AGENDA:

O senador Edison Lobão estará visitando 10 municípios em três dias:
 
Quinta-feira (27):
 

10h – SANTA LUZIA 

15h – ARAME 

16h30 – GRAJAÚ 

Sexta-feira (28):

12h – SÃO JOÃO DOS PATOS 

16h30 – COLINAS 

19h – SÃO DOMINGOS 

Sábado (29):

08h30 – PRESIDENTE DUTRA

10h30 – CAXIAS 

13h – TIMBIRAS 

16h30 – CODÓ

ASCOM – Senador Edison Lobão. 


AGENDA:

O senador Edison Lobão estará nesta quinta-feira (13):
 
17h – ITAPECURU MIRIM

Ascom – Senador Edison Lobão.


José Reinaldo Tavares-Deputado federal do Brasil
Na disputa para o Senado, o Deputado Federal José Reinaldo , assim como outras pesquisas populares mostram já  desponta como favorito a uma cadeira no senado pelo Maranhão. O Deputado obtém um empate técnico  de intenção de votos com outros concorrentes que ocupam as primeiras colocações de intenção de votos dos eleitores maranhenses .
José Reinaldo Carneiro Tavares é um engenheiro civil e político brasileiro. Filiado ao PSDB, foi governador do Maranhão, de 2002 a 2006, e Ministro dos Transportes do Brasil, de 1986 a 1990, no governo do presidente José Sarney.
CargoDeputado federal do Brasil desde 2015

José Reinaldo Tavares é candidato pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Ele tem 79 anos, nasceu em São Luís, e concorre ao cargo de senador pela segunda vez.

A primeira vez que concorreu ao Senado Federal foi em 2010, quando era filiado ao PSB. À época, ficou em terceiro com 13,99% dos votos. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Ceará, já assumiu os cargos de ministro dos Transportes (1986 a 1990), de deputado federal (1990 a 1994), secretário de Infraestrutura do Maranhão, vice-governador do Maranhão (1995-1998) e governador do Maranhão (2002 a 2006). Atualmente, exerce pela segunda vez o mandato de deputado federal pelo Maranhão.

A coligação que apoia a candidatura de José Reinaldo e chama “União e Coragem para fazer um Maranhão

Assessoria de Comunicação: www.jgmoreira.com.br/Jornalista- Registro Nº0001396-SRTE/MA


E nesta semana percorreu seis municípios, por regiões diferentes do Estado, com Roseana e Sarney Filho em dois dias.

O senador Edison Lobão (MDB) visitou seis municípios por regiões diferentes em dois dias, ao lado de Roseana (MDB) e Sarney Filho (PV). Agradeceu às lideranças presentes, assim como a população que o prestigiou, dando a liderança na disputa eleitoral ao senado, em duas pesquisas realizadas recentemente. Um reconhecimento do seu trabalho voltado ao povo do Maranhão.

Na quinta (22), em comitiva percorreram juntos quatro municípios. Na Região do Norte Maranhense foram os primeiros a serem visitados. Em Catanhede caminharam com a população e fizeram duas visitas. A primeira na casa do senhor Cabão. A segunda na casa do Dr. Raimundo. Na cidade de Matões do Norte estiveram na casa do ex-candidato a prefeito Ademar. Já na Região do Munim, estiveram em Icatu com lideranças na casa do ex-prefeito Zezinho Matos. E em Rosário, a caminhada junto com a prefeita Irlahi se transformou em um grande evento que arrastou multidões.

Na sexta (23) visitaram duas cidades na Região dos Cocais. Em Caxias, uma caminhada marcante com representantes dos dois grupos políticos da cidade. E em Aldeias Altas escutaram o povo na residência do ex-prefeito Tinoco. Em ambos, Tatiana Lobão prestigiou os eventos ao lado de seu avô.

Lobão aproveitou o momento para agradecer ao povo pelo voto de confiança de tantos mandatos, falar sobre o atual cenário político brasileiro e de seu apoio ao Lula.

“Gostaria de agradecer a todos que estiveram estes dias conosco nesta caminhada, tanto nossos amigos e lideranças políticas como toda a população. Isto mostra o reconhecimento do nosso trabalho voltado para o povo maranhense. Neste momento me solidarizo com o Lula, um líder político que sempre olhou para os mais humildes e transformou a vida de tanta gente, continua preso para não ter a oportunidade de se candidatar à presidência da república. Mas se ele vier a se candidatar, nós apoiaremos e votaremos nele”, afirmou Lobão.

