LOBÃO é prestigiado pelo povo juntamente com Roseana, Ribinha, Sarney Filho e comitiva.O senador Edison Lobão (MDB) esteve em três municípios juntamente com a pré-candidata ao governo Roseana Sarney (MDB), com o seu vice Ribinha Cunha (PSC), o deputado federal Sarney Filho (PV) e comitiva nesta quinta (09). Foram recebidos de braços abertos pelo povo no aeroporto de Imperatriz. Logo seguiram para reuniões com lideranças e encontros com a população para juntos dialogarem sobre as possibilidades de desenvolvimento para a Região Tocantina.Em Buritirana e Senador La Rocque, a chapa majoritária mostrou com desenvoltura que vem forte nestas eleições, com propostas concretas para ver o Maranhão voltar a crescer e se desenvolver como merece. Lobão ressaltou a experiência que faz a diferença na vida do povo que tanto precisa.“Estou fortemente emocionado com a recepção calorosa como fomos recebidos e temos a convicção que nossos esforços serão recompensados. Nosso Estado merece voltar a crescer e acredito que com os aliados nesta chapa poderemos traçar metas para o desenvolvimento do Maranhão. Visitaremos 11 municípios ao todo, nesta viagem, em três dias levando a esperança com nossa experiência que o povo tanto precisa”, afirmou Lobão.Um diálogo justo e verdadeiro com os deputados estaduais Edilázio Júnior (PV) e Léo Cunha (PSC). Os vereadores Ademar Freitas Júnior, Pedro Gomes, Luzia da Cafeteira (Imperatriz), Flávio Rodrigues (Bom Jesus das Selvas) e Ozima (Senador La Rocque). O ex-prefeito de Lajeado Dete. Ao lado de João do Salomão, Chico Nunes, Fernando Manezinho, Bartolomeu e Nani. Mas acima de tudo, um grande encontro com o povo, para trilhar novos caminhos para um Maranhão melhor.Lobão e o segundo suplente de senador Dr João Leite em Aeroporto de Imperatriz (foto divulgação)

ASCOM – Senador Edison Lobão.

 

 


GENEBRA – Sentenças dos tribunais suíços confirmam que o senador Edison Lobão (PMDB-MA) estão entre os políticos brasileiros que “fazem parte de uma investigação” por corrupção. Os documentos também apontam que contas secretas na Suíça em nome dos dois filhos do senador foram bloqueadas. O Ministério Público da Suíça confirmou que as contas estão em nome de Edison Lobão Filho e Márcio Lobão, alvo já da Polícia Federal no Brasil.

A Procuradoria-Geral da República já instaurou um procedimento e solicitar oficialmente aos suíços a transmissão dos dados ao Brasil para que os extratos possam ser avaliados pelos procuradores. A PGR também irá reforçar o pedido para que os recursos continuem bloqueados.

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De acordo com sentenças dos tribunais suíços de 15 de julho de 2015, delações premiadas no âmbito da Lava Jato “revelou um vasto sistema de corrupção, de financiamento de partidos e de lavagem de dinheiro”. “Partidos políticos e empresas fazem parte da investigação. Entre as pessoas está Edison Lobão. Seus dois filhos, Edison Lobão Filho e Márcio Lobão também são alvos da investigação brasileira”, indicou a sentença.

As suspeitas são de que essas contas receberam depósitos de origem criminosa. De forma preventiva, os recursos estão bloqueados em mais de uma conta desde 2015 e um processo criminal foi lançado contra ambos. “Podemos informar que o Escritório do Procurador-Geral da Suíça abriu processo criminal em fevereiro de 2015”, indicou o MP em um comunicado. “Nesse contexto, o Procuradoria Geral congelou contas bancárias”, declarou. Uma delas estaria em nome de Edison Lobão Filho. A outra estaria “em nome de seu irmão”, indicou o MP suíço e numa referência Márcio Lobão.

“A investigação suíça está em andamento”, completou a procuradoria, sem informar os valores congelados. Ao Estado, o Ministério Público Federal já indicou que vai pedir cooperação dos suíços para obter os dados.

