ACADEMIA

 APLAC II

APLAC – ACADEMIA PINHEIRENSE DE LETRAS,ARTES E CIÊNCIAS,esta com uma vasta programação para os proximos dias 31.07, 02 e 03 de agosto das seguintes solenidades.

Dia 31.07, na sua Sede “Usina de Idéias” as 9:00 horas Sessão Acadêmica em homenagem aos Patronos e Acadêmicos Titulares nascidos nos meses de abril/ julho.
Dia 01.08 as 8:30 h Sessão Solene a realizar-se no Colégio Domingos Perdigão em Pacas, para entrega de diplomas a 64 pinheirenses, com 70 anos, residentes alí ou em outros povoados vizinhos.


15:30 h- Sessão Solene a realizar-se na Fundação de Formaçãao Cultural José Sarney. Entrega de 97 diplomas a pinheirenses, com 70 ou mais anos, residentes fora de Pinheiro.


19:30 h, Sessão Solene,na Sede “Usina de Idéias” para posse de Membros Correspondentes e de Iranilda Silva Lima,, na cadeira n°3 patroneada por José Paulo de Carvalho Alvim, a qual será parafinada pelo Acadêmico Titular João José da Silva .


Dia 02.08
8.30h-Evento religioso a realizar-se na sede “Usina d Idéias”

15:30 h
– Sessão Solene a realizar-se na Fundação de Formação e Cultura José Sarney, para entrega de diplomas a 149 pinheirenses, com 70 ou mais anos, residentes em Pinheiro.


PRESAS FEMININAS

RAIO X DAS PRISÕES FEMININAS

Os dados mais recentes do Ministério da Justiça, de 2013, mostram que:

36.135 mulheres estão presas no Brasil

22.666 é a capacidade do sistema

13.469 em superlotação

3.478 funcionários monitoram toda essa população

647 estão presas em locais inadequados, como delegacias e cadeias públicas

54% identificam-se como negras ou parda

747 são estrangeiras

67% não completaram o ensino médio

60% não têm parceiro em relação estável

60% respondem por tráfico de drogas

6% respondem por crimes violentos contra pessoas

345 crianças vivem no sistema penitenciário brasileiro hoje

4 a 8 anos é a média das penas cumpridas

18 a 24 é a faixa etária mais comum

0 é o número de rebeliões em todas as 80 penitenciárias femininas em 2013

*Nana Queiroz é autora do livro Presos que menstruam (Editora Record, 294 páginas, R$ 40), diretora executiva da Revista AzMina e criadora do protesto “Eu não mereço ser estuprada”.


Descubra como a vida das mulheres nas penitencirias brasileiras

Presos que menstruam: Descubra como é a vida das mulheres nas penitenciárias brasileiras

O sistema carcerário brasileiro trata as mulheres exatamente como trata os homens. A luta diária dessas mulheres é por higiene e dignidade.

Publicado por Camila Vaz  /Atualizado 08h52 www.jgmoreira.com.br

Maria Aparecida lembrava uma avó. Uma dessas avós imaginárias que cresceram com histórias de Dona Benta. Cabelos grisalhos, ombros curvados, pelé caída de um jeito simpático ao redor dos olhos, expressão bondosa. Ela estava sentada, quieta e isolada, no fundo de um auditório improvisado na Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo, quando desatou a contar histórias da vida. Revelou que foi presa ao ajudar o genro a se livrar de um corpo. A certa altura contou que tinha apenas 57 anos. A cadeia havia surrado sua aparência, ela envelhecera demais. Tinha criado 20 filhos, mas há quase três anos não recebia nenhuma visita ou ajuda, um Sedex sequer, e tinha que se virar com a bondade do Estado. E a bondade do Estado com as presas sempre esteve em extinção no Brasil. “Sabe, tem dia que fico caçando jornal velho do chão para limpar a bunda”, contou, sem rodeios.

Conversando com detentas como Maria para meu livro Presos que menstruam, lançado este mês pela Editora Record, percebi que o sistema carcerário brasileiro trata as mulheres exatamente como trata os homens. Isso significa que não lembra que elas precisam de papel higiênico para duas idas ao banheiro em vez de uma, de papanicolau, de exames pré-natais e de absorventes internos. “Muitas vezes elas improvisam com miolo de pão”, diz Heidi Cerneka, ativista de longa data da Pastoral Carcerária.

