Markenned dos Reis Barbosa é suspeito estupro de vulnerável, contra suas enteadas, em Buritirana.

Uma das crianças abusada sexualmente pelo padrasto Markenned dos Reis Barbosa, conhecido como “Markim”, está contaminada com o vírus da Aids. A polícia está realizando investigações para saber se a menina, que tem apenas 10 anos, foi contaminada pelo agressor.

Markenned também é suspeito de transmitir o vírus da doença às suas vítimas, propositalmente. O acusado foi preso nessa segunda-feira (21), em sua casa em Buritirana, após ter sua prisão preventiva decretada pela Justiça, após longa investigação da Polícia Civil de Amarante.

Os crimes vinham sendo praticados há mais de um ano, contra as crianças, que coagidas, negaram os abusos. Porém, com informações de testemunhas, as investigações avançaram e laudos médicos comprovaram os abusos. Ao ser preso, o suspeito foi levado para Amarante e deve ser transferido para Imperatriz, onde ficará à disposição da Justiça.

De acordo com as investigações, o homem aproveitava a ausência da esposa para despir as crianças e praticar o crime de estupro de vulnerável, que em na maioria das vezes eram sexo oral. Segundo a polícia, a mãe sabia dos abusos.

O caso chocou os moradores da pacata cidade de Buritirana, a 60 km de Imperatriz, e também os moradores de Amarante, onde vivem os familiares do suspeito.

A prisão

A prisão do estuprador foi feita por policiais civis da Delegacia de Amarante, com apoio de policiais da 3ª Cia Independente de Polícia Militar, e se deu após longa investigação, quando se constatou que Markenned vinha abusando sexualmente das vítimas desde os nove de idade, dentro de sua própria casa.

Muitas vezes, aproveitando-se da ausência da esposa, Markenned despia as menores para a prática de sexo oral. Os policias informaram que, inicialmente, as vítimas e sua mãe negaram as agressões, mas, com avançar das investigações, informações de testemunhas e laudos médicos, comprovou-se o crime.

A prisão, decretada pelo juiz de Senador La Rocque, foi efetivada no centro da cidade de Buritirana, quando o acusado encontrava-se em sua casa, próximo ao estádio municipal. Após ser comunicado da decisão judicial, o acusado foi conduzido, sem oferecer resistência, até uma das celas da delegacia de Amarante, onde aguarda transferência para um presídio em Imperatriz.

Crime de difícil investigação

A equipe da delegacia de Amarante informou que o crime de estupro é de difícil investigação, principalmente quando cometido em ambiente doméstico. Muitas vezes, abalada psicologicamente e com medo do agressor, a vítima não procura a polícia para fazer a denúncia.


Ambulante também foi acusado de outros estupros na família (Foto: Divulgação)

Foto: Divulgação

O vendedor ambulante chega preso na Deapca para ser apresentado à imprensa

Depois de ser acusado de estuprar sua sobrinha de apenas 7 anos, um vendedor ambulante foi preso por uma guarnição da polícia, ontem, quarta-feira, 24, no bairro de Santa Etelvina, na Zona Norte de Manaus.

De acordo com informação da delegada titular da Delegacia Especializada em Apoio e Proteção à Criança e ao Adolescente (Deapca), o crime aconteceu na casa da família do acusado, de 41 anos, no bairro do Jorge Teixeira II. A delegada disse também que logo depois que o vendedor ambulante foi denunciado pela sobrinha estuprada, sua irmã e mãe da menina ameaçou denunciá-lo à polícia e ele foi se esconder na casa de sua propriedade no bairro onde foi preso.

Consta no inquérito policial instaurado na Deapca que o estupro teria acontecido quando a menina saiu do seu banho e o tio a botou no colo alegando que iria vestir sua roupa e pentear seus cabelos.

A criança contou que o tio aproveitou que ela estava sentada em seu colo, enrolada apenas em uma toalha, e introduziu o dedo em suas partes íntimas, parando somente quando ala começou a chorar sentindo dores. Para complicar ainda mais a situação criminal do vendedor ambulante, outras sobrinhas dele, que hoje em dia já são adolescentes, disseram que também foram vítimas de abusos sexuais praticados quando eram crianças.