Lobão atua como presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Mas foi citado nas delações da Lava Jato.

Segundo procuradores próximos ao caso, o Estado apurou que as contas não estão em nome do senador. Mas a pessoas e empresas ligadas a ele.

O que chamou a atenção dos investigadores é que parte das transferências ocorreu com a movimentação de somas de dinheiro sem qualquer tipo de justificativa, o que acendeu os sinais de alerta entre os serviços de monitoramento.

Segundo o Estado apurou, foi o próprio banco usado que, diante do surgimento do nome de Lobão entre os citados nas delações da Lava Jato, optou por comunicar às autoridades suíças a existências das contas.

Agora, elas estão sendo investigadas diante da suspeita de que elas tenham sido usadas para receber dinheiro de propina no setor elétrico, em especial no que se refere à usina de Belo Monte.

Nos últimos meses, os dois filhos de Lobão usaram todos os mecanismos legais para impedir que os dados relacionados com as contas fossem enviados ao Brasil e, assim, usados em um eventual processo no País.

O Estado apurou que, por duas vezes, os tribunais suíços rejeitaram os recursos apresentados pelos donos das contas. Numa das decisões, os advogados alegaram que não existem provas de que o dinheiro tenha origem suspeita e que a medida é desproporcional. Os juízes, porém, rejeitaram o argumento.

Outro argumento era de que o banco que tomou a decisão do congelamento não havia informado de forma adequada os filhos do senador. A tese também foi derrubada.

Ainda assim, o processo está em andamento na Suíça e, portanto, os documentos e extratos não foram repassados aos procuradores brasileiros. O Ministério Público da Suíça optou por manter bloqueadas as contas até que seja esclarecida a origem.

Futuro. Esgotados todos os procedimentos legais, a esperança de procuradores brasileiros é de que o caso seja enviado ao Brasil, assim como ocorreu no processo de Eduardo Cunha. Não tendo residência na Suíça e nem vínculos com o país, os suspeitos teriam maiores chances de serem punidos.

Lobão

O senador e ex-ministro Edison Lobão (PMDB-MA)

Para que haja uma repatriação do dinheiro, porém, os envolvidos precisam ser condenados em última instância ou fechar um acordo de delação premiada em que estejam de acordo a devolver os recursos.

 

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Ação autorizada por Fachin cumpre mandados em imóveis de Márcio Lobão e ex-senador do PMDB; inquérito no STF apura corrupção nas obras da usina de Belo Monte

O Estado de S.Paulo

17 Fevereiro 2017 | 07h53

BRASÍLIA – A Polícia Federal apertou o cerco contra o PMDB ao realizar ontem nova fase da Lava Jato autorizada pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. A investigação apura corrupção nas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte. Batizada de Leviatã, em alusão ao livro do filósofo Thomas Hobbes, a ação da PF cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas e nos escritórios do filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Márcio Lobão, e do ex-senador e apadrinhado político de Jader Barbalho (PMDB-PA), Luiz Otavio Campos.

Foto: Daniel Teixeira/Estadão
Usina hidrelétrica de Belo Monte

As obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte são investigadas pela Lava Jato

A investigação que deu origem à investida contra as pessoas próximas aos peemedebistas teve início com a delação do senador cassado Delcídio Amaral. Em seu acordo, Delcídio afirmou que 1% do valor do contrato da usina de Belo Monte ficou com o PMDB. Na delação, ele citou repasses também para o PT, mas a operação de ontem se concentrou em nomes ligados ao PMDB. A investigação sobre os petistas tramita na Justiça Federal no Paraná.

Apesar de ser o novo relator da Lava Jato no STF desde a morte de Teori Zavascki, Fachin já era o responsável pela relatoria das investigações sobre Belo Monte – que ficaram desmembradas na Corte das demais apurações que envolviam o esquema na Petrobrás.

