Polícia Civil procura terceiro envolvido em crimes contra crianças. Imagens ajudam polícia no caso.

Dois homens suspeitos de pedofilia são presos em Barra do Corda   (Foto: Reprodução/ TV Mirante)

Francisco da Conceição Sousa de 38 anos e Mizael Rocha de Oliveira de 34 anos foram presos pela Polícia Civil na cidade de Barra do Corda, distante 341 km de São Luís, por crimes de pedofilia e estupro de vulnerável. A polícia chegou aos suspeitos depois que uma vítima contou como eles agiam. Os dois trabalhavam em locais ligados a crianças e adolescentes.

“O Francisco se passava por professor de uma escola daqui de Barra do Corda, mas, na verdade, ele ainda está cursando o ensino médio e trabalha na manutenção de computadores e substituía alguns professores quando estavam ausentes. Esse contato dentro dessa escola facilitava o assédio aos jovens estudantes. Já o Mizael, embora trabalhasse no comércio daqui, fazia parte de uma escolinha de futebol e dessa forma tinha amplo acesso para aliciar crianças e adolescentes”, disse Renilto Ferreira, delegado de Barra do Corda.

Segundo a polícia, os dois homens confessaram os crimes e tiveram prisão temporária decretada pela justiça. Agora as investigações seguem no sentido de identificar uma terceira pessoa que aparece em um vídeo tendo relações sexuais com uma criança que tem entre 10 e 12 anos de idade.

“Esse indivíduo já está com sua prisão decretada pela justiça a nosso pedido e nós contamos com a ajuda da população para localizá-lo”, concluiu o delegado.

Por G1 MA, Barra do Corda, MA

 


Dois homens morreram e uma mulher foi baleada no Banho do Pará, no KM-10 do Ramal do Brasileirinho, na Zona Leste de Manaus, nesta quinta-feira (24).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das vítimas e a mulher eram casados e donos do terreno. Segundo o filho de duas das vítimas, possíveis suspeitos ainda tomaram banho e jogaram futebol no local, antes do crime. Nenhum dos autores foi identificado.
Um ajudante do estabelecimento, Damião de Souza, de 31 anos, trabalhava próximo ao banho quando ouviu tiros. “Eu corri para ver e me deparei com dois homens que subiam em uma moto. Um deles apontou para mim e tentou atirar, mas a arma dele falhou. Então, eles foram embora”, disse.
Souza foi até o banho e encontrou os donos do estabelecimento, Raimundo Nonato de Oliveira Rocha, 61 anos, e Maria Auzenira da Silva Rocha, 58, além de outro funcionário do local, Francisco Lázaro Nobre Cabral, 39. Ele disse ainda que os dois homens já estavam mortos e a mulher ferida.

Francisco Lázaro Nobre Cabral,

um dos mortos (Foto: Reprodução)

“Chamei o filho dos donos que estava perto do banho, e outras pessoas também apareceram. Colocamos a Maria em um carro e ela foi levada para o Hospital Platão Araújo”, relatou.

O filho de Raimundo e Maria, Joelson da Silva Rocha, 18, conta que viu quatro homens chegarem ao local, tomarem banho e pedirem uma bola para jogar futebol. Ele disse não desconfiar, por conta do movimento normal do estabelecimento. Após o crime, o jovem disse ter visto quatro dos homens passarem em duas motos por ele. Ao chegar no banho, encontrou os pais baleados.

Ele disse não saber o que possa ter acontecido para que os homens matassem os pais. Rocha afirmou que o balneário já existia há 22 anos e o pai era querido por todos no local. Outros familiares estiveram presentes no estabelecimento e estavam abalados.
A acadêmica de gestão em segurança pública Alessandra Maciel, de 26 anos, ajudou a socorrer Maria. “Eu vinha para um balneário com o meu marido e pedi para pararmos lá. Ele não quis e fomos para outro, ao lado. Depois ouvimos os tiros e viemos ver o que tinha acontecido”, comentou.

O balneário onde ocorreram os dois homicídios (Foto: Reprodução)
Maciel disse ter visto cinco homens no local quando passou com o marido. Segundo ela, eles comiam, jogavam futebol e tomavam banho no local. Ela ainda comentou tê-los visto saindo do local em uma moto e em um carro. “Outras pessoas também estavam lá. Com a situação, muitos correram e foram embora, assustados”, comentou.