 

A criança fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal e o estupro foi confirmado no laudo de conjunção carnal. O vendedor ambulante foi recolhido à cadeia na tarde desta quinta-feira, 25, e vai responder por estupro de vulnerável.

Veja vídeo:

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A Polícia Militar por meio do 6º Batalhão no comando do major Marcelo, na última segunda-feira (08), por volta das 16h40 localizou a menor desaparecida no mês de novembro de 2017.

O grupo de serviço avançado do 6º Batalhão recebeu determinação do coronel Aritanã, comandante do CPAM 2, para localizar a menor que havia sido aliciada por seu namorado criminoso Jefferson Raimundo Vaz Correa. Iniciando os levantamentos de inteligência e mantendo contato com colaboradores, recebeu-se a informação de que o casal havia fugido de um cerco policial na cidade de Santa Helena, após Jefferson ter roubado uma motocicleta. Na fuga deixaram para trás diversos objetos, entre eles um cartão de memória contendo imagens de Jefferson portando uma pistola calibre .40 mm pertencente à Polícia Militar do Maranhão e que havia sido subtraída pelo mesmo.

Após ampla divulgação das imagens dos envolvidos através das redes sociais, na tarde de hoje (08), o serviço de inteligência do 6º Batalhão recebeu ligação de um colaborador informando ter avistado uma jovem muito parecida com a menor em busca na região da Santa Bárbara. De imediato deslocamos para o bairro e procedemos diversas incursões, até o momento em que foi possível avistar a adolescente transitando em via pública. A mesma foi abordada de imediato e conduzida para a delegacia da Cidade Operária, onde fizemos contato com sua família e em seguida apresentada para o delegado de plantão para os procedimentos cabíveis.

Paralela a apresentação da menor, a guarnição da viatura da raposa havia prendido Jefferson no mesmo momento, em companhia de dois outros elementos na região da praia do Aracagi, com drogas. Ao ser questionado sobre a arma da Polícia Militar que estava em seu poder, este relatou que havia vendido a mesma para um elemento no município de Santa Helena. Informação que coincidia com o relatado pela menor para o GSA.

De imediato o serviço de inteligência manteve contato com o soldado Froes da guarnição do município de Santa Helena e repassou todas as informações obtidas, e este acionou as guarnições de serviço que deslocaram até o povoado Bom Viver e efetuaram a recuperação da pistola pertencente a Polícia Militar do Maranhão.

Por: Carla Andrade/Ascom-SSP


Foto: Jander Robson

O mandado de prisão preventiva em nome de Ivan Paulo foi expedido no dia 21 de setembro deste ano, pela juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha, no Plantão Criminal

A equipe de investigação da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), sob o comando da delegada Juliana Tuma, titular da unidade policial, cumpriu na manhã de segunda-feira, dia 25, por volta das 11h30, mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável em nome do pedreiro Ivan Paulo Seabra Gomes, 28.

A vítima é uma menina indígena de dez anos, do grupo étnico Apurinã.

Conforme a autoridade policial, a prisão do infrator foi efetuada na casa onde ele morava, situada no Conjunto Campos Sales, bairro Tarumã, zona Oeste da capital de Manaus. O mandado de prisão preventiva em nome de Ivan Paulo foi expedido no dia 21 de setembro deste ano, pela juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha, no Plantão Criminal. Segundo Juliana Tuma, as investigações em torno do caso iniciaram no dia 2 de setembro deste ano, após a formalização do crime na especializada, pela mãe da vítima.

Tuma enfatizou que a menina relatou que o último abuso sexual ocorreu no dia 27 de agosto deste ano e que os estupros tiveram início quando ela tinha oito anos de idade. A criança afirmou a prática de conjunção carnal pelo infrator e argumentou que recebia presentes do pedreiro, como pulseiras, anéis e até mesmo um par de patins. A delegada informou, ainda, que a esposa de Ivan Paulo cuidava da vítima e de duas irmãs da menina, para que a mãe das crianças pudesse trabalhar.

