Votação

Foto: Reprodução

A intenção dos deputados federais favoráveis à criação do polêmico fundo público de R$ 1,7 bilhão para financiamento de campanhas eleitorais, era aprová-lo sem que se identificasse como cada deputado votou.

Mas, por um descuido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os deputados tiveram que registrar publicamente seus votos favoráveis à criação fundo de R$ 1,7 bilhão para as eleições de 2018.

A ideia dos deputados federais era aprovar os R$ 1,7 bilhão, mas se protegerem do desgaste com os eleitores.

Veja como votaram os 18 deputados federais do Maranhão:

 SIM

Alberto Filho (PMDB)

André Fufuca (PP)

Deoclides Macedo (PDT)

Hildo Rocha (PMDB)

José Reinaldo (PSB)

Juscelino Filho (DEM)

Rubens Pereira Júnior (PCdoB)

Victor Mendes (PSD)

Weverton Rocha (PDT)

Zé Carlos (PT)

 

NÃO

Junior Marreca PEN

Luana Costa PSB

Pedro Fernandes PTB

 

FALTOSOS

Aluísio Mendes

Cléber Verde

Eliziane Gama

João Marcelo Sousa

Waldir Maranhão


 

Ele votou em Temer e voltou para a Papuda

O deputado Celso Jacob (PMDB-RJ), que foi autorizado a trabalhar durante o dia pelo juiz Valter Bueno Araújo, da Vara de Execuções Penais de Brasília, ficou na Câmara até mais tarde nesta quarta-feira (2). A votação de plenário em que a base governista conseguiu barrar a denúnciacontra o presidente Michel Temer teve início por volta das 18h20, estendendo-se por mais de três horas e encerrando-se pouco antes das 22h. O deputado declarou voto favorável ao relatório de Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), para barrar o prosseguimento da denúncia.

Jacob cumpre pena de sete anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, trabalha na Câmara durante o dia e tarde, devendo retornar ao Complexo da Papuda às 18h30. A ressalva na sentença é quando os trabalhos da Câmara se estendem após esse horário, ao que o deputado deve comunicar à direção da Papuda que chegará mais tarde ao recolhimento obrigatório.

“Caso as sessões se estendam para o período noturno, essa circunstância deverá ser demonstrada pelo sentenciado ao estabelecimento prisional onde estiver recolhido (no caso, a Papuda), por ocasião do seu retorno para o pernoite”, determinou o juiz. Como este site mostrou em 8 de julho.

Fonte/ Plantão Brasil


O povo da baixada não pode ter a memória curta, pois vai precisar dela quando for votar em 2018 para deputado federal ou estadual. Esta semana a câmara federal votou e aprovou a reforma nas leis trabalhistas que autoriza as empresas públicas ou privadas a contratarem através do processo de terceirização, ou seja: a partir de agora o trabalhador Brasileiro que almeja uma vaga no setor público não vai mais poder fazer um concurso, tendo em vista que essa lei altera a forma de contratação do servidor aumentando o nepotismo no setor público, o acumulo de cargos e outros problemas que até então não tínhamos. Outra grande mudança é com relação aos encargos trabalhistas que não serão mais uma obrigação da empresa que necessita do trabalho, mas sim da terceirizada.

Esse absurdo como está sendo chamado à lei teve a aprovação e contou com o voto do Dep. Victor Mendes, no entanto sua postura não foi surpresa, pois em seu histórico como parlamentar sempre se posicionou contra o trabalhador, em 2015 o parlamentar e filho do ex-prefeito de Pinheiro Filuca Mendes votou contra os trabalhadores quando aprovou o texto-base da MP 665, que passou a dificultar a obtenção do seguro-desemprego, do abono salarial e do seguro-defeso, o que prejudicou bastante o trabalhador brasileiro.

Essa postura é digna de quem nunca precisou de direitos trabalhistas para nada, o deputado defende essas posições e se opõe ao povo que lhe elegeu, mas como disse no inicio do texto, é necessária uma boa memoria para darmos o troco nas urnas em 2018 contra essas violações dos direitos trabalhistas.

