logo veio a confirmação de que se tratava de um homem assassinado.

Uma guarnição do 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foi ao local e confirmou o encontro de cadáver.

O corpo foi removido do local por volta das 10h30 sem ser identificado. Polícia suspeita de latrocínio. O homem pode ter sido atacado por bandidos durante a madrugada e arrastado para o terreno baldio para ser roubado e morto.

 

Fotos: Divulgação Portal do Zacarias


Sarney será investigado em inquérito

Folha – O ministro Edson Fachin, novo relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou abertura de inquérito para investigar os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP).

Na segunda-feira (6), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia pedido a abertura de inquérito ao ministro do STF.

Os investigadores apuram se os políticos cometeram crime de embaraço às investigações da Operação Lava Jato.

Machado gravou conversas particulares com os peemedebistas e entregou o material à PGR (Procuradoria-Geral da República), que considera o material comprometedor.

“Mais de uma vez nas conversas gravadas o senador Romero Jucá evidencia que o timing para a implementação do grande acordo de estancamento da Operação Lava Jato ficaria especialmente favorecido com o início do governo de Michel Temer”, escreveu Janot no pedido de abertura de inquérito.

No pedido, Janot chama os peemedebistas de “integrantes da quadrilha”.

“Os áudios demonstram de forma inconteste que está em curso um plano de embaraço da investigação por parte de integrantes da quadrilha e seus associados. Como sói acontecer em organizações criminosas bem estruturadas, o tráfico de influência é apenas uma das vertentes utilizadas por esses grupos. Aliado a isso, são utilizados outros instrumentos com a finalidade de impedir e embaraçar as investigações contra essa parcela da criminalidade. Uma das formas de atuação é a manipulação do próprio aparelho estatal para atuar em favor da organização criminosa”, diz o texto.

“Não bastasse a trama para mudar a legislação, os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá e o ex-presidente José Sarney ainda revelam o plano de incluir o Supremo Tribunal Federal, reserva necessária de sobriedade institucional, na costura politica de um grande acordo espúrio para evitar o avanço do complexo investigatório”, escreve Janot.

Este é o primeiro inquérito da Lava Jato ao qual Sarney vai responder; é o segundo e Sérgio Machado, o terceiro de Jucá e o nono de Renan.

Sérgio Machado disse em depoimento que durante sua gestão na Transpetro repassou ao PMDB pouco mais de R$ 100 milhões cuja origem eram propinas pagas por empresas contratadas pela estatal.

Segundo a PGR, Sergio Machado “foi muito claro, em seus depoimentos, sobre a obtenção desses subornos, pormenorizando anos e valores respectivos tanto na forma de doações oficiais quanto em dinheiro em espécie. Segundo Sérgio Machado, foram repassados ilicitamente, a partir de contratos da Transpectro, por exemplo, para Renan Calheiros, R$ 32,2 milhões; para Romero Jucá, R$ 21 milhões; e para o ex-presidente José Sarney, R$ 18,5 milhões”.

Janot também compara a relação dos políticos na Lava Jato com a relação dos políticos com a operação mãos Limpas, que combateu a corrupção na Itália na década de 90: “O Poder Judiciário tem a oportunidade em face da prova e a responsabilidade diante dos fatos de afastar o Brasil do sombrio paradigma havido na Itália, em que a classe politica reagiu à Operação Mãos Limpas sem o menor viés de promover avanços institucionais: a legislação italiana, ao invés de ser aperfeiçoada, retrocedeu, contra a vontade muitas vezes manifestada da população daquele país, como resultado de acordos espúrios como o ora revelado.”


Thiago Maranhão recebia salário de R$ 7,5 mil mais R$ 800 referentes ao auxílio alimentação do TCE (Foto: Reprodução/TV Mirante)

Thiago Maranhão recebia salário de R$ 7,5 mil mais R$ 800 referentes ao auxílio alimentação do TCE (Foto: Reprodução/TV Mirante)

27/10/2016 21h13 – Atualizado em 27/10/2016 22h14 www.jgmoreira.com.br

Ações são por conta de recebimento irregular de dinheiro no TCE e Uema.
Ministério Público do Maranhão pede ressarcimento total dos danos.