Segundo Delcídio, Barbalho e Lobão exerciam influência sobre várias estatais e grandes obras, entre elas, a usina no Rio Xingu, no Pará. Márcio e Luiz Otávio, por sua vez, foram citados na delação do executivo da Andrade Gutierrez Flávio Barra como destinatários de pagamentos realizados pela empreiteira pelas obras de Belo Monte e também pela usina de Angra 3.

Conforme o ex-diretor da Andrade Gutierrez, integrante do consórcio construtor de Belo Monte, entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões foram repassados ao senador Edison Lobão (PMDB) pelas obras de Angra 3 e R$ 600 mil da usina hidrelétrica. De acordo com o delator, o valor relacionado a Belo Monte foi entregue em espécie na casa de Márcio Lobão.

O filho do ex-ministro de Minas e Energia nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Roussef também foi citado pelo ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado. Na sua delação, Machado afirmou que os valores destinado a Lobão eram entregues em um escritório no Rio de Janeiro indicado por Márcio.

Inquérito. De posse dessas informações, Fachin concordou com os pedidos propostos pela Polícia Federal e autorizou o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), Belém (PA) e no Rio de Janeiro (RJ). Segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

No inquérito, são investigados, além de Lobão e Barbalho, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e Valdir Raupp (PMDB-RO). Todos negam participação nas irregularidades.

A Procuradoria-Geral da República e Polícia Federal investigam, neste inquérito, se foi feito pagamento de propina de 1% sobre o valor dos contratos assinados pelas obras de Belo Monte a partidos políticos envolvidos na liberação do projeto da hidrelétrica. A suspeita é de que as empresas que integram o consórcio responsável pela obra fizeram o pagamento. Os investigados podem responder por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Quadros. Na busca e apreensão na residência de Márcio Lobão no Rio de Janeiro, a Polícia Federal apreendeu cerca de 1,2 mil quadros. O filho de Lobão é presidente da Brasilcap, braço de planos de capitalização do Banco do Brasil, há 10 anos. Sua esposa, Marta Martins Fadel, chegou a ser lotada no gabinete do senador Lobão no Senado, entre 2001 e 2003. Ela é filha do advogado Sergio Fadel, um dos maiores colecionadores de arte do País.

Durante as buscas os agentes não levaram os quadros, mas catalogaram peça por peça. Os agentes também acharam dinheiro em espécie na residência e no escritório de Márcio, num total de R$ 40 mil em várias moedas. Na residência do ex-senador Luiz Otávio, a PF encontrou R$ 135 mil em espécie.


Consta que o delator Luiz Carlos Martins disse que Edison Lobão recebeu R$ 2 milhões da Camargo Corrêa e que o pagamento se relacionava à obra da usina de Belo Monte

Consta que o delator Luiz Carlos Martins disse que Edison Lobão recebeu R$ 2 milhões da Camargo Corrêa e que o pagamento se relacionava à obra da usina de Belo Monte

A Procuradoria da Suíça já enviou ao procurador geral da República, Rodrigo Janot, todos os dados da conta secreta que o ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (foto), mantinha no país. As operações seriam relacionadas a propinas da famosa usina de Belo Monte.

Consta que o delator Luiz Carlos Martins disse que Edison Lobão recebeu R$ 2 milhões da Camargo Corrêa e que o pagamento se relacionava à obra da usina de Belo Monte.

Segundo tweet do jornalista e social média George Marques, o ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, disse, em delação premiada, que Edison Lobão recebia mesada de R$ 300 mil por mês.

Em junho deste ano, o delator Luiz Carlos Martins, ligado à empreiteira Camargo Corrêa, afirmou, em depoimento, que cogitou comprar R$ 1 milhão em suco de fruta, junto ao empresário Ilson Mateus, para maquiar suposta propina ao senador Edison Lobão (PMDB-MA), nas obras da Usina de Belo Monte. O executivo prestou novas declarações à Polícia Federal, em Brasília, no fim de março, e reiterou tudo o que disse em sua delação premiada.