 


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Comunista alertou para possível futuro arrependimento do ex-governador por ter votado pelo afastamento da presidente

Como era esperado, o governador Flávio Dino (PCdoB) usou as redes sociais para se manifestar sobre a votação da bancada maranhense no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Com 18 deputados, a bancada deu 10 votos favoráveis ao afastamento da petista.

Um desses votos foi do ex-governador e deputado José Reinaldo Tavares (PSB). Tavares fez questão de pedir desculpas ao governador ao externar seu voto. Ele declarou que não poderia trair sua própria consciência e o que fizeram com ele e com o ex-governador Jackson Lago (PDT). Ele lembrou ainda do estelionato da Refinaria Premium I, em Bacabeira, antes de declarar o voto pelo impeachment de Dilma.

Ainda assim, ao se manifestar sobre o voto do padrinho, Flávio Dino fez questão de prestar homenagem e agradecimento aos parlamentares maranhenses que “votaram contra o golpe, pelo respeito à Constituição e à democracia”, e aproveitou para mandar o recado: “Votar NÃO neste momento exige muito discernimento, respeito à história do Brasil e coragem. E quem age assim, não se arrepende. Avante”, disse.

Vale aguardar do que Zé Reinaldo pode se arrepender por não ter seguido o esperado pelo governador comunista.


jackson-lago II

Eu não quero me justificar embora sinta poder fazer isso com a maior dignidade, sem ter medo de sofrer represálias ou mesmo colocar em risco a minha vida porque falar de políticos é perigoso, mas…  O justo é estar seguro do que posso fazer sem alegar algo ou me segurar na aba do chapéu de alguém que condignamente poderia me repreender se estivesse vivo.

Não foi assim com esse meu pensamento que a cara de pau e o descortino politico levou o Deputado Zé Reinaldo Tavares (PSB-Ma), a tentar se proteger na cortina da fortificação ao mencionar demagogicamente o nome do nosso saudoso Governador Jackson Lago , falando da sua cassação ao declarar seu voto ao impeachment da Presidenta Dilma Rousseff, o que fez na maior cara de pau untada   de óleo de peroba  simulando esconder que ele votando da maneira que votou  estar retornando o poder ao mesmo PMDB (JOSE SARNEY) que foi o cabeça da cassação do nosso eterno Governador.

Esse realmente vai morrer velho sem noção e vendo o nosso Maranhão cansado de patinar na esteira politica do descalabro calamitoso que sempre a família Sarney envolveu nosso Estado.

Eu, como maranhense em nome da nossa família, em nome dos meus filhos e netos e em nome dos que nos querem bem; digo NÃO a você Zé Reinaldo. Você me indigna e envergonha por todas quantas ações demagogas sejam providas mediocremente pela sua incompetência em nos representar não fazendo por merecer a unção dos votos do povo, o que  não correspondendo assim a expectativa da gente que como eu está cansada de ver cada vez mais distante os interesses da coletividade trocados pelos interesses pessoais que você como tantos políticos maranhenses nunca renunciaram.

PURA DECEPÇÃO…


Bancada maranhense - Câmara

A mudança foi após o deputado Waldir Maranhão (PP) desistir de votar a favor. O deputado José Reinaldo (PSB) que estava indeciso decidiu votar contra o impeachment

MUDANÇAS

16/04/2016 – 18h24

Dos 18 deputados maranhenses que irão participar da votação do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) neste domingo, estão divididos em 9 contra e 9 a favor.
A mudança foi após o deputado Waldir Maranhão (PP) desistir de votar a favor. O deputado José Reinaldo (PSB) que estava indeciso decidiu votar contra o impeachment.
Os nove parlamentares que irão votar a favor do impeachment contra a presidente Dilma são Eliziane Gama (PPS), Hildo Rocha (PMDB), André Fufuca (PP), Juscelino Filho (DEM), Sarney Filho (PV), Alberto Filho (PMDB), Cléber Verde (PRB), Victor Mendes (PSD) e João Castelo (PSDB).