O Ministério Público Do Maranhão (MPMA) ajuizou duas ações civis públicas contra o deputado federal Waldir Maranhão(PP) e o filho dele, o médico Thiago Maranhão, por causa do recebimento indevido de salários na Universidade Estadual do Maranhão (Uema), e no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), respectivamente.

Na ação contra o filho do deputado, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa também cita o conselheiro do TCE, Edmar Serra Cutrim.

Além do pagamento de multa civil, o Ministério Público requer a condenação dos três citados ao ressarcimento total do dano, à perda da função pública e à suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos.

A assessoria de Waldir Maranhão não se manifestou sobre o assunto. Thiago Maranhão não foi encontrado e a assessoria de Edmar Cutrim também não foi encontrada para falar sobre o assunto.

Salários indevidos
Em maio deste ano, o então presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), ganhou destaque negativo após receber indevidamente salários como professor da Uema referentes ao período entre fevereiro de 2014 e janeiro de 2016, enquanto exercia seu mandato de deputado federal, em Brasília.

Segundo a Uema, em março foi descoberto o pagamento indevido. Desde então, Waldir Maranhão foi comunicado sobre da obrigação de devolver ao erário estadual os valores recebidos no período assinalado. Ele teria requerido o cálculo atualizado do valor a ser devolvido, bem como a forma de fazê-lo. À época, a Uema disse que aguardava ‘a efetiva reparação ao tesouro estadual, providência que, quando adimplida’.

Filho também era ‘funcionário fantasma’
No mesmo período, o filho do deputado Waldir Maranhão, Thiago Augusto Azevedo Maranhão Cardoso, foi afastado do cargo de assessor do conselheiro Edmar Cutrim do TCE-MA após uma denúncia de que ele estaria atuando como médico em São Paulo e não exercia a função em São Luís.

No início de junho, Thiago Maranhão pediu ao TCE-MA para fazer o pagamento de R$ 565 mil – valor referente ao período em que recebia salário quando era ‘funcionário fantasma’ do órgão – de forma parcelada, sendo R$ 235 mil de entrada e outras 24 parcelas de R$ 13,7 mil.

Em recadastramento realizado após o escândalo, 22 do total de 571 servidores do TCE-MA não compareceram ao procedimento realizado pelo órgão no prazo estabelecido.

Do G1 MA


  “Sai-se muito maior de um processo quando se demonstra para a sociedade que se sabe perder”

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) voltou à tribuna, na sessão desta quinta-feira (27), para rebater e criticar estratégia eleitoreira do parlamentar Wellington do Curso que, segundo ele, para defender o novo aliado, o candidato do PMN, Eduardo Braide, trouxe para a tribuna uma denúncia infundada contra o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr, às vésperas da eleição do segundo turno. “Faltam três dias para as eleições. Sai-se muito maior de um processo quando se demonstra para a sociedade que se sabe perder. Quando o político é mau perdedor, ele sai menor do que entrou”, alfinetou.

Othelino Neto rebateu as acusações de Wellington do Curso contra Edivaldo Holanda Jr e lembrou a ele que a Justiça julgou improcedente, esta semana, uma outra denúncia infundada, envolvendo o ISEC, feita por ele, derrubando um factoide, uma estratégia de quem queria criar um clima no processo eleitoral sem necessidade. “E a decisão foi muito clara, arquivando o processo do factoide. Que essa decisão sirva de exemplo para que procurem se fundamentar melhor para não tentar criar um clima de instabilidade na campanha eleitoral”, comentou.

O deputado sugeriu a Wellington que faça a campanha do seu candidato, nas ruas, mas que não tente macular a imagem do prefeito Edivaldo Holanda Júnior que, nesses quatro anos, não sofreu uma só investigação por denúncia de corrupção. “E é por isso e por outras razões que hoje o prefeito aparece com uma liderança folgada e se avizinha de uma grande e importante vitória. Disse ontem aqui nesta tribuna e enfatizo, em nenhum momento temos o desejo ou a intenção de afirmar que a gestão do prefeito é perfeita, porque não é. Tem problemas, mas fez muito e está fazendo muito, inclusive para o incômodo dos adversários, que ficam criticando a prefeitura porque está pavimentando ruas”, disse.

Othelino apelou aos adversários para que respeitem o processo eleitoral,  a inteligência dos ludovicenses, porque não vai ser com factoides, reprisando vídeos e distribuindo na internet, que vai se conseguir ganhar a eleição. “O candidato adversário vai perder a eleição porque a população está escolhendo o caminho mais seguro, porque não está querendo improvisos, porque não está querendo aprovar na incerteza e porque o segundo turno foi muito bom para mostrar quem é um e quem é o outro”, frisou.

