TURIAÇU V

Turiaçu. Com aproximadamente 40 mil habitantes é um município do Maranhão, a sua sede está localizada á margem direita do rio Carapanal. Vale ressaltar que o rio Turiaçú não banha a sede do município.

Desde sua emancipação política de São José do Turiaçu a município de Turiaçú a cidade teve péssimos administradores. Cidade de um povo trabalhador e humilde que lutam para o crescimento do município,  mas… Sofrem com gestores corruptos e saqueadores dos recursos públicos (supostamente)

Mais um fato histórico para a cidade de Turiaçu foi registrado ontem quando da visita do Governador Flavio Dino, Deputado Othelino Neto, comitiva do Governo Estadual e  visitantes de outros municípios.

Justo por esse fato histórico que deveria expandir alegrias pela estada do Governador nessa cidade, ficou a demonstração do simples reclame do seu povo aos visitantes fazendo-os ver que na verdade a cidade está entregue as traças e com seu histórico manchado por parte do poder publico municipal da gestão do atual prefeito.

Como avaliar uma administração de Umbelino Ribeiro (PV) que durante todo esse tempo ficou atrás de um birô a desfrutar do bom e do melhor, tal qual fez ontem após a visita do Governador, quando se deslocou para Pinheiro e veio as farras com um grupo de aproximadamente 30 pessoas para o Restaurante babaçu, comemorar um feito que não é dele e sim do Governador e do Deputado Othelino Neto ,quanto as doações que foram entregues à população, no que toca asfaltamento de vias publicas, Ambulância, projeto de agricultura emendas parlamentares, já liberadas pelo governo do estado.

Segundo os visitantes com quem conversamos; Notava-se na expressão do governador, deputados e demais membros da comitiva governamental que ali estiveram, um sinônimo de tristeza ao ver o estado de como é feita a saúde naquele município, o estrago das ruas, o lixo jogado ao Deus dará para os urubus , a infra estrutura quebrada, a educação em maus lençóis,os prédios públicos caindo aos pedaços enfim; tudo largado ao  modo de deixar preocupados os visitantes que ali estiveram.prestigiando a visita do Governador.

Mas nem tudo está perdido. Ao se tentar quebrar uma oligarquia da qual faz parte o prefeito Umbelino Ribeiro (PV) e apostando em mudanças, o povo que o elegeu agora busca outro caminho num outro cenário político e democrático, cobrando dele um mandato que acreditaram ser uma revolução progresso na histórica política e administrativa do município. Infelizmente isso não aconteceu.

Diante do aspecto dessa administração que vem produzindo o caos e mal- estar dos filhos dessa terra, temos que repensar na  próxima eleição municipal e para tanto temos boas razões se a considerar a ascensão política de um bom candidato que seja bem próximo ao Governo Dino e do Deputado Othelino  Neto, que vem demonstrando o expressivo desejo de reestruturar a grande TURIAÇU desgastada pelo tempo e pelo descaso dos seus administradores.

E em se falar de eleição e escolha de candidatos, convém salientar que ela tem regras e hão de vir estabelecidas com a ajuda dos próprios eleitores e o bom senso dos nossos governantes maiores que farão de tudo para nos dar um bom candidato que possa devolver a dignidade e o respeito que essa população merece., inserindo no quadro administrativo desse município uma política social voltada ás demandas mais profundas que o seu povo vive a clamar. É de administradores atuantes que o povo precisa. Um nome já é visto como candidato do Governador com  apoio do Deputado Othelino Neto. Esse nome  é – ADSON  MANOEL, que terá a missão de engarrafar o atual prefeito, e colocar o feito num museu histórico,como o pior prefeito que Turiaçu já teve..

 


foto 1 - feira do empreedendor em Turiaçu nael reis 20 06  (252)

 

Desenvolver a economia solidária, potencializar a agroindústria de frutas, asfaltar as ruas da cidade, reformar escolas e fortalecer a parceria com a Prefeitura no abastecimento de água e funcionamento do hospital da cidade. Essas foram as medidas anunciadas pelo governador Flávio Dino para o município de Turiaçu, onde esteve no último sábado (20).