A titular da Depca explicou que Ivan Paulo confirmou, durante depoimento, que ficava sozinho com a vítima, mas negou os estupros. Ao longo das diligências em torno do caso a garota recebeu atendimento psicossocial disponibilizado na especializada e foi submetida a exame de conjunção carnal no Instituto Médico Legal (IML), que constatou a prática libidinosa.

Os parentes da vítima nunca suspeitaram que esse cidadão seria capaz de cometer o delito porque Ivan Paulo era considerado de confiança da família. Esse indivíduo vinha cometendo os estupros desde quando a vítima tinha oito anos de idade. Os laudos periciais confirmam os abusos. A esposa dele chegava a tomar conta da vítima e das irmãs dela, mas quando ela saía para a faculdade, ele acabava ficando com as crianças. Inclusive, uma das irmãs da vítima presenciou, por diversas vezes, Ivan Paulo levar a menina para o quarto e trancar a porta do cômodo”, relatou a delegada.

Juliana Tuma ressaltou que a vítima já estava demonstrando alteração de comportamento, baixo rendimento escolar, inclusive em leituras na escola ela chegava a ter episódio de choro.

“Essas sensibilidades são comuns em pessoas vítimas de violência sexual. A mãe da menina chegou a desconfiar e perguntar da filha o que estava acontecendo, mas a vítima de abusos sexuais tem dificuldade de relatar a violência. A menina começou a ter alterações psicossomáticas físicas, dores no corpo, por conta da violência sofrida”, disse.

A criança informou, ainda, que o infrator a intimidava, alegando que se ela contasse algo para o pai dela, o homem mataria ele. “Ele estava fazendo com ela terror emocional. O pedreiro tentava transferir para essa vítima a culpa se algo acontecesse com o pai dela. Esse tipo de prática é comum em casos de abusos e exploração sexual. Parece uma história repetida, mas não é. É mais uma nova história de estupro de vulnerável aqui na nossa cidade. O abuso sexual e sua peculiaridade cega. Ele cria uma venda nos olhos dos responsáveis. No que depender da Polícia Civil do Amazonas, nós combateremos de forma enérgica para que situações como essa sejam erradicadas da nossa sociedade”, pontuou Tuma.

Ivan Paulo foi indiciado por estupro de vulnerável. Ao término dos procedimentos cabíveis na delegacia, o infrator será levado para o Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), onde irá permanecer à disposição da Justiça.

 Portal do Zacarias

 

 

Em mais uma ação realizada na tarde de terça-feira (05), por volta das 15h45min, pela delegacia especial de Raposa no comando do delegado Marconi Caldas, deu cumprimento a prisão de José Pereira da Silva, 71 anos, natural da cidade de Barreirinhas acusado do Crime de Estupro de Vulnerável.

A mãe da vítima havia hospedado o acusado em sua residência, Jose Pereira dizia ser da cidade de Barreirinhas e era portador de catarata estando à espera do exame. Com a situação, a mãe da menor deu abrigo ao mesmo e ao se ausentar da residência deixou a filha na companhia do idoso. Ao voltar se deparou com o crime, José Pereira foi surpreendido estuprando a menor de apenas 10 anos de idade.
Logo em seguida o delegado de Raposa Marconi Caldas foi ao local efetuar a prisão em flagrante. Feitas as formalidades o mesmo foi encaminhado ao sistema prisional onde aguardara a decisão da justiça.

Por Carla Andrade – Ascom SSP 


 

Em depoimento na delegacia, pai teria dito que bateu na filha com corda para discipliná-la (Foto: Evilásio Cosmiro/Arquivo Pessoal)

Em depoimento na delegacia, pai teria dito que
bateu na filha com corda para discipliná-la
(Foto: Evilásio Cosmiro/Arquivo Pessoal)

19/11/2015 20h52 – Atualizado em 19/11/2015 21h04 www.jgmoreira.com.br

Menina é levada a hospital após surra de corda e pai é detido no Acre

Pai teria acusado filha de roubo e dado surra para ‘discipliná-la’.
Homem foi liberado e deve responder por crime de maus-tratos.