VOTAÇÃO

Impeachment: 9 a favor, 7 contra, 1 não respondeu e 1 indeciso dos maranhenses

Já os 9 deputados maranhenses contrários ao impeachment são Pedro Fernandes (PTB), Waldir Maranhão (PP), Rubens Júnior (PCdoB), Zé Carlos (PT), Weverton Rocha (PDT), Júnior Marreca (PEN), João Marcelo (PMDB), José Reinaldo (PSB) e Aluísio Mendes (PTN).

O Maranhão será o 16º estado a votar e os parlamentares maranhenses serão chamados por ordem alfabética.

Comentários


 Atualizado- www.jgmoreira.com.br 01/07-05;30min.

Antes da votação da proposta que reduz a maioridade penal, o gramado em frente ao Congresso Nacional foi ocupado por cerca de 500 pessoas, a maioria contrária ao projeto que reduz de 18 para 16 anos a idade penal para crimes hediondos, homicídio e roubo qualificado.

Diversas entidades, como centrais sindicais e movimentos estudantis, protestaram pacificamente contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93. Outro grupo, menor, apoia a medida e, para chamar a atenção, fixou cruzes no gramado para simbolizar as vítimas de crimes praticados por adolescentes. Os dois movimentos protestaram sem entrar em confronto.

O esquema de segurança do Congresso foi reforçado e os manifestantes foram impedidos de chegar perto do espelho d’água.

Laycer Tomaz / Câmara dos Deputados
Estudantes manifestam no gramado do Congresso Nacional
Manifestantes contra a redução da maioridade reunidos no gramado em frente ao Congresso

Os manifestantes contrários à redução da maioridade penal demonstraram sua insatisfação com o uso de faixas com expressões como “Menos cadeias, mais escolas”, “Redução não é a solução” e “Estudantes contra a redução”.

Samuel de Oliveira, 18 anos, da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), veio de São Paulo (SP) com um grupo contrário à proposta. “Queremos mostrar para os deputados que é preciso criar mais perspectivas para a juventude, com emprego e cultura, em vez de diminuir a maioridade penal”, disse. Ele faz parte de um grupo que montou acampamento, com cerca de cem barracas, a cerca de 200 metros do espelho d’água do Congresso.

Mas não apenas estudantes protestaram contra a proposta de reduzir a maioridade penal. Iran Magalhães, conselheiro tutelar do bairro de Águas Claras, no Distrito Federal, também criticou a emenda constitucional. “Reduzir a maioridade não vai reduzir o problema da violência. O que nós, conselheiros tutelares em Brasília, defendemos é investimento em educação integral de qualidade”, disse.

Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados
Manifestante a favor da redução da Maioridade Penal protestam no gramado da Esplanada
Cruzes espalhadas na Esplanada dos Ministérios: protesto a favor da redução da maioridade penal

A 50 metros do acampamento e dos carros de som dos manifestantes, um outro grupo, silencioso, fez vigília em meio a cruzes fincadas no gramado. Juraci de Osti, funcionária pública de 51 anos, enfrentou o sol forte para defender a redução da maioridade penal. Ela usava uma camisa com a foto de um jovem e os dizeres “Movimento Thiago Vivo”.

“Meu filho foi assassinado na minha frente por bandidos que muita gente chama de meninos”, explicou, acompanhada por outras pessoas com histórias semelhantes.

Iraci contou que o filho Thiago de Osti Cardoso Lopes, 28 anos, foi assassinado em outubro do ano passado em frente à casa da família, no bairro da Mooca, em São Paulo (SP). “Nós chegamos de uma degustação e ele foi rendido dentro do carro enquanto eu fechava a garagem. Ele não reagiu e os bandidos atiraram nele na minha frente”, disse.

Iraci defende a redução da maioridade penal como forma de diminuir a impunidade e reduzir a violência praticada por adolescentes.

Outro defensor da proposta é o motorista Vanderlei Bufarah, 54 anos, morador de Paracatu (MG), que propõe medida ainda mais radical. “Eu sou a favor da redução da maioridade penal para 13 anos”, disse, empunhando um cartaz com uma lista de reivindicações que inclui até o impeachment da presidente Dilma Roussef.