 

Peças de artesanato, sabores da culinária ou produtos das pequenas indústrias: o potencial de produção dos turienses ganhou forma durante a I Feira do Empreendedor realizada pelos estudantes da cidade, em parceria com o Governo do Estado. “A Feira do Empreendedor foi um grande momento em nossas vidas. Queremos que os nossos jovens abram os olhos, descruzem os braços e tomem uma atitude empreendedora, capaz de mudar suas histórias de vida”, disse a coordenadora pedagógica, Maracy Sara Fernandes, na abertura da Feira.

 

O governador Flávio Dino anunciou o investimento de mais de R$ 5 milhões na cidade de Turiaçu durante a sua participação na I Feira do Empreendedor do município. “Vim aqui para firmar compromissos e dizer a todos vocês que Turiaçu terá água, ruas asfaltadas, escolas em melhores condições, um setor produtivo capaz de gerar emprego e renda para o crescimento do município”, afirmou o governador.

Agroindústria de Frutas

Conhecido em todo o Maranhão pela produção de frutas, especialmente o abacaxi, a cidade de Turiaçu receberá este ano R$ 520 mil reais destinados para agroindústria de frutas, setor responsável pelo sustento de mais de 500 famílias da região. O anúncio foi feito pelo governador Flávio Dino durante a assinatura do Termo que beneficiará o setor agroindustrial de frutas, setor que até então não funcionou no município de maneira planejada.

 

Com os investimentos, a produção de abacaxis aumentará em até 40% no período mais frutífero, de julho a dezembro. “Turiaçu terá agora uma assistência técnica permanente a todos os produtores. Isso aumentará a produção, os produtores receberão treinamento, as cooperativas serão organizadas e novos equipamentos serão utilizadas no setor”, disse o secretário de Agricultura Familiar, Adelmo Soares.

 

Economia Solidária

Grupos de produção que trabalham de maneira planejada e coesa. A ação do Governo contou com o envolvimento de várias secretarias estaduais e com o apoio de outras instituições durante a I Feira do Empreendedor de Turiaçu.

 

O projeto para criar uma rede produtiva da cidade prevê um levantamento das necessidades e o envolvimento de diferentes segmentos da sociedade. “Queremos implantar uma política municipal de economia solidária para o fortalecimento desses grupos produtivos. Tenho certeza que com isso daremos passos para desenvolver o Maranhão através dos municípios”, afirmou o secretário de Trabalho e Economia Solidária, Julião Amin.

 

Estavam presentes na Feira do Empreendedor de Turiaçu o deputado estadual Othelino Neto, os secretários Julião Amin (Trabalho e Economia Solidária), Clayton Noleto (Infraestrutura), Adelmo Soares (Agricultura Familiar), Laurinda Pinto (Mulher), lideranças, vereadores e prefeitos da região.


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UMA REFLEXÃO.

Se com um dicionário e sua serventia que me licita direitos de  mostrar autoafirmação ou que serve para se autoafirmar, defino como NOTABILISSIMO o Projeto de Lei do Deputado Othelino Neto. E  valendo-me do oportuno adjetivo de dois gêneros=NOTAVEL, o Projeto é digno de atenção, insigne, extraordinário e considerável à obediência da Lei / A Lei Federal nº. 6.454, de 24 de outubro de 1977, é uma norma legal brasileira, em vigência, e que tem por objetivo proibir que se dê o nome de pessoas vivas a prédios ou outros bens públicos. Ela foi promulgada pelo então presidente Ernesto Geisel, sendo Ministro da Justiça o Sr. Armando Falcão.

Embora a lei fale apenas nos bens e prédios pertencentes à União Federal, é possível a sua extensão, por força de simetria, aos estados e municípios.

Com a edição da atual Constituição do Brasil, a vedação de se dar nome de pessoas vivas a prédios públicos se tornou norma constitucional, uma vez que o art. 37, caput, da Carta Magna brasileira consagrou o Princípio da Impessoalidade na Administração Pública.