Quésia MeloDo G1 AC

Uma menina, de 11 anos, deu entrada no Hospital Geral de Feijó, cidade localizada há 366 quilômetros de Rio Branco, após levar uma surra do pai. O caso ocorreu na última terça-feira (17).

A garota chegou à unidade com as costas marcadas, bastante machucada, e com um dedo lesionado.

A Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados por um médico que atendeu a vítima e o pai da criança foi detido.

De acordo com o delegado Samuel Mendes, o pai, um homem de 54 anos, teria dito à polícia que bateu na filha para “discipliná-la”. Ele alegou que ela saía de casa sem dar satisfações e era desobediente.

“Segundo o pai, ele bateu nela com cordas. Ele foi preso e quando o interrogamos ele disse que bateu na intenção de discipliná-la. Além disso, no dia teria sumido um dinheiro do comércio dele, ele alegou que essa não era a primeira vez, e que filha era a única a entrar no local”, disse.

O pai da menina foi liberado e deve responder por crime de maus-tratos. A menina passou por exame de corpo de delito e, após receber alta médica, foi encaminhada ao Conselho Tutelar.

Ainda de acordo com o delegado, a criança ficou com muitas escoriações nas costas. Um dos dedos dela estava “trincado”, mas ela disse que havia sido durante uma queda.

“Ela disse que realmente desobedeceu o pai, mas sobre o dinheiro ela não falou nada. O pai foi submetido a todos os procedimentos cabíveis. O pai vai responder por crimes de maus-tratos e deve se apresentar a Justiça”, finaliza.

Menina deve passar por acompanhamento psicológico
O conselheiro Ronaldo Nascimento, que acompanha o caso, disse que a criança foi encaminhada para a casa da mãe pelo Conselho Tutelar do município e deve receber acompanhamento psicológico.

“Depois do corpo de delito e de comprovadas as agressões, ela foi levada para a casa da mãe, já que os pais são separados. Uma assistente social deve acompanhá-la”, explica.


Kelly Cristina Pereira e a filha dela, Kassia Fabíola Pereira de Oliveira (Foto: Arquivo Pessoal)

Kelly Cristina Pereira e a filha dela, Kassia Fabíola
Pereira de Oliveira (Foto: Arquivo Pessoal)

Adolescente, de 14 anos, foi assassinada neste sábado (7) em Ceará-Mirim.
Ex-namorado da garota, um rapaz de 19 anos, é procurado pela polícia.

Anderson BarbosaDo G1 

Kelly Cristina Pereira e a filha dela, Kassia Fabíola
Pereira de Oliveira (Foto: Arquivo Pessoal)

“Só peço justiça. Minha filha não merecia o que ele fez com ela”. As palavras são da dona de casa Kelly Cristina Pereira, de 33 anos, ao falar do ex-namorado da filha dela, um rapaz de 19 apontado como principal suspeito de assassinar a garota. Kassia Fabíola Pereira de Oliveira, de 14 anos, foi encontrada morta por volta as 14h30 deste sábado (7) em uma estrada de terra na zona rural de Ceará-Mirim, município da Grande Natal. Perícia feita no corpo aponta que ela foi degolada.

Segundo o delegado Sérgio Freitas, da Delegacia Especializada de Homicídios (Dehom), a última pessoa a ser vista com Kassia foi o ex-namorado dela. “Ele é o principal suspeito e é considerado foragido, já que não foi encontrado até o momento. Porém, enquanto não tivermos a certeza de que foi ele quem a matou, é mais prudente mantermos sua identificação no anonimato”, ponderou.