Nesta semana, o senador deu entrevista ao jornal O Imparcial, onde falou que não tem curral eleitoral, e sim uma consciência política do Maranhão, na segunda (20). O que confirmar a liderança em duas pesquisas realizadas recentemente. A primeira com 27% das intenções de voto, pela Ibope, realizada

pela TV Mirante, na quinta (23). E a segunda com 25% dos votos pela Exata, realizada pelo Jornal Pequeno, neste domingo (26).

Isto significa que se as eleições fossem hoje, o senador Edison Lobão estaria reeleito para o Senado Federal. E mostra, que a experiência faz a diferença na hora de escolher o candidato. Lobão é 150, para continuar trazendo recursos através de emendas para o Maranhão.

Para saber mais, acesse os links abaixo:

-Lobão em entrevista para o Jornal O Imparcial: https://oimparcial.com.br/politica/2018/08/lobao-nao-tenho-curral-eleitoral-eu-tenho-a-consciencia-politica-do-estado-do-maranhao/

-Lobão lidera pesquisa Ibope para o Senado Federal: https://g1.globo.com/ma/maranhao/eleicoes/2018/noticia/2018/08/23/pesquisa-ibope-para-o-senado-no-maranhao-lobao-27-sarney-filho-26-eliziane-17.ghtml

-Lobão lidera a pesquisa Exata para o Senado Federal: https://jornalpequeno.com.br/2018/08/26/pesquisa-exata-jp-para-o-senado-mostra-lobao-e-sarney-filho-liderando/

ASCOM – Senador Edison Lobão


Alvo da Lava Jato deve presidir comissão que sabatinará Moraes

Ex-ministro, senador Edison Lobão é favorito na disputa pela presidência da CCJ.

O senador Edison Lobão (PMDB-MA) é o candidato favorito à presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O parlamentar disputa a vaga com o colega de partido Raimundo Lira (PB).

Ex-ministro de Minas e Energia das gestões de Lula e de Dilma Rousseff, Lobão tem diversos aliados no Congresso.

As informações são da coluna Painel, do site do jornal Folha de S. Paulo.

Aliados do governo de Michel Temer, porém, discordam do nome e preparam críticas por ele ser investigado na Operação Lava Jato — a CCJ é responsável pela sabatina Alexandre de Moraes, possível novo ministro do Supremo Tribunal Federal.

De acordo com a Agência Senado, o PMDB deve se reunir nesta quarta-feira (8) para decidir o nome que indicará para o comissão.

 

 


ELÉTRICO O senador  Edison Lobão e um trecho da investigação (abaixo).  Ele é considerado a ligação entre o petrolão e o eletrolão (Foto: Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)

ELÉTRICO O senador Edison Lobão e um trecho da investigação. Ele é considerado a ligação entre o petrolão e o eletrolão (Foto: reprodução)

ELÉTRICO
O senador Edison Lobão e um trecho da investigação (abaixo). Ele é considerado a ligação entre o petrolão e o eletrolão (Foto: Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)Um documento sigiloso obtido por ÉPOCA aponta o ex-ministro Edison Lobão como elo entre os esquemas de cobrança de propina na Petrobras e na Eletronuclear

TALITA FERNANDES
06/11/2015 – 22h59 – Atualizado 07/11/2016 www.jgmoreira.com.br

Em meio aos milhares de páginas de procedimentos da Operação Lava Jato acumulados no gabinete do ministro Teori Zavascki, no Supremo Tribunal Federal (STF), há um documento de 62 páginas, enviado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Seu conteúdo é grave. Um dos trechos versa sobre o envolvimento de políticos do PMDB em negócios suspeitos com empresas estatais. “Dessa forma, dentre os políticos do PMDB que obtiveram vantagens indevidas advindas da Eletronuclear e Petrobras, com o aprofundamento das investigações, é possível apontar o ex-ministro de Minas e Energia (e senador) Edison Lobão como um dos vários pontos comuns (ápice da pirâmide no âmbito do Ministério das Minas e Energia) que formam uma área de intersecção crescente das duas investigações em andamento que revelam, quando avaliadas em conjunto, uma única estrutura criminosa”, diz o texto (leia abaixo).