Em regra, a Lei Federal nº. 6.454/77 costuma ser invocada em Ações Populares[ ou Ações Civis Públicas instauradas por cidadãos ou pelo Ministério Público para invalidar Decretos, Portarias e outros atos administrativos que “homenageiam” pessoas vivas com o seu nome na fachada de prédios ou logradouros públicos.

Deputado quer tirar nome de Sarney de ponte

Projeto na Assembleia troca nome de ex-presidente por São Francisco

LEONEL ROCHA

19/06/2015 – 17h34 – Atualizado 21/06/2015 08hs www.jgmoreira.com.br

No Maranhão, o sobrenome Sarney ilustra centenas de prédios e equipamentos públicos na capital e no interior. Mas o deputado estadual Otelino Neto, do PCdo B,  apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa para trocar o nome da ponte José Sarney, no centro da capital, por São Francisco. O parlamentar, que pertence ao mesmo partido e grupo político do governdor Flávio Dino, alega que uma lei federal proíbe este tipo de homenagem a personalidades ainda vivas. A ponte José Sarney liga a  Avenida José Sarney ao Palácio dos Leões.


ASSALTOS

Segundo dados do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Estado do Maranhão (STTREMA), neste mês já foram registrados 13 assaltos à ônibus. No primeiro semestre, foram contabilizados 246 casos e abril foi o mês com a maior quantidade de assaltos com 62 casos registrados. O ano passado terminou com um total de 366 assaltos a ônibus.

  • THIAGO BASTOS / O ESTADO

Muitas pessoas estão sendo obrigadas a pegar vários ônibus para evitar ficar por muito em paradas por medo de assaltos; ocorrências dentro dos coletivos também assustam

O medo ainda é o sentimento dos usuários do transporte coletivo que aguardam à noite nos abrigos da capital maranhense, especialmente após as 20h. O Estado percorreu as principais avenidas da cidade e constatou que, apesar da promessa da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) para reforçar a segurança nos corredores de São Luís (em operação intitulada Catraca), os cidadãos ainda temem a ocorrência de assaltos no horário.

Na Avenida dos Portugueses, por exemplo, em um ponto localizado ao lado do campus do Bacanga, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), usuários priorizam embarcar em qualquer coletivo por medo. “Eu poderia até pegar outro ônibus, no entanto, como estou com medo de permanecer por aqui, vou pegar qualquer linha para ir ao Terminal e de lá, eu me viro”, disse o artesão Marcelo Ferreira, de 34 anos, morador do Sá Viana. Ele revelou ainda que o medo era tão grande, no momento em que estava no abrigo, que ficou preocupado até com a presença do veículo de reportagem de O Estado. “Quando eu vi o carro de vocês parando aqui perto, pensei logo que fosse outra coisa”, disse.

Na Avenida Getúlio Vargas, no Monte Castelo, em frente à Igreja Nossa Senhora da Conceição, vários usuários relataram ocorrências de assaltos no local. “ Eu já vi pessoas aqui sendo assaltadas. É um local muito perigoso mesmo”, disse a estudante Wendy Cristina, de 23 anos, moradora da Fé em Deus.

Ainda na Avenida Getúlio Vargas, nas proximidades de uma empresa que oferece curso técnico, pessoas que saem das aulas para pegar ônibus no horário relatam insegurança no trecho. “ Aqui eu sei que é perigoso, já vi gente passando pela avenida correndo de assaltante. Essa avenida ficou muito sujeita aos bandidos e piorou com a falta de policiamento”, reclamou o militar Jefferson dos Santos Barbosa.

Na Avenida Beira-Mar, nos abrigos instalados pela Prefeitura de São Luís, os usuários do transporte coletivo também reclamaram da falta de policiamento no trecho. “ É incrível pois a gente fica aqui e em nenhum momento nós conseguimos ver policiais. Às vezes prefiro gastar mais uma passagem para pegar logo um ônibus e sair daqui, do que ficar aqui e ser vítima de assaltos”, disse.

