A prefeita de São Vicente Ferrer, Conceição Castro, assinará  ordem de serviço para a construção de  poços artesianos nesta quinta-feira, 11 de janeiro/2018

Prefeita ao lado governador Flávio Dino e de Marcelo Tavares

A construção dos poços atenderá tanto a sede como a zona rural de São Vicente Ferrer e serão perfurados em Ponta de Paulo, Santa Rosa, Rita de Cassia, Angelim,  Casa Grande e Tapuia. Na oportunidade, Marcelo Tavares também deve anunciar o início de outras obras no município, via Governo do Estado.

O evento acontecerá na próxima quinta-feira, 11 de janeiro, (AMANHÃ) a partir das 10 horas da manhã, na escola ‘Tia Ducarmo’, no bairro Rita de Cássia. A prefeita, Conceição Castro, convida todos os vicentinos para este momento de assinatura e início das obras que atenderão milhares de pessoas na cidade.

As obras de perfuração dos poços atingirão a profundidade de 300 metros e ficarão sob a responsabilidade da CAEMA que executará os serviços.  As maquinas chegarão em São Vicente Ferrer nesta quarta-feira 10/01.

Com informações: Portal do Baixadeiro.


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A administração anterior deixou recursos em caixa para a perfuração de poços artesianos e seus respectivos sistema de distribuição de água, em mais de cinquenta escolas da zona rural do município de Pinheiro, onde além da escola a comunidade também seria beneficiada, com água potável abundante e de qualidade.

No entanto o que a comissão de saúde e educação da câmara municipal de Pinheiro, sobre a presidência do vereador João Morais constatou em loco, foi que os recursos que somam mais de dois milhões, foram desviados pelo atual gestor e nem um um poço foi concluído. O máximo que podemos ver são caixas de água compradas na loja de um dos irmãos do prefeito, e jogadas ao chão nas proximidades das escolas, como bem mostra nessa imagem o Dr Leonardo Sá, vereadores Nezio Ferreira, Albininho e o ex vereador Edinildo Rodrigues.

 

Já a situação da comunidade de vila Matias, nas proximidades da comporta é no mínimo revoltante. Além do prefeito não perfurar o poço artesiano, com verba destinada a escola e a povoação, o que colocaram lá foi uma bomba submersa ( sapo ) usada e um sistema de distribuição com uma caixa de fibra também usada, sobre uma base confeccionada com madeira de resto de construção, o que aconteceu já era previsto, a bomba logo queimou, a estrutura de madeira envelhecida, não suportando o peso desabou, danificando a velha caixa de fibra de vidro.

O que mais nos revolta é saber, que toda essa lambudice, custou aos cofres públicos, mais de cinquenta mil reais, conforme o projeto água na escola, deixando o dinheiro em caixa pela gestão anterior. O mais agravante de tudo isso, é que não foi perfurado nem um poço, a água é retirada do igarapé, exatamente onde os animais bebem água, urinam, colocam suas fezes, e vez por outra atolam e morrem nas proximidades da bomba, e é exatamente essa água que chega a escola sem nenhum tratamento.

Mesmo assim esse sistema só está funcionando porque os populares se juntaram em mutirão, refizeram a base de madeira, em cooperação juntaram dinheiro compraram uma nova caixa de mil litros já que a antiga era de quinhentos, e uma bomba centrifuga nova mais potente e resistente.

abcd