Segundo Othelino, Wellington fez um primeiro turno brilhante e teve uma votação expressiva, então deve respeitar os adversários e saber perder. “Haverá um vencedor e um vencido, mas em muitas eleições, mesmo quando se perde se ganha, desde que se saiba perder, aí sim pode até sair maior do processo eleitoral”, analisou.


othelino-0410O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) registrou, na sessão desta quarta-feira (26), o crescimento da campanha do candidato à reeleição em São Luís, prefeito Edivaldo Holanda Jr, com reflexos nas últimas pesquisas que confirmam a sua liderança, e repercutiu a declaração do voto do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ao pedetista. Ele rebateu também, de forma respeitosa, declarações pejorativas do parlamentar Wellington do Curso sobre o chefe do Executivo nesse processo eleitoral.

Othelino disse que o governador Flávio Dino anda sim e conhece muito bem São Luís, tanto é que se posicionou e encontrou razões para votar na reeleição do prefeito Edivaldo. Ele discordou das palavras de Wellington quando diz que, “se o governador andasse por São Luís, ele não apoiaria a reeleição do prefeito”. “É por andar muito na cidade, é por amar a capital que nós apoiamos o prefeito Edivaldo Holanda Junior”, comentou.

Na tribuna, o deputado lembrou que nem Wellington tem convicção do apoio ao candidato que ele escolheu, no caso Eduardo Braide (PMN). Ele disse que respeita a escolha, mas nas palavras dele, em pronunciamento lá no curso da família, quando manifestou as razões pelas quais decidiu apoiar o colega, ele próprio manifestou o incômodo quando afirmou, claramente, que não estava confortável com a própria decisão, ao declarar que o agora aliado “não é flor que se cheire”.

“Então, se ele que manifestou o apoio não está confiando, imagine os eleitores que ele está querendo induzir. Não fomos nós que dissemos, o próprio deputado Wellington afirmou, quando foi justificar o voto, que o candidato dele não é flor que se cheire. Eu não estou concordando com a afirmação, eu estou apenas reprisando e enfatizando as palavras do parlamentar”, comentou Othelino.

Para o deputado do PCdoB, se Wellington acha que o candidato Braide não é flor que se cheire, ele não deveria pedir voto para ele, porque isso é incoerente. “Eu peço voto para o prefeito Edivaldo Holanda Júnior porque eu confio nele, porque o mesmo está fazendo um bom trabalho e porque eu não tenho vergonha de andar com ele em qualquer lugar desta cidade. Se eu tivesse o mínimo de vergonha, eu não pediria votos para ele”, alfinetou.

Pavimentação incomoda

Segundo Othelino Neto, quem se incomoda quando chega a pavimentação a uma rua de um bairro de São Luís é quem não vive na poeira, vendo as pessoas adoecerem com problemas respiratórios, a ambulância não poder chegar, etc. “Esse pessoal, que não vive na poeira, realmente se incomoda, mas não é isso. Está assim porque sabe que vai perder a eleição”, frisou.

“Não estou dizendo que a cidade não tenha problemas, o próprio Edivaldo disse, em seu programa eleitoral, que a gestão não é perfeita, a capital tem dificuldades, mas o prefeito já fez muito e está fazendo muito mais. Eu vejo os adversários se incomodarem, por exemplo, quando chega a pavimentação asfáltica aos bairros de São Luís, como se o prefeito, por ser candidato à reeleição, não devesse mais trabalhar”, comentou Othelino.


DATA – 19/10/2016

Segundo Othelino Neto, encontrar uma mácula em Edivaldo Holanda Júnior, no que diz respeito à forma transparente com que trata os recursos públicos, ninguém conseguiu até agora

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) registrou, na sessão desta quarta-feira (19), que o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PDT), candidato à reeleição, nunca teve contra a sua administração nenhuma comprovação de ilicitudes, nenhuma denúncia embasada de corrupção. Ele destacou a transparência das ações da atual gestão em tempos de criminalização da política.