A luta diária dessas mulheres é por higiene e dignidade. Piper Chapman, protagonista da série Orange is the New Black, cuja terceira temporada acabou de estrear no Netflix, provavelmente não sobreviveria numa prisão brasileira. Se a loira ficou abalada ao encarar as prisões limpinhas dos Estados Unidos, como reagiria às masmorras medievais malcheirosas e emboloradas brasileiras, nas quais bebês nascem em banheiros e a comida vem com cabelo e fezes de rato? As prisões femininas do Brasil são escuras, encardidas, superlotadas. Camas estendidas em fileiras, como as de Chapman, são um sonho. Em muitas delas, as mulheres dormem no chão, revezando-se para poder esticar as pernas. Os vasos sanitários, além de não terem portas, têm descargas falhas e canos estourados que deixam vazar os cheiros da digestão humana. Itens como xampu, condicionador, sabonete e papel são moeda de troca das mais valiosas e servem de salário para as detentas mais pobres, que trabalham para outras presas como faxineiras ou cabeleireiras.

Gardênia, uma traficante com a mente corroída pelas drogas e a cadeia, é um exemplo vivo de como o Estado ignora gêneros nas prisões do país. Quando foi presa pela última vez, Gardênia estava com uma gravidez avançada. Ganhou no grito o direito de ir a um hospital — muitas mulheres não têm a mesma sorte e precisam dar à luz na cadeia mesmo, com ajuda das outras presas. Gardênia ficou algemada à cama durante boa parte do trabalho de parto e, quando sua filhinha Ketelyn nasceu, não pôde sequer pegar o bebê no colo. “A vida da presa é assim: não pode nem olhar se nasceu com todos os dedos das mãos e dos pés.” Quem sofre as consequências desse parto-relâmpago até hoje é a menina, que, aos 17 anos, bate a cabeça na parede toda noite até adormecer.

Nenhuma grávida ou mãe que amamenta tem regalias na cadeia. Em geral, as camas são dadas às mais antigas. Se não contarem com a caridade das demais, as mães têm de dormir no chão com seus bebês. Sim, bebês também vivem em presídios brasileiros (confira os números abaixo). A lei garante à criança o direito de ser amamentada pela mãe até, ao menos, os seis meses de idade. Apesar de tecnologias como caneleiras eletrônicas já permitirem que a amamentação seja feita em prisão domiciliar, isso raramente acontece. “A violação de direitos humanos com relação às gestantes é generalizada”, diz a ativista Heidi. Além disso, os relatos de tortura são comuns mesmo entre grávidas. Um caso chocante é o de Aline, uma traficante que, durante a detenção em Belém do Pará, tomou uma paulada na barriga e ouviu do policial: “Não reclame, esse é mais um vagabundinho vindo para o mundo”.

Safira era uma moça bonita com cabelos de fogo e olhos grandes. Casou-se muito cedo, teve dois filhos e saiu de casa por apanhar do marido. Trabalhava num supermercado, embrulhando sucos orgânicos e bolachas recheadas que nunca poderia comer. Um dia, chegou em casa e o filho chorava de fome. O dinheiro havia acabado e o leite também. Chorou um pouco, bateu na casa do vizinho, pediu uma arma emprestada e foi roubar. Na cadeia, Safira se transformou de uma menina doce e ingênua numa mulher dura que obedece às normas locais. “As guardas têm as regras delas, e nós, as nossas”, explica. “Tem um monte de coisas que não podemos fazer, e chamamos isso de disciplina. E quem sai dessa disciplina é cobrada. Por isso existem as facções. Elas sempre têm alguém que vai nos dizer o que devemos fazer. E o crime mais grave de todos é matar criança. Quem faz isso tem que ficar isolada ou vai sofrer.” Outro preceito importante é não mexer com as convertidas: evangélicas são protegidas pelo temor geral a Deus.

Além da religião, outra maneira de garantir uma vida melhor na cadeia é o amor. Enquanto as lealdades nas prisões masculinas são determinadas pelas facções criminosas, nas femininas elas giram em torno dos casamentos. Essa foi uma lição aprendida rápido por Marcela, uma mulher de classe média presa por auxiliar dois amigos em um assassinato por vingança. Alvo de inveja por sua boa condição financeira, Marcela mal podia fechar os olhos para dormir. A segurança veio nos carinhos de Iara, uma detenta que a cobriu de atenção, proteção e companheirismo. A identificação entre as duas evoluiu para amizade, a amizade para afeto, o afeto ganhou pelé, calor e cabelos entrelaçados. E Marcela, que só havia se relacionado com homens, apaixonou-se por Iara.

