O menino Raison Souza Negreiros, de 3 anos de idade, foi encontrado morto no começo da manhã de hoje, terça-feira, 22, dentro de um córrego do beco Natal, conjunto São Lucas, bairro Tancredo Neves, Zona Leste de Manaus.

O corpo estava em cima de um pato quando foi visto por um casal que reside no conjunto e saía de manhã cedo para trabalhar, segundo informou um dos policiais militares que foram ao local para atender a ocorrência.

A explicação mais viável para a criança ter sido encontrada em cima da uma ave é que em uma casa situada bem perto do córrego um morador cria patos, galinhas e codornas para venda.

                                                                                                                 A polícia localizou a família, que já estava procurando Raison, e informaram que ele sofria de distúrbios mentais e pode ter saído de casa à noite quando todos dormiam.

À noite também choveu forte em toda a Zona Leste e no bairro Tancredo Neves não foi diferente, por isso o córrego sofreu uma elevação momentânea de água e Raison teria morrido afogado agarrado ao pato.

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros enviou uma equipe ao local para iniciar uma investigação e várias pessoas foram interrogadas,  além dos familiares do garoto encontrado morto.

O corpo do menino foi removido do córrego às 8h30 e o exame de necrópsia que será realizado no Instituto Médico Legal (IML) vai definir a causa da morte do garoto.

 

ATENÇÃO! IMAGEM FORTE! 

Foto: Divulgação Portal do Zacarias


Foto: Reprodução

Aos oito anos de idade, Gabriel Fernandez foi torturado e assassinado por seu padrasto com a ajuda da mãe

Isauro Aguirre, de 32 anos, foi acusado de conspirar com sua namorada para torturar e matar o filho dela, de apenas oito anos de idade.

 

De acordo com o procurador responsável pelo caso, os crimes aconteceram porque Aguirre acreditava que o menino fosse gay.

 

Agora, o homem pode ser condenado à pena de morte.

O assassinato aconteceu em meados de 2013, entretanto, o julgamento do caso começou apenas na última segunda-feira (16), na corte de Los Angeles, na Califórnia.

 

O americano é acusado de atacar Gabriel Fernandez com spray de pimenta, obrigá-lo a ingerir as próprias fezes e depois vomitá-las, queimar a pele do garoto com bitucas de cigarro, agredi-lo com um taco e matá-lo com a “permissão” da mãe do menino.

 

 

Tudo baseado na crença de que o garoto era gay .

Logo após a morte de Gabriel, o casal ligou para a polícia e reportou o caso como suicídio.

 

Os dois alegaram que a criança “gostava de bater em si mesmo, era homossexual e queria acabar com a própria vida”.

 

Entretanto, as evidências encontradas descartaram essa possibilidade e os dois foram presos.

O julgamento

 

(Fotos: Reprodução)

Agora, Aguirre está sendo representado pelo advogado John Allan, que, diante das acusações, argumentou que o cliente “estava com problemas para lidar com uma situação muito estressante e caótica” durante o período dos ataques.

 

A defesa do réu declarou que o homem admite o assassinato, porém, nega qualquer episódio de tortura .

Entretanto, o paramédico James Cermak, que trabalha no Corpo de Bombeiros do Condado de Los Angeles, afirmou que o corpo de Gabriel estava extremamente machucado quando foi encontrado, já falecido, no apartamento do casal.

Pearl Fernandez, mãe do garoto, também enfrenta acusações no caso de homicídio, mas será julgada em outra sessão.

 

Além disso, quatro assistentes sociais são investigados por causa da morte de Gabriel, assassinado em mais um caso de homofobia após sua mãe e padrasto cometerem o crime por desconfiarem que fosse gay.

 


 

01/11/2015 12h57 – Atualizado em 01/11/2015 16h44 www.jgmoreira.com.br

O menino foi encontrado no brinquedo inflável murcho que é mostrado na foto (Foto: Reprodução / WhatsApp)

O menino foi encontrado no brinquedo inflável murcho que é mostrado na foto (Foto: Reprodução / WhatsApp)

01/11/2015 12h57 – Atualizado em 01/11/2015 16h44 www.jgmoreira.com.br

Dona teria desinflado equipamento sem ver o menino, no sábado (31).
Garoto só foi encontrado na manhã deste domingo (1º).

Do G1 PE

Um menino de três anos de idade foi encontrado morto em um brinquedo pula-pula desinflado, na manhã deste domingo (1º), no distrito de Barra de Sirinhaém, em Sirinhaém, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Segundo a polícia, a dona do equipamento não teria percebido que o garoto, chamado Paulo Henrique Ferreira, estava lá quando o pula-pula foi desinflado, ainda no sábado (31).

A mãe da criança colocou-a para brincar à noite, de acordo com as primeiras informações registradas pelo 10º Batalhão da Polícia Militar. Vizinhos relataram que ela teria perdido o filho de vista e que os parentes procuraram o menino durante a noite e a madrugada, sem sucesso. Ainda não está claro se a criança foi retirada do brinquedo e depois voltou sozinha ou se permaneceu lá. A família chegou a contratar um carro de som, que rodou o município com a foto dele, pedindo que as pessoas informassem se tivessem notícias.

O corpo do menino foi encontrado pela prima Aline Nascimento Silva, de 25 anos, por volta das 9h deste domingo. “De manhã, vizinhos disseram que tinham encontrado uma sandália perto da barraca do pula-pula. Foi quando eu e uma colega fomos à casa da dona do brinquedo para perguntar se ela havia visto o menino”, explica Aline.

Criança foi encontrada morta em brinquedo em Barra de Sirinhaém, na Mata Sul de Pernambuco (Foto: Reprodução / WhatsApp)Foto mostra brinquedo já desinflado, onde a criança foi encontrada neste domingo (1º) (Foto: Reprodução / WhatsApp)

“O pula-pula estava no mesmo local, só que murcho e enrolado em uma lona. Quando levantamos, ele estava lá, deitado de barriga para baixo. Ele já tinha tentado tirar um braço da camisa e o dedinho estava na boca. Me desesperei”, conta.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas Paulo Henrique já estava sem vida. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. O caso está sendo registrado na Delegacia de Sirinhaém, onde a mãe da criança e a dona do brinquedo vão prestar depoimento. A família ainda não tem informações sobre velório e enterro.