De acordo com Othelino Neto, não há nada que manche a administração do prefeito Edivaldo Holanda Jr nesses quase quatro anos de gestão. “Estamos há 11dias das eleições, e o prefeito da capital nunca teve contra si uma única comprovação ou denúncia embasada de corrupção, de desvio de recursos do município. Isso é algo raro ainda. Mas no momento em que se avizinha a eleição e se radicalizam as tensões, as paixões vão aumentando e o clima fica mais acalorado”, disse o deputado.

Segundo Othelino Neto, encontrar uma mácula em Edivaldo Holanda Júnior, no que diz respeito à forma transparente com que trata os recursos públicos, ninguém conseguiu até agora. “O que prova que o prefeito é um gestor probo, sério e que aproveita os recursos que já são reduzidos e que diminuíram, ainda mais, com a crise pela qual passa o país, para investir naquilo que a cidade realmente merece, combatendo o desperdício, a corrupção”, comentou.

Para o deputado, Edivaldo Holanda Júnior vai completar o seu primeiro mandato e, pela vontade do povo de São Luís e com a bênção de Deus, será reeleito sem uma denúncia de corrupção contra sua administração. De acordo com o parlamentar, assim, ele cumpre o seu dever e, ao mesmo tempo, dá uma lição de que é possível governar prezando pelo cumprimento da legislação.

“Nesse sentido, achei importante deixar registrado este episódio. Não raro, numa etapa dessas, já seriam muitas as denúncias contra o prefeito, mas Edivaldo Holanda Júnior consegue passar, neste momento de criminalização excessiva da política, como um gestor que combate o desperdício de recursos públicos e, principalmente, a corrupção”, frisou Othelino.

Política e criminalização

Na tribuna, Othelino disse ainda que a tentativa de criminalizar, excessivamente, a política, de desqualificar os políticos e de colocar  todos numa vala comum para ter o desprezo da sociedade, isso não faz bem para a democracia, é ruim para a sociedade porque não se pode conceber uma democracia forte e segura sem que os políticos sejam respeitados.

“Existem maus políticos? Sim. Mas há muitos bons políticos, dentre os quais boa parte deles está aqui neste plenário. Eu acho que o que está acontecendo no país, isto é, as apurações, as investigações, as punições merecem o nosso aplauso, mas essa tentativa de criminalizar a política e de execrar os políticos, ela não faz bem para o Brasil”, finalizou o deputado.


DATA: 17/10/2016 

De acordo com Othelino, o Ibope não erra por incompetência, mas sim porque faz pesquisa segundo os interesses de quem o contrata

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) registrou, na sessão desta segunda-feira (17), o histórico de erros do Ibope no Maranhão. Segundo ele, há algumas eleições, a empresa, de forma despudorada e descarada, tenta enganar o eleitorado maranhense e, agora, em 2016, no segundo turno, age para iludir o eleitor de São Luís. Para o parlamentar, o dono do instituto, Carlos Montenegro, não passa de um “vendedor de resultados”.

De acordo com Othelino, o Ibope não erra por incompetência, mas sim porque faz pesquisa segundo os interesses de quem o contrata. “O senhor Montenegro não é dono de instituto, ele é um vendedor de resultados de pesquisa, de acordo com o preço de quem paga melhor e mais. Ocorre que aqui em São Luís, aqui no Maranhão, uma pesquisa do Ibope e nada é a mesma coisa. Não serve para nada, todo mundo sabe que depende de quem contratar e de quem chegar e pagar primeiro”, denunciou.

O deputado disse que o Ibope tem fama histórica de manipular resultados de pesquisas no Maranhão. “O pior é ver um instituto de renome nacional, em toda eleição, repetir o feito, da mesma forma acintosa, tentando manipular números e a vontade da população. Quem aqui esqueceu que o Ibope, em 2014, faltando poucos dias para o pleito, deu que o então candidato a governador, Flávio Dino, tinha 42% de intenções de voto contra 30% do também então candidato Lobão Filho?! Resultado da eleição: 63% para o governador Flávio Dino, 33% dos votos para o adversário”, comentou.

Para o Senado, em 2014, segundo Othelino, na véspera da eleição, o Ibope deu 51% de intenções de voto para o então candidato, ex-ministro Gastão Vieira, e 40% para o hoje senador Roberto Rocha (PSB). “Vejam como mente, descaradamente, o instituto Ibope. Errou para governador, para senador,  de novo no primeiro turno de São Luís, este ano, e agora aparece com uma pesquisa, completamente, fora da realidade para tentar induzir o eleitor de São Luís ao erro”, denunciou o deputado.