ÉPOCA teve acesso exclusivo ao documento, no qual os procuradores do grupo de trabalho afirmam, portanto, que Edison Lobão, senador da República pelo PMDB do Maranhão, ex-ministro do governo Dilma Rousseff, é o personagem que unia o esquema de corrupção instalado na Petrobras e replicado na Eletronuclear, sob a regência de seu partido – e com as vantagens financeiras inerentes a isso. De acordo com a Procuradoria, não importava se era petróleo ou energia nuclear: se o assunto envolvia propina para o PMDB, era com Edison Lobão que se tratava.

Para chegar a essa conclusão, a Procuradoria baseou-se, entre outras provas, em trechos de depoimentos do representante da Camargo Corrêa Luiz Carlos Martins, dados sob um acordo de delação premiada – os trechos em que Martins cita pessoas investigadas no âmbito do Supremo ainda estão mantidos sob sigilo. Além de Martins, o dono da UTC, Ricardo Pessôa, outro delator do petrolão, já havia falado sobre o pagamento de R$ 1 milhão a Lobão em um esquema envolvendo contratos de Angra 3, como detalhou umareportagem de ÉPOCA de setembro. Na ocasião, Pessôa disse que o valor era o adiantamento de uma propina maior, de R$ 30 milhões, pedida por Lobão no ano passado porque seu partido estava com pressa e precisava de “contribuições de campanha”.

>> A propina atômica do PMDB em Angra 3

No depoimento prestado em junho aos investigadores, Martins fala em dois valores que teriam sido repassados a Lobão: ele confirma o repasse de R$ 1 milhão, mas não sabe precisar se o total pago atingiu R$ 1,5 milhão. O delator relatou também ao menos duas reuniões das quais participou, para tratar do pagamento de propina a políticos. Martins diz que, em um desses encontros, Antônio Carlos Miranda, da UTC Engenharia, chamava a atenção dos presentes para um “assunto sensível”, que posteriormente é descrito como pagamento de propina a Lobão e a outros agentes públicos. Martins narra uma cena do encontro, na qual Miranda pediu que representantes de seis empreiteiras envolvidas no esquema dividissem com a UTC o pagamento de R$ 1 milhão que foi feito a Lobão para atender o PMDB.

Contudo, a reação dos presentes foi negativa. Disseram que não haviam sido informados com antecedência sobre o pagamento e que, portanto, não dividiriam o valor. Diante da negativa dos representantes, Miranda diz que Pessôa entraria em contato com os executivos para tratar do pagamento. No relato, o representante da Camargo Corrêa lembra de Miranda mencionar que o valor total da propina a ser paga era de R$ 64 milhões.

>> A cota de Renan no petrolão

Alguns desses encontros, segundo o depoimento, foram realizados na sede da UTC no Rio de Janeiro. Martins afirma ter questionado Miranda sobre quem seriam os beneficiários dos pagamentos e ouvir que os destinatários, além de Lobão, eram o presidente da Eletronuclear, o almirante Othon Luiz Pinheiro, o ministro Raimundo Carreiro, do Tribunal de Contas da União (TCU), e o ex-diretor da Eletronorte e ex-prefeito de São Paulo Miguel Colasuonno, morto em 2013. Procurada, a defesa do senador Lobão preferiu não comentar o documento do Ministério Público. “Estamos num momento de questionamentos técnicos das delações. Todas essas delações estão em xeque, porque não têm credibilidade. Vamos esperar a decisão do Supremo”, disse o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro. A defesa do almirante Othon Pinheiro e a do ministro Raimundo Pinheiro não se manifestaram. A UTC e o executivo Antônio Carlos Miranda preferiram não se manifestar.