Essa semana, a ministra do STF, Rosa Weber, pode suspender a votação polêmica dos deputados que decidiu manter o $$ das empresas nos cofres dos seus partidos políticos. Se nos unirmos agora, a ministra vai ter apoio massivo para fazer a coisa certa. Assine já!

ASSINE A PETIÇÃO

Essa semana, a ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, poderá decidir se suspende ou não a votação polêmica que, em manobra ilegal,aprovou o financiamento privado de partidos políticos. Chega de abuso de poder!

Um pequeno grupo de deputados entrou com um pedido para suspender essa votação, e mais de 200 juristas assinaram um manifesto que será entregue à ministra Maria Rosa Weber em 24 horas! Se unirmos nossas vozes a este movimento, seremos milhares de pessoas alertando à ministra que está em suas mãos fazer a coisa certa: suspender a votação e ajudar a criar um Brasil mais limpo.

Vários jornais estão colocando os holofotes na ministra e, se continuar assim, ela terá que dar uma resposta. É hora de agirmos. Assine a petição e passe para o máximo de pessoas possível:

https://secure.avaaz.org/po/rosa_weber_a_coisa_certa_a_fazer_fn/?bHkWqeb&v=60158

Muitos têm dito que essa votação foi uma manobra inconstitucional, pois os deputados já haviam votado contra as doações para candidatos à cargos políticos, mas 24 horas depois colocaram um novo texto focado nas doações para partidos. Ou seja: a mesma coisa. Esse texto foi aprovado, apesar da lei dizer que uma proposta rejeitada só pode ser votada novamente um ano depois.

Tudo isso foi feito sem debate, numa votação fora do expediente. E o povo, que é soberano, não foi sequer consultado. Por isso, a ministra Rosa Weber recebeu em sua mesa um pedido para suspender essa votação. Ela chegou a solicitar que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, desse explicações sobre a manobra que ele fez, mas ele ainda não respondeu.

Se milhares de nós nos unirmos agora, poderemos colocar a boca no trombone e contar à ministra Rosa Weber que o que o povo realmente quer é um debate verdadeiro da reforma política, começando pelo cancelamento imediato dessa votação que não ouviu ninguém, além dos próprios deputados interessados em continuar a receber o dinheiro de seus financiadores.Assine e passe adiante:

https://secure.avaaz.org/po/rosa_weber_a_coisa_certa_a_fazer_fn/?bHkWqeb&v=60158

Nossa comunidade tem se mobilizado constantemente contra as doações empresariais na nossa política. Sabemos que empresa não doa, e sim investe em políticos. Nosso trabalho para limpar o Brasil começou lá na Ficha Limpa, e cabe a nós continuar essa limpeza e tomar de volta o poder que emana do povo.

Com determinação,

Diego, Joseph, Maria Paz, Carol, Luis e toda a equipe da Avaaz

PS.: Participam dessa campanha o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS).
Apoio: Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas

Mais informações:

Juristas fazem manifesto contra doações privadas a partidos (EXAME)
http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/juristas-fazem-manifesto-contra-doacoes-privadas-a-partidos

Juristas alertam inconstitucionalidade de manobra de Cunha por financiamento privado (Rede Brasil Atual)
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2015/06/juristas-manifestam-inconstitucionalidade-de-manobra-de-cunha-por-financiamento-privado-5291.html

Câmara aprova doações de empresas a partidos e fim da reeleição (BBC)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150527_camara_voto_reeleicao_ms_cc

Partidos protocolam no STF pedido de suspensão da reforma política (Zero Hora)
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2015/05/partidos-protocolam-no-stf-pedido-de-suspensao-da-reforma-politica-4771894.html

Explicações da Câmara sobre financiamento de campanhas ficarão para a semana que vem (Estado de Minas)
http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/06/06/interna_politica,655300/sem-resposta-ao-supremo.shtml

Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE)
www.mcce.org.br

Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio de Janeiro (ITS)
www.itsrio.org

Coalizão Reforma Política Democrática e Eleições Limpas
http://www.reformapoliticademocratica.org.br/

 


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