Motoristas – Além do temor dos usuários que esperam por um coletivo nos abrigos, motoristas e passageiros também temem a ocorrência de roubos na parte interna dos veículos. Os motoristas, em especial e em sua maioria preferem não revelar as identidades, afirmam que, em determinadas situações, preferem não parar em específicos pontos de ônibus. “Por exemplo, quando fica mais tarde, por volta das 10h da noite e no fim do turno, a gente só para no Centro e em outros abrigos em que a gente já conhece mais ou menos a pessoa”, disse um motorista da linha Cohatrac/São Francisco. Por coincidência, a linha foi a mesma usada pela jovem Alessandrina Alves, que faleceu no dia 3 deste mês após tentativa de assalto a coletivo na capital maranhense.

Procurada por O Estado, a Polícia Militar do Maranhão (PMMA) informou que tem intensificado, nos últimos dias, as operações de verificação do uso de armas no interior dos coletivos. No entanto, apesar da informação, nos pontos visitados por O Estado, não foi encontrada uma viatura da PM.

 


ADRIELE

Chega  até este Blog , com informações da Policia de Pinheiro a apreensão de mais um suspeito da participação no assassinato do moto taxista ‘Riba Santinho” corrido no ultimo dia 16/06 na Vila Zé Arlindo.

 

A mulher de nome Adriele Duarte Soares (29) anos, moradora da Vila onde ocorreu  o cruel assassinato do moto taxista, ela é suspeita de ter levado “Riba Santinho” ao local do crime , pondo o mesmo a mercê dos seus comparsas (assassinos) Côco e Erick, numa ação bem articulada pelo três.

 

As investigações contam que no dia do crime Adriele foi até a residência do moto taxista e o contratou para levá-la até a Vila Zé Arlindo. Sem saber de nada “Riba Santinho” foi fazer a corrida, levando-a até o local onde aconteceu o crime praticado pelos comparsas de Adriele.

 


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Famílias ainda estão deixando suas casas por medo de que as ameaças de facções se concretizem; alguns deixam seus lares apenas com a roupa que vestem e outras pensam até em deixar a capital para tentar a vida em outra cidade em paz com sua famíliA

Casa com marca de balas na Vila Colier, uma das que foram abandonadas, segundo moradores, por medo
Casa com marca de balas na Vila Colier, uma das que foram abandonadas, segundo moradores, por medo (Foto: Biné Morais)

Já se passaram três dias desde que dezenas de famílias foram expulsas de suas casas na Vila Natal (Coroadinho) e Vila Colier (Pedrinhas) por causa de ameaças de facções criminosas, mas o drama de quem deixou o local e quem permanece em sua residência continua. Quem perdeu o pouco que tinha pensa até em deixar a capital maranhense para começar a vida novamente do zero. Quem ficou, teme pelo futuro nos bairros.

Com os índices de violência elevados, São Luís é hoje destaque no cenário nacional pelo episódio inusitado: dezenas de famílias deixando suas casas, por causa de ameaças de integrantes de facções criminosas, sob a escolta da Polícia Militar na última terça-feira, dia 16. Até ontem, ainda havia pessoas fazendo a mudança de seus pertences, abandonando as casas em que viveram por anos. Caminhões de frete entravam e saiam dos locais.

Nos dois bairros, onde houve a evasão dos moradores, as ruas estão desertas. Em apenas algumas casas, moradores olham pelas grades das janelas o movimento das viaturas policiais e as abordagens feitas. Raramente, uma pessoa se dispõe a falar com O Estado, que está acompanhando o caso de perto. Mas a maioria evita a mira do equipamento fotográfico e a mais simples conversa com os repórteres fechando janelas e portas.

Essa atitude por parte dos moradores é compreensível. Durante a cobertura do caso, as equipes já encontraram um homem portando facão e faca na Vila Natal. Ontem, a equipe se deparou com um jovem de um grupo que estava saindo de um matagal na Vila Colier segurando uma pistola envolta em sua camisa. É por medo dessa e de outras situações mais graves, que as pessoas estão deixando para trás a vida que levavam em seus bairros.