Pesquisa das ruas

Othelino disse que a campanha de Edivaldo Holanda Jr à Prefeitura de São Luís está percebendo nas ruas que o resultado é muito diferente do que determinados institutos, em particular o Ibope, tentam passar. “A população de São Luís não haverá de trocar, com todo o respeito ao candidato adversário, o certo pelo duvidoso. Não haverá de interromper este trabalho que vem sendo feito com muita competência pelo prefeito Edivaldo Holanda Junior. É o que nós percebemos nas ruas. Se o povo de São Luís desejar, é o que vai acontecer na grande e inquestionável pesquisa, que é a do próximo dia 30 de outubro”, afirmou.

O deputado disse que foi à tribuna ratificar a denúncia de que o Ibope tenta, de novo, enganar a população e induzir ao erro. Ele garantiu que vai denunciar a tentativa de manobra feita pelo Ibope, quantas vezes forem necessárias, porque o instituto é useiro e vezeiro em vender pesquisas eleitorais em todo o país.

“Muitos de nós aqui conhecemos alguém que já negociou resultado de pesquisas do Ibope. Então, aqui não cola e o que vale é a vontade do povo inteligente e não os tostões a mais que pagam para o senhor Montenegro dar o resultado e os números que convêm aos seus interessados”, frisou e concluiu.


Deputado deu a boas-vindas aos prefeitos aliados em jantar

Deputado deu a boas-vindas aos prefeitos aliados em jantar

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O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), reuniu uma parte dos prefeitos eleitos e aliados, em um restaurante de São Luís, na noite de quinta-feira (14), para dar as boas-vindas e conversar sobre planos e projetos para as próximas administrações que se iniciam em janeiro e contam com o seu apoio.

Compareceram ao jantar os prefeitos eleitos pelo PCdoB em São Bento, Luizinho  Barros; Barra do Corda, Eric Costa; Alcântara, Anderson Wilker; Esperantinópolis, Aluizinho do Posto; e Vargem Grande, Carlinhos Barros. Marcou presença ainda o prefeito eleito de Timbiras, Antônio Borba (PSDB).

No Maranhão, o PCdoB elegeu 46 prefeitos e 26 vice-prefeitos. Othelino Neto apoiou e marcou presença em movimentos de campanha de candidatos do partido em diversos municípios do Maranhão. “Estivemos empenhados no processo de mudança, nessas eleições municipais, como oportunidade  de libertarmos, de vez, o nosso povo do atraso, proporcionado pela velha política que ainda atua em algumas regiões. O nosso partido foi muito bem e elegeu a maioria dos prefeitos que se somam aos da base aliada”, avaliou.

Outras siglas da base aliada ao governo também foram muito bem, nas eleições municipais, sobretudo o PSDB e o PDT, contabilizando, ao todo, cerca de 150 eleitos entre os 217 municípios.

Da base aliada, o PSDB elegeu 29, o PDT 28 e o PSB 13, fora os eleitos de outros partidos aliados como PP e etc. O PMDB, partido da família Sarney, havia eleito 46 nas eleições passadas e, nesse pleito, cravou apenas 24. O PV, que havia eleito 20, desta vez elegeu apenas sete.

Apoio de Othelino

Em Barra do Corda, Othelino levou o seu apoio ao prefeito Eric Costa (PCdoB), que disputou a reeleição, e ao vice Leandro Sampaio (PSDB). A campanha no município foi marcada por muitos embates com o grupo que dominava a região e desejava retornar ao poder, mas que não obteve êxito.

Em Alcântara, Othelino apoiou o prefeito eleito pelo PCdoB, Anderson Wilker. Um jovem que representa o “novo” na política daquele município.

Em Esperantinópolis, o deputado também levou o seu apoio a Aluizinho do Posto (PCdoB). No município, a militância do PCdoB também não deixou por menos, mobilizou e fez uma campanha alegre e criativa.

Em São Bento, o deputado garantiu o seu apoio ao prefeito eleito Luizinho Barros que também enfrentou uma campanha difícil e saiu das urnas vencedor.

Já em Vargem Grande, Othelino garantiu seu apoio a Carlinhos Barros que se reelegeu com grande vantagem.

Fonte/ Blog. Silvia Tereza