Um estudo de 1996 estimava que 50% das detentas, como Marcela, se envolviam com outras mulheres. De lá para ca esse número só cresceu. Algumas dizem que não são, mas estão lésbicas. “Tem aquelas que assumem, e aquelas que fazem escondidinho”, afirma Vera, sequestradora e homossexual assumida desde antes do crime. “Mas as que curtem mulher mesmo, como eu, são poucas. Tem as que optam por isso porque se apaixonam, para tirar uma onda, por curiosidade. E umas que ficam porque se sentem ameaçadas. Se você é bonita, você incomoda. Se é muito feia, incomoda também. Rola muita inveja.” E nenhuma esposa de cadeia, ela complementa, deixa sua mulher entrar em briga sozinha.

Pega por permitir que o namorado usasse sua casa como cativeiro, a estudante de direito Júlia orgulha-se de ser uma das poucas que não se envolveram com mulheres durante a pena. E admite que seu fraco mesmo são os homens criminosos. “Pode colocar dez trabalhadores e um preso numa sala, vou me apaixonar pelo preso”, diz. Inteligente e crítica, a prisão foi difícil para ela, que ganhou o apelido maldoso de Julia Roberts por causa dos cabelos bem cuidados e tingidos de loiro. Para tolerar o desrespeito das demais, recorreu a um excesso de calmantes, receitados costumeiramente e sem muito critério pelos psiquiatras das penitenciárias. O namorado que levou Júlia ao crime, no entanto, nunca apareceu para defendê-la ou visitá-la. “A maioria das mulheres aqui também foi presa por culpa de um homem”, diz. “E eles são os primeiros a desaparecer.”

Para aliviar a solidão e o abandono, outra preciosidade nas cadeias femininas é o celular — uma das poucas maneiras de arrumar um namorado lá fora. Safira confessa já ter usado esse artifício mais de uma vez. “Sempre alguém apresenta alguém. ‘Minha amiga, fulana de tal’, ‘Manda uma foto.’ E a gente acaba arrumando alguém que vai lá visitar a gente. Pelo menos eu sempre arrumei, né?”, ela se vangloria, estufando o peito e dando um sorriso maroto. Trocar favores com carcereiros é outra estratégia de sobrevivência disponível. Não há estupros, já que o sexo é também uma moeda na barganha. A ativista Heidi Cerneka se recorda de uma presa que, assim, havia conquistado o direito de usar um computador, com internet e até jogos, na sala da administração do presídio.

Ao contrário da série do Netflix, a vida nas prisões femininas brasileiras não é uma comédia. Quem perde com isso é a sociedade. Ao esquecer a humanidade de nossas infratoras — e de seus bebês —, deixamos de lado nossa própria humanidade.


Saco estava em um canteiro da Praça da Bíblia, às margens da rodovia.
Vítima foi identificada como Uígleson Pablo, que havia sido preso dias antes.

Do G1 MA, com informações da TV Mirante

 O corpo de um homem foi encontrado dentro de um saco nesta sexta-feira (24), na BR-010, em Açailândia, no Maranhão. O saco com o cadáver estava em um canteiro da Praça da Bíblia, às margens da rodovia federal. O local tem movimentação intensa durante a noite.

Agentes de uma funerária da cidade recolheram com o corpo. Segundo informações da polícia, o corpo é de Uígleson Pablo. Ele era usuário de droga, praticava furtos e há poucos dias havia sido preso.

Familiares da vítima serão chamados a prestar depoimento na delegacia (veja a reportagem no vídeo acima).


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Atualizado www.jgmoreira.com.br/Blog Gilberto Leda

O PTB, do deputado federal Pedro Fernandes, não faz mais parte da base de apoio ao prefeito Filuca Mendes, em Pinheiro.

Nesta semana, o partido fechou acordo para uma aliança com o PDT, que lançará o médico e vereador Leonardo Sá como candidato a prefeito.

Além do PTB, Sá já garantiu, também, o apoio do PR, em encontro com o deputado estadual Josimar de Maranhãozinho, presidente estadual da legenda.

Com os dois partidos na sua base, o candidato do PDT deve contar com importante tempo no horário eleitoral gratuito na eleição do ano que vem, além de fortalecer o arco de alianças que podem levá-lo a construir uma das maiores coligação na eleição em Pinheiro.