O morador da Vila Colier que será identificado, para sua segurança, por E.G.C., deixou a casa com sua esposa e filhos levando apenas a roupa que vestia. Móveis, eletrodomésticos, pertences e documentos ficaram para trás. Hoje, eles estão acomodados separadamente em casas de familiares se preparando para buscar as coisas na casa abandonada.

Em 16 anos de vivência no bairro, ele nunca se viu forçado a deixar tudo para trás, apesar de o bairro ter alto índice de violência. Com as ameaças de facções, ele conta que perdeu a casa, em que investiu R$ 70 mil e o emprego, pois ele trabalhava na região e não tem coragem de voltar ao local.

“Eu tenho medo pelos meus filhos. Estou desestimulado de ficar aqui em São Luís. Meus planos são de ir embora para outra cidade porque aqui não é seguro em lugar nenhum. Aqui já tivemos perda total mesmo. Vamos começar do zero longe, onde eu possa encontrar uma escola para os meus filhos e a gente não tenha medo de ser morto dentro de casa”, disse.

E.G.C, afirmou que tentará vender a casa. Mas não tem muitas esperanças de que vá conseguir. Como ele ainda não recebeu o salário deste mês, está contando com os familiares para manter a esposa e os filhos e ainda pensa como dará outro futuro a eles. “A gente teve que sair da nossa casa por causa da violência. Isso é um absurdo. Esse secretário de segurança não tem pulso para controlar isso”, declarou.

Ainda na Vila Colier, a maioria das casas foi abandonada. Na Rua da Paz, duas residências exemplificam bem o que passam os moradores da comunidade. As casas estão com anúncio de venda e uma delas está com a frente cravejada de balas. Segundo os moradores, a casa foi alvo de integrantes de uma facção.

Medo – Na Vila Colier, poucas famílias continuam nas casas trancadas com medo. Um morador, que não quis se identificar, contou que os dois filhos mais novos estão há uma semana sem ir à escola em Pedrinhas, por medo do que pode acontecer. Os prejuízos são para toda a família, que vive sob a tensão de ser assassinada, e também para as crianças, que estão afastadas da escola. “A gente não sabe quando vai mandar eles para o colégio de novo. Estamos com medo de sair na porta, porque só ficamos nós e mais umas casas ocupadas. Só vamos sair se conseguirmos vender a casa e do jeito que está ninguém quer comprar, né?”, ressaltou.

Na Vila Natal, no Coroadinho, a tensão também é grande. Poucos moradores continuam no local sob tensão de as ameaças de agressão e morte se concretizarem. Na comunidade, muitas dessas casas que continuam ocupadas são pequenos estabelecimentos comerciais, que estão fechando as portas ainda no início da tarde.

Segundo um comerciante, que não quis se identificar, as filhas ficaram três dias sem ir à escola assim como manteve o estabelecimento fechado durante esse período. São mais de 10 anos no local e ele não tem condições de tirar a família de lá, pois é nessa casa que ele trabalha e tira o sustento da família vem unicamente da renda do ponto comercial.

O comerciante afirmou ainda que, mesmo depois que dezenas de famílias deixaram o local e o policiamento ser reforçado, eles não se sentem seguros. “A gente nunca tinha passado uma situação dessa. Onde já se viu um cidadão ter que sair de casa escoltado pela polícia? É um absurdo o povo ter que sair de suas casas por causa de bandido. Os policiais estão aqui agora, mas é a mesma coisa que nada. Eles vão embora e a gente fica trancado e ainda sem segurança”, disse.

Mais

Com o tumulto e apreensão pelas ameaças de facções criminosas na Vila Colier, na terça-feira (16), a UEB Professor José Gonçalves do Amaral Raposa não teve aulas nesse dia à tarde e à noite.

 

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Pais matam criança de 5 meses em Governador Nunes Freire.