Tiros
Segundo o Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), Raimundo foi atingido por dois tiros no tórax e o ajudante por outros quatro, sendo um na cabeça, dois no tórax e outro no ombro. Um par de sapatos, uma bolsa feminina com documentos foram encontradas no local do crime. Parte da dentadura de Maria estava no chão.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) esteve no local para colher dados e deve investigar o crime. O corpo dos homens foi encaminhado para o Insrtituto Médico Legal (IML) e a mulher para o Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo.
Briga recente

Joelson da Silva Rocha lembra que, no domingo (20), um grupo de homens foi ao balneário e pediu comida. A situação causou atrito com a dona do local, baleada nesta quinta.
“Minha mãe fez e eles reclamaram para ela que a comida estava ruim e era pouca. Eles foram embora sem pagar. Na terça (22), um deles veio com uma mulher e minha mãe disse que não ia mais fazer comida para eles. Hoje, tinha uns homens aqui e em um momento que que eu saí, eles os balearam”, disse.

Fotos: Divulgação Portal do Zacarias


Homens são funcionários de empresa responsável pelo asfaltamento em São Luís (MA). (Foto: Divulgação / MPT)

Funcionários de empresa de asfaltamento viviam
em siuação análoga à escravidão em São Luís
(Foto: Divulgação / MPT)

27/01/2016 17h49 – Atualizado em 27/01/2016 21h40

Levantamento foi divulgado pelo Ministério Público do Trabalho no Estado.
Em 2015, 131 maranhenses foram resgatados da situação de escravidão.

O Ministério Público do Trabalho no Maranhão(MPT-MA) divulgou, nesta quinta-feira (28), Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, levantamento mostrando que, no ano passado, o órgão instaurou 26 procedimentos para investigar a exploração de trabalhadores em situação análoga à escravidão em todo o Estado.

De acordo com o estudo, ao longo de 2015, o MPT-MA firmou seis termos de ajuste de conduta (TAC) e ajuizou duas ações civis públicas que tratam da exploração de trabalho escravo. Um dos casos emblemáticos ocorreu em São Luís, em outubro do ano passado, quando 58 operários da Central Engenharia foram resgatados durante a operação “Asfalto Decente”. A empreiteira era responsável pela pavimentação asfáltica da capital maranhense. Na ocasião, todas as frentes de trabalho foram paralisadas e os resgatados receberam R$ 374 mil em verbas rescisórias.

Formado por representantes do MPT, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel realizou, no ano passado, 125 operações de combate ao trabalho escravo em todo o país. Dos 936 trabalhadores resgatados, 131 eram maranhenses, o que representa 19,10% do total e coloca o Maranhão em 2º lugar no ranking nacional. A lista é liderada pela Bahia, com 140 resgatados (20,41%); o 3º lugar é ocupado por Minas Gerais, com 77 trabalhadores (11,22%).

Para o procurador do Trabalho Maurel Selares, a falta de investimento em políticas públicas é um dos principais fatores que contribuem para a perpetuação do trabalho escravo. “É mais do que necessária uma ação conjunta por parte dos governos, das organizações não-governamentais e da sociedade para mudar esse quadro”.

Segundo ele, além de investir em educação e qualificação de mão de obra, é preciso dar mais apoio aos resgatados, a fim de evitar que eles voltem às condições precárias em que foram encontrados.


17/10/2015 07h54 – Atualizado em 17/10/2015 08h05 www.jgmoreira.com.br

Assalto aconteceu por volta de 2h deste sábado (17).
Testemunhas afirmam que 12 homens em seis motos participaram do crime.

Do G1 MA

Uma agência do Banco do Brasil foi assaltada na madrugada deste sábado (17), em São João Batista, na Baixada Maranhense, região norte do Estado.

O assalto aconteceu por volta de 2h e teria sido praticado por pelo menos 12 homens, que chegaram ao local divididos em seis motocicletas, de acordo com testemunhas. O grupo utilizou explosivos para arrombar os caixas eletrônicos.

A quantia roubada não foi informada. Até o momento, ninguém foi preso.

Oito ataques em outubro
Com o assalto, sobe para 44 o número de crimes contra agências bancárias no Maranhão, em 2015. No ano passado, foram registrados 45 casos. Os dados são do Sindicato dos Bancários do Estado.

Somente em outubro, já foram registrado oito crimes contra agências bancárias no Maranhão, nas cidades de Cajapió (1º/10), Penalva (1º/10), Santo Antônio dos Lopes (02/10), Timon (04/10),Joselândia (07/10), Lago do Junco (08/10), Lima Campos (15/10).