Uma tia de Kassia foi quem conseguiu dar mais detalhes do crime. Ao G1, Caroline disse que a sobrinha trabalhava como babá, momento em que o ex-namorado dela apareceu numa motocicleta e a forçou a sair com ele. “Ela só foi porque ficou com medo dele aprontar algum barraco no trabalho dela. Tenho certeza disso. Então ela deixou a criança com uma irmã e subiu na moto. Foi por volta das 12h. Passou algum tempo e o patrão da Kassia na casa dela, já que ela havia saído e ainda não tinha retornado. Depois, soubemos que ele (o ex-namorado) ligou pra uma outra sobrinha minha dizendo que tinha matado a garota. Desde então ele sumiu. Ninguém sabe pra onde ele foi”, finalizou a tia.

Além de Kassia, Kelly tem outros três filhos. Uma adolescente de 15 anos e dois garotos, sendo um de 11 e outro de 6 anos.

Amigos e parentes de Kassia se despedem dela desde o início da manhã. O sepultamento acontece no final da tarde, no Cemitério Público de Ceará-Mirim.


 

 

Estudante tem pescoço cortado em frente a escola em São Luís (MA) (Foto: Reprodução / TV Mirante)

 

15/10/2015 23h06 – Atualizado em 16/10/2015 07h39 WWW.JGMOREIRA.COM.BR

M.C.N., de 17 anos, teve o pescoço cortado com golpes de faca.
Crime aconteceu nesta quinta (15), no bairro do Olho-d’Água, em São Luís.

Do G1 MA

Uma estudante de 17 anos teve o pescoço cortado por três pessoas em frente à escola estadual Centro de Ensino Vinicius de Moraes, no bairro do Olho-d’Água, Região Metropolitana de São Luís(MA), segundo informações da família. A vítima, identificada como M.C.N., voltava para casa quando foi atacada no fim da tarde desta quinta-feira (15). Ela foi levada para o Hospital Djalma Marques (‘Socorrão I’), no Centro, e trasferida para o Hospital Carlos Macieira, no Calhau, durante a madrugada.

Maria Elenice, tia da vítima, contou que a direção liberou os alunos da turma da estudante mais cedo. “A diretora me falou que eles foram liberados mais cedo e que a jovem ficou sentada dentro da escola com outra menina. Depois só soube que ela havia sido esfaqueada”, disse.

Ainda segundo Elenice, ela teria recebido uma ligação, momentos antes de sair da escola. “A diretora ainda disse que ela tava com essa menina sentada e que ligaram para o celular dela e ela saiu logo depois. Meu cunhado disse que não encontrou o celular dela”, afirmou.

A assessoria da Polícia Militar disse, por nota enviada ao G1, que equipes da Unidade de Segurança Comunitária (USC) confirmaram a existencia das duas versões apresentadas pela família e que vão reforçar as rondas nas imediações para evitar novos casos.

Veja a íntegra da nota abaixo:

NOTA

A Policia Militar realiza diligencias a fim de localizar os envolvidos na ocorrencia nas proximidades da escola Vinicius de Moraes, localizada na Rua Bauru (divisa na Divineia com Olho D Agua). Equipes do Ronda Escolar e da 1 Unidade de Seguranca Comunitaria( USC) vão reforcar as acoes na area a fim de evitar o registro de novas ocorrencia

Segundo a família, a vítima foi socorrida e levada para Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) doAraçagi, mas devido à gravidade do ferimento foi levada para Hospital Municipal Djalma Marques (‘Socorrão I’), no Centro. A jovem chegou à unidade de saúde respirando com ajuda de aparelhos e foi encaminhada ao centro cirúrgico.

Vítima vendia churrasco em praia
Além da rotina estudantil, a jovem sempre trabalhou para ter o próprio dinheiro. Jéssica Rodrigues, tia da adolescente, disse que a jovem reforçava o orçamento de casa vendendo churrasquinho nas praias de São Luís.

Ela confirmou ainda que a jovem não tinha inimigos ou possuía qualquer envolvimento com drogas ou crimes. “Até agora não estou acreditando no que aconteceu. Todo mundo gostava dela, as crianças, o pessoal da praia, os amigos do bairro. Eu creio em Deus que ela vai sair dessa situação”, revelou.

Na manhã desta sexta-feira (16), os estudantes do Centro de Ensino Vinicius de Moraes foram informados que as aulas foram suspensas temporariamente.