CRIANÇA
Na foto percebe-se os dois braços quebrados do pequeno Daniel.
 
Uma criança de penas 5 meses de idade foi morta pelos pais  no município de Governador Nunes Freire. Daniel foi encontrado sem vida como os dois braços quebrados, vários hematomas e marcas de mordidas.
De acordo com informações que chegaram ao titular do blog, os pais da criança residem no Bairro Monteiro Lobato, e são conhecidos como Miguel e França, sofrem de problemas mentais, e também são genitores de uma menina de 2 anos de idade, criada pela vó por decisão da justiça.
A mesma decisão, ainda não tinha sido tomada em relação ao pequeno Daniel que foi morto brutalmente pelos pais. Miguel e França foram pesos pela policia de Governador Nunes Freire.
O delgado da cidade, afirmou que vai indiciar médicos, conselheiros e enfermeiros que deixaram levar o corpo do hospital sem que  fosse periciado.
O crime chocou a população de Nunes Freire e causou grande comoção em toda cidade.
Reeditado do Blog do JOÃO COSTA

16/06/2015 21h31 – Atualizado em 20/06/2015 07;55h31- www.jgmorera,com.br

Cinco foram presos e dois menores apreendidos em ação policial na capital.
Violência no bairro já causou pelo menos oito mortes no mês de junho.

Do G1 MA

Violência no Coroadinho já vitimou oito pessoas em 16 dias de junho (Foto: Divulgação/Whatsapp)Violência no Coroadinho já vitimou oito pessoas em
16 dias de junho (Foto: Divulgação/Whatsapp)

Cinco suspeitos de envolvimento com grupos criminosos foram detidos e dois adolescentes apreendidos, nesta terça-feira (16), durante ações de repressão a guerra de facções que agem na Região do Coroadinho, em São Luís.

Na ação, três suspeitos morreram durante o confronto com a Polícia Militar, segundo informou a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP).

Ainda de acordo com a assessoria de comunicação da SSP, para combater as práticas criminosas na região foi criada uma força tarefa para identificar e agir contra os criminosos que tem aterrorizado a comunidade nas últimas semanas.

O caso mais recente aconteceu na noite de segunda-feira (15), membros de uma facção criminosa, que atua na capital, depredaram duas casas na Vila Natal, no polo Coroadinho. Além da destruição os bandidos assassinaram um comerciante na Pocinha, acusado por eles de ser um delator da polícia.  Outras duas pessoas também foram feridas na ação dos traficantes.

A vítima identificada apenas como Giovane, de 45 anos, ocupava uma residência abandonada pelos moradores após estes terem sido expulsos por traficantes. Um morador que preferiu não se identificar disse que casos semelhantes são comuns na Vila Natal.

“Muitas famílias ameaçadas por traficantes estão sendo obrigadas à deixarem suas casas. A guerra entre facções rivais tem vitimado também muitas pessoas inocentes, moradores das comunidades. Isso já vem ocorrendo há um bom tempo, mas agora parece estar tendo um estopim”, disse o morador ao G1.

USC, Coroadinho (Foto: Reprodução / Jornal o Estado)USC, Coroadinho (Foto: Rep /Jornal o Estado)

Insegurança constante
Foram oito mortes no Coroadinho em apenas 16 dias do mês de junho, segundo levantamento feito pelo G1 baseado em dados divulgados nos relatórios da SSP no site do órgão. Média de quase uma pessoa morta a cada dois dias.

O morador ainda relata que a Unidade de Segurança comunitária (USC) vive com as portas fechadas, com motos e viaturas paradas no pátio, durante a maior parte do dia.

Com a chegada da USC, no ano passado, os postos estratégicos foram fechados e os trailers retirados.

“A sensação da comunidade é de que os próprios policiais, em contingente visivelmente pequeno, estariam acuados, diante de tamanha violência, deixando a mercê os moradores e as famílias reféns dentro de suas próprias casas. A USC só tem uma viatura. Uma vergonha para um projeto que foi prometido 40 policiais, quadrículos e cavalaria”, condenou.