Além do PTB e do PR, fazem parte da coalizão pedetista, ainda, PSB, PCdoB, PHS e PTC.


INCÊNDIO

24/07/2015 – 17h48-Atualizado 18 h 10 www.jgmoreira.com.br

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Prédio pega fogo na rua do  Egito em São Luis', 'ds_midia_credi': 'Pablo Habib/ O Imparcial', 'ds_midia_titlo': '
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Na tarde desta sexta-feira, um prédio pegou fogo na rua do Egito, Centro de São Luís, próximo a ponte José Sarney. O prédio
ANTIGO FAZ PARTE DO ACERVO ARQUITETÔNICO DO CENTRO HISTÓRICO DA CAPITAL.
“Não podemos afirmar nada por enquanto, mais o incêndio pode ter sido causado por sobrecarga de energia”, disse o Capitão Spíndola do Corpo de Bombeiros.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e conseguiu controlar as chamas. As causas do incêndio ainda serão investigadas. Outros prédios próximos ao local serão vistoriados.

Comentários


Fugitivo de Pedrinhas é recapturado

Erico Ricardo Conceição foi condenado a 25 anos de reclusão

DETENÇÃO

24/07/2015 – 11h21-atualizado 17:h58 www,jgmoreira.cm.br

Fonte- O Imparcial

A Polícia Civil, através do Departamento de Narcóticos (Denarc), efetuou a prisão de Erico Ricardo Conceição. O detido é condenado a 25 anos de reclusão em regime fechado por crime de latrocínio (roubo seguido de morte).

Erico Conceição estava foragido do Complexo Penitenciário de Pedrinhas desde dezembro de 2014. A prisão ocorreu no Centro de São Luís.

Governador Flávio Dino lança Programa de Compras para produtos da Agricultura e anuncia seletivo para técnicos
Na abertura do Seminário de Inspeção Sanitária e Políticas de Comercialização na Agricultura Familiar, o governador anunciou o processo seletivo de 160 novos cargos técnicos para o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma) e Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp), preparando para o concurso público. Ao valorizar os recursos humanos das instituições ligadas à Agricultura, o Governo dá os primeiros passos para a assistência técnica com o objetivo de potencializar a produção local.
O conhecimento e a comercialização são os eixos que têm norteado as políticas da Agricultura Familiar no Maranhão. Na abertura do Seminário, o secretário de Agricultura Familiar, Adelmo Soares, destacou a importância do fortalecimento de ações do governo federal interligadas às ações do governo estadual. Ao criar o Programa Estadual de Compras, o Executivo Estadual fortalece os programas federais já existentes como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
A reconstrução do sistema de apoio à produção no Maranhão passa pela valorização da produção dos agricultores locais com o incentivo às certificações sanitárias e organização dos produtores em cooperativas. Ao disponibilizar conhecimento e recursos financeiros aos pequenos agricultores, o Governo do Estado fortalece a política de valorização do abastecimento local para as escolas, cozinhas comunitárias e restaurantes populares vinculados ao Estado.
Programa de Compra da Agricultura Familiar
Com o objetivo de valorizar a produção local e dar melhores condições aos pequenos agricultores do Maranhão, o governo do Estado oficalizou o Programa de Compra da Agricultura Familiar (Procaf), que será encaminhado à Assembleia Legislativa para aprovação dos parlamentares.
A maranhense Jéssica Matos, 30 anos, o esposo e seus cinco filhos que vivem da Agricultura Familiar no bairro Talita, no município da Raposa, será uma das beneficiadas. “Esse programa é um incentivo pra fortalecer ainda mais a nossa atividade, estamos felizes porque agora não vamos mais precisar lutar para vender nossos produtos na feira, já teremos venda garantida”, disse ela.
O programa estadual prevê que sejam feitas compras governamentais direto com os agricultores, em vez de comprar todos os produtos de outros estados. Depois de aprovado pela Assembleia, o Governo do Estado comprará 30% dos produtos da Agricultura Familiar para o abastecimento de presídios, hospitais, escolas e outras instituições ligadas ao Executivo Estadual.
Ao colocar a produção no centro das políticas de desenvolvimento econômico do Estado, o governador Flávio Dino fortalece ações que visam uma melhor distribuição das riquezas e uma maior igualdade no Maranhão. “Investir em Agricultura Familiar é o caminho sustentável, duradouro, estratégico para assegurar qualidade de vida aos maranhenses. A produção é o caminho pelo qual nós podemos compensar a dificuldade econômica transitória do nosso país”, disse o governador.
Estiveram presentes os secretários estaduais Adelmo Soares (Agricultura), Marcelo Tavares (Casa Civil), o deputado estadual Paulo Neto, os secretários municipais Fátima Ribeiro (Segurança Alimentar), Geraldo Castro (Educação), o delegado do Ministério Agrário, Vicente Mesquita, a superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento, Dulcileide de Jesus, o presidente da Agerp, Fortunato Macedo, o presidente da Aged, Sebastião Anchieta, a representante do Banco do Nordeste, Maria Raquel Pinheiro e produtores, representantes sindicais e dos movimentos dos agricultores do Maranhão.