COLEGA O ex-tesoureiro do PT João Vaccari. Ele também é considerado um personagem que liga o esquema de corrupção na Petrobras ao da Eletronuclear (Foto: Paulo Lisboa/Folhapress)

No diagnóstico da PGR, Lobão tem a companhia do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso em Curitiba. Vaccari é apontado pela PGR por sua “proeminente atuação” tanto no esquema que envolvia a Petrobras, quanto na Eletronuclear. O documento cita exemplos de Vaccari solicitando “inúmeras vezes” o pagamento de vantagens indevidas a empresas que tinham contratos com ambas as estatais. Com base nas evidências de que Lobão e o PMDB replicavam na Eletronuclear o sistema de cobrança de propina instalado na Petrobras, a Procuradoria-Geral da República construiu um recurso para pedir que o ministro Teori Zavascki reconsidere sua decisão de enviar as investigações envolvendo a Eletronuclear para a Justiça Federal no Rio de Janeiro. A decisão foi tomada por Zavascki no fim de outubro e desagradou ao Ministério Público, que entende que as apurações estão interconectadas e as provas e os caminhos obtidos em uma delas podem ajudar nas investigações da outra. Para reforçar o pedido de reconsideração encaminhado ao STF, a Procuradoria afirma ainda que o mesmo modelo de cartel foi empregado tanto na Petrobras quanto na Eletronuclear. Na visão dos investigadores, o caso apurado é de uma organização criminosa com “várias ramificações”, e com modus operandi bastante similar. É apontado ainda como semelhança o objetivo comum dessas empresas que dividiam os mesmos mercados de “maximizar” o lucro de todas elas. O caso de Lobão mostra que o “mesmo cartel” de empresas atuava junto com o mesmo cartel político para sangrar dinheiro público das estatais.

Como mostra o documento, à medida que mais delações são feitas, novos episódios são narrados e surgem conexões adicionais entre os personagens envolvidos no esquema montado para beneficiarpolíticos, empresários, operadores e lobistas por meio de desvios de recursos públicos. O desafio dos investigadores agora é entender como se montou uma verdadeira “teia” entre esses personagens, de forma que o esquema foi replicado em outras estatais. Diante do fatiamento, relatam investigadores, esse quebra-cabeça ficará cada vez mais difícil de ser montado.

Lobão é alvo de pelo menos três inquéritos abertos no Supremo: dois são decorrentes de desvios na Petrobras e um terceiro refere-se à suspeita de pagamento de comissão na construção da usina Angra 3. Dentro do PMDB, Lobão faz parte de um grupo que, em velocidade diferente, está sob investigação na Lava Jato. Fazem parte dele, além de Lobão, o presidente da Casa, Renan Calheiros, o ex-presidenteJosé Sarney e os colegas Romero Jucá e Valdir Raupp. Juntos, eles mantinham cargos no setor elétrico, mais especificamente na Eletronuclear. Outra parte do PMDB, da Câmara dos Deputados, já está sob fogo. Apesar da derrocada dos colegas deputados e da divisão das investigações, a fatia do PMDB no Senado também não pode dormir sossegada.


ABASTADO

O senador pelo  Maranhão,  Roberto Rocha (PSB), encontra-se internado por conta de uma cirurgia para tratamento da Diabetes, já programada,  no hospital Sirio Libanês, referência no Brasil tanto em qualidade quanto em custos altíssimos. É o mais caro do país. Compete com Albert Einstein em referência e caristia.

Não só Roberto Rocha, como outros políticos,  empresários maranhenses, pessoas que têm dinheiro,  correm do Maranhão quando o assunto é a própria saúde. Não confiam nos médicos daqui e nem nas estruturas da rede particular e, muito menos, da pública.  Foi o caso da esposa do ex-secretário de Saúde,  Ricardo Murad, a prefeita de Coroatá,  Teresa Murad, do ex-senador José Sarney,  da ex-governadora Roseana Sarney, só para citar alguns exemplos.

Os melhores hospitais particulares de São Luís,  como UDI Hospital e São Domingos, só servem para esses poderosos como meros postos de primeios socorros para que eles se transfiram, o mais rápido possível,  para os centros mais avançados e caros do país,  que estão em São Paulo. Hospital público, mesmo que sejam o Carlos Macieira e o Dutra, eles não querem nem pra fazer curativos. Essa é a verdade!

Agora, imagina.  Se os poderosos do nosso Estado não confiam no Sistema de Saúde, seja particular ou público, temos que refletir sobre nós mesmos. Será que dá para acreditar em promessas de que, se eleitos, a Saúde do Maranhão vai melhorar e parari, parará? Eles parecem estar preocupados, sim, é com a saúde deles próprios e não com a do povo maranhense.

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