Além da morte do comerciante, outro caso que repercutiu na comunidade ocorreu na última terça-feira (9), quando três pessoas foram baleadas durante um tiroteio entre facções rivais na Praça do Viva, no Alto do São Sebastião, no Coroadinho. Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada de quarta-feira (10), no Hospital Dr. Clementino Moura (Socorrão II).

Reforço no policiamento
Em nota enviada ao G1, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio do Comando Geral da Polícia Militar, informou que o policiamento na região será reforçado com homens de outros batalhões da polícia. Confira a íntegra da nota abaixo:

NOTA

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio do Comando Geral da Polícia Militar, informa que já intensificou as ações de repressão aos criminosos que agem na Região do Coroadinho, em São Luis.

Uma força tarefa foi montada para combater as práticas criminosas na região.  Durante o planejamento estratégico montado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, nesta terça-feira (16), ficou definido que além dos militares que já atuam na Unidade de Segurança Comunitária (USC) do Coroadinho, equipes do 1º, 6º, 8 º e 9º Batalhões de Polícia Militar (BPM) também reforçarão o patrulhamento diário no local.

Equipes do Batalhão de Choque (BpChoque) e da Companhia Operações Especiais (COE), subordinados ao Comando de Policiamento Especial (CPE), atuarão no período noturno com rondas ostensivas garantindo a tranquilidade da população.

Um plantão da Polícia Civil foi montado no Coroadinho. A Secretaria Adjunta de Inteligência da SSP e o Serviço de Inteligência da Polícia Militar trabalham com a intenção de identificar os integrantes das facções criminosas.


19/06/2015 19h37 – Atualizado em 20/06/2015 07:45 

www.jgmorira.com.br

ONG aponta ainda que 70% das famílias ganham menos de R$ 788.
Especialista diz que ausência do poder público contribuiu para quadro atual.

Do G1 MA.

No Coroadinho, a quarta maior favela do país e a primeira do Norte e Nordeste – segundo o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro e Geografia e Estatística (IBGE) – pelo menos 65% dos jovens estão envolvidos em crimes ou consomem algum tipo de droga, enquanto 70% das famílias ganham menos de um salário mínimo, hoje, cotado no valor de R$ 788.

Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada pela ONG Instituto Cidadania Ativa. O estudo traçou o perfil da região, em relação à violência social, com ajuda de dados sociais: informações recebidas por denúncias anônimas e entrevistas com famílias moradoras do bairro.

“A partir de um momento que você tem um jovem que é criado em família que ganha menos de um salário mínimo, que não tem uma boa escola, uma boa alimentação, ele é uma mão de obra de fácil captação para o mundo do crime”, afirmou Maurício Miguel, pesidente da Ong.

Para o juiz Roberto de Paula, que trabalhou 17 anos na Vara de Execuções Penais, as facções criminosas, que se organizaram dentro dos presídios, avançaram para os bairros e aumentaram os índices de criminalidade em São Luís.

Além da violência, o Coroadinho sofre com a ausência do poder público e isso contribuiu para que que as facções tomassem uma dimensão expressiva.  O juiz diz que estudos mostram diminuição da criminalidade nas comunidades onde há investimento em saúde, trabalho, infraestrutura, moradia, educação e saneamento básico.

“Não se combate violência só com repressão. É preciso que haja inclusão social. Na hora que o estado intervém, tanto com as forças de segurança como com as políticas de inclusão social, todos os estudos demonstram isso, consequentemente se diminui a violência”, observou.

Entenda o caso
A guerra entre facções rivais pelo controle do tráfico de drogas resultou em oito mortes em 16 dias, média de uma vítima dos criminosos a cada dois dias. Os casos mais recentes envolvem a morte de um comerciante e três suspeitos de envolvimento no crime organizado.

Além disso, mais de 50 famílias foram expulsas de casa por traficantes que comandam o crime na região do Coroadinho. Nesta quarta-feira (17), a polícia realizou uma operação de ocupação no bairro para garantir que novos casos não fossem registrados.