MP quer gratuidade para idosos em viagens de ônibus (Foto: Flora Dolores / O Estado)

Ação baseada quer garantir benefício em ônibus intermunicipais do MA.
Empresa ‘Líder’ foi acionada por descumprimento à Lei Estadual.

O Ministério Público do Maranhão ajuizou Ação Civil Pública contra a empresa de transporte “Manoel Barbosa Lima Ltda – Líder”, em Matões, cidade do interior do estado, requerendo a concessão de transporte gratuito, nos trechos intermunicipais, a todas as pessoas com 60 anos ou mais. A ação é baseada em denúncias sobre o desrespeito à determinação nos 17 trechos intermunicipais em que a empresa opera no estado.

Segundo o MP, a empresa argumentou que, no Maranhão, não há legislação que regulamente a gratuidade do transporte intermunicipal aos idosos. No entanto, o fornecimento de transporte intermunicipal gratuito aos idosos está previsto no Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003) e na Lei Estadual nº 9.948/2013, de 5 de novembro de 2013.

Na ação, o Ministério Público requer a estipulação de multa por descumprimento no valor de R$ 1 mil diários, entendendo que o artigo 1º da lei estadual diz que “terá direito a transporte gratuito, nas empresas de transporte coletivo intermunicipais, todo cidadão idoso de idade igual, ou superior, a 60 anos com renda igual ou inferior a dois salários mínimos”.

Estatuto do idoso
A questão do transporte gratuito a idosos entre municípios também é tratada no Estatuto do Idoso, que, em seu artigo 40, estabelece a reserva de duas vagas gratuitas por veículo para idosos com renda igual ou inferior a dois salários mínimos.

O Estatuto também prevê desconto de 50%, no mínimo, no valor das passagens, para os idosos no mesmo nível econômico que excederem as vagas gratuitas, com renda igual ou inferior a dois salários mínimos.


23/07/2015 10h54 – Atualizado em 23/07/2015 13h55/www.jgmoreira.com.br

Bandidos explodem agência bancária em Guimarães, MA (Foto: Osvaldo Gomes)

Com a chegada da polícia, os criminosos dispararam em um transformador.
Os homens fugiram e parte da cidade ficou sem energia elétrica.

Do G1 MA

Criminosos explodiram um caixa eletrônico na cidade de Guimarães, a 418 km de São Luís, na madrugada desta quinta-feira (22). Segundo investigações da polícia, quatro homens em duas motos invadiram o posto de atendimento e efetuaram a explosão. Com a chegada da polícia, os criminosos dispararam contra um transformador e fugiram. Alguns pontos da cidade ficaram sem energia elétrica.

Este foi o 30º arrombamento registrado no estado do Maranhão em 2015. Durante todo o ano passado aconteceram 45 ações semelhantes.

Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio do Departamento de Combate a Roubos a Instituições Financeiras (DCRIF), informou que os criminosos teriam fugido em direção ao Pará e que equipes das polícias civil e militar seguem em busca dos fugitivos. Veja a nota na íntegra:

NOTA
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio do Departamento de Combate a Roubos a Instituições Financeiras (DCRIF), informa que bandidos explodiram um caixa eletrônico do Bradesco na madrugada desta quinta-feira (23), no município de Guimarães.
Segundo investigações, quatro bandidos em duas motos invadiram o posto de atendimento e explodiram o caixa eletrônico por volta das 2h da madrugada. Com a chegada dos policiais, os bandidos fugiram e disparam contra um transformador, causando falta de energia em pontos da cidade.
Desde a madrugada, equipes das polícias civil e militar estão em busca dos suspeitos, que fugiram em direção ao estado do Pará. Ainda não está confirmado o tipo de armamento utilizado pelos bandidos durante o crime.