Neste depoimento, Luiz Carlos Martins detalhou a ‘operacionalização dos pagamentos’ a Lobão, que teriam ocorrido em 2011, e envolveu a empresa AP Energy Engenharia e Montagem LTDA. Lobão, na ocasião, era ministro de Minas e Energia do governo Dilma Rousseff.
“O ‘caminho’ utilizado para fazer o dinheiro chegar ao destinatário, o então ministro de Minas e Energia Edison Lobão, foi mencionado em reunião do Conselho-Diretor do CCBM (Consórcio Construtor Belo Monte); que, especificamente, recorda-se que foram cogitados vários “caminhos”, sendo que um deles envolvia Luiz Fernando Silva,
que teria sido Secretario Estadual no Maranhão e que teria vínculos com o então ministro Lobão”, relatou o delator.

Luiz Carlos Martins disse à PF que precisava ‘efetivar os repasses’ e solicitou ao funcionário da Camargo Corrêa, Gustavo da Costa Marques, que fosse ao Maranhão para se certificar do suposto vínculo entre Luiz Fernando Silva e o então ministro Lobão. Ao retornar, contou o executivo, Gustavo Marques afirmou que o ‘caminho era aquele mesmo, ou seja, via Luiz Fernando Silva’.
De acordo com o executivo, Gustavo Marques lhe deu o telefone de contato de Luiz Fernando Silva e informou que os valores deveriam ser encaminhados também a um empresário de nome Ilson Mateus.

“Como se tratava de um empresário atuante no ramo de supermercados, houve dificuldade da parte do declarante quanto à forma de contratação de alguma empresa desse setor pela Camargo Corrêa, de modo que os valores pudessem ser remetidos ao Maranhão”, relatou Luiz Carlos Martins. “Enquanto discutia essa dificuldade com Gustavo Marques, em momento de descontração, surgiu a ideia de aquisição de R$ 1 milhão em suco de fruta, o que ilustra a dificuldade que havia em operacionalizar o envio do dinheiro.”

Blog da Silvia Tereza / Com informações de Lauro Jardim e George Marques

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Se já estava complicado para Lobão e Roseana agora complicou muito mais com a decisão do STF em aceitar o acordo de delação premiada de Ricardo Pessoa, dono das empreiteiras UTC e Constram, preso pela Polícia Federal na operação Lava Jato

LOBÃ E ROSEANAO dono da UTC também disse ter feito um repasse de R$ 1 milhão ao senador Edison Lobão (PMDB-MA), que foi ministro de Minas e Energia no primeiro mandato de Dilma. O empresário contou que Lobão recebeu R$ 1 milhão para não criar empecilhos na obra da usina nuclear de Angra 3.

As revelações de Pessoa podem ir além da denúncia da contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Poza, de que a Constram teria recebido o precatório de R$ 110 milhões depois de pagar propina para ex-governadora Roseana Sarney.

É aí que Ricardo Pessoa pode complicar a dupla Roseana/Lobão.


Época

Os dois foram presos na Operação Lava Jato por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobra

O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta, marcou para o dia 30 de junho a primeira acareação da comissão, entre Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, e o doleiro Alberto Youssef, informou o G1, delatores  da ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e do senador maranhense Edison Lobão (PMDB) no escândalo de desvio de recursos.

Os dois foram presos na Operação Lava Jato por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. Costa e Youssef firmaram acordo de delação premiada na Justiça.

No dia 7 de julho, o ex-gerente Pedro Barusco deverá fazer acareação com Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras. Barusco e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto se encontram no dia 14, conforme cronograma definido nesta quarta-feira (17).

De acordo com o G1, a fase de acareações é aguardada pelos membros da CPI porque acusados ficarão frente a frente e será possível comparar as versões contadas por cada um deles. As acareações foram aprovadas na quinta-feira, dia 11.

As acareações foram aprovadas na semana passada, na mesma sessão da CPI que aprovou a convocação do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto. A sessão foi tensa, com bate-bocas entre o presidente da comissão e parlamentares do PT, que tentaram adiar a votação.

Okamotto será chamado para explicar as doações de R$ 3 milhões feitas ao Instituto Lula pela empreiteira Camargo Corrêa, investigada no esquema de corrupção da Petrobras.

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