Ricardo Murad

Blog. Marrapá

O relatório da Operação Sermão aos Peixes, da Polícia Federal, revela que jornalistas e blogueiros comandados pelo ex-secretário Ricardo Murad podem ter sido financiados com recursos públicos desviados da Secretaria Estadual de Saúde, repassados pelo Ministério da Saúde para manutenção de hospitais da rede pública do Maranhão.

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Baseado em escutas telefônicas autorizada pelo Judiciário, um dos trechos do inquérito policial encaminhado à Justiça Federal relata que o ex-secretário Ricardo Murad “exerce um certo controle de boa parte da mídia estadual em que a organização criminosa tenta manipular e influenciar a opinião pública”.

De acordo com os investigadores, “a estratégia possivelmente também foi financiada com recursos destinados à Secretaria de Saúde do Maranhão”. O cunhado da ex-governadora Roseana Sarney é acusado de comandar a organização criminosa que desviou, entre 2011 e 2013, cerca de R$ 1,2 bilhão dos cofres públicos do estado.

Lista de blogs usados para acobertar as ações da organização criminosa controlada por Ricardo Murad.


leonardo sá limpando o chao

Circulou nas redes sociais um flagrante de um exemplo a ser seguido, o diretor do hospital regional Dr. Jackson Lago, alheio a qualquer plano sensacionalista em sua lida diária a frente do hospital, que se tornou símbolo do sonho e anseio de toda uma sociedade, não exitou em limpar o chão que ele mesmo havia sujado com um copo de café. O inusitado se tornou exemplo pelo fato e nobreza com que Dr. Leonardo Sá reagiu a esse episódio, nos faz lembrar um ditado que diz “as palavras convencem e os exemplos arrastam”, pois surpreso mesmo não foi apenas o ato em si, mas a cara de espanto que o funcionário do hospital ficou ao presenciar o diretor limpando chão, que já havia sido limpo minuto antes do acontecido.

O que passa na cabeça de um liderado ao ver o seu líder dando um exemplo tão grandioso? Não que o simples fato de limpar o chão mereça tamanho crédito, mas as circunstâncias em que aconteceu o fato sim. Demonstra humildade, respeito pelo colega de trabalho que já havia feito a limpeza e já estava a realizar outras atividades determinado em seu cronograma de serviço.

Na politica deveria ser assim os gestores  deveriam ser os primeiros a dar exemplo, o sonho de igualdade, solidariedade e o sentimento de um país melhor não se fazem de dentro de um gabinete às portas trancadas, no frio do ar condicionado onde o trabalho mais pesado é a força com que aperta a caneta no papel deliberando suas ordens, mas sim, em atos concretos, desmistificando a ideia que chefe só manda, chefe quando é líder ele faz e arrasta a multidão pelo exemplo, e que sejam bons exemplos como esse do Dr. Leonardo Sá.

Após a divulgação nas redes sociais foram notáveis as manifestações de apoio e admiração para com o diretor do hospital, centenas de pessoas aproveitaram a oportunidade para manifestar apoio ao diretor do hospital regional Dr Jackson Lago.

RECONHECIMENTO DO GOVERNO DO ESTADO

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A capacidade de bem administrar o hospital regional Dr Jackson Lago, por Dr Leonardo Sá tem chegado ao ótimo conceito da população da baixada, e tem adquirido a cada ação o respeito e admiração por parte do governo Flávio Dino.

O respeito do governador pelo trabalho de Leonardo Sá fica patente, quando o diretor do hospital com o aval do deputado estadual Othellino Neto, solicitaram a pavimentação asfáltica da via pública em frente aquela importante casa de saúde com objetivo não só estético, mas para também eliminar a poeira no verão e a lama no período chuvoso proporcionando mais conforto aos usuários, prontamente a obra foi liberada e já está em plena realização.


Roberto Rocha e João Alberto votaram pelo relaxamento da prisão de Delcídio; Edson Lobão se absteve

Os senadores maranhenses Roberto Rocha (PSB-MA), contrariando orientação do partido, e João Alberto Souza (PMDB-MA) votaram, nesta quarta-feira (25), contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso sob acusação do Ministério Público Federal de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Acompanharam os dois Fernando Collor (PTB-AL) e Telmário Motta (PDT-RR). A única abstenção foi a de Edison Lobão (PMDB-MA).

Por 59 votos a 13 e uma abstenção, o Senado decidiu em votação aberta manter a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo Dilma Rousseff, preso na manhã desta quarta-feira (25). Setenta e quatro parlamentares estiveram presentes na sessão.

Dos 13 votos que pediram a suspensão da prisão de Delcídio, nove são de petistas, que acompanharam a orientação do partido. No entanto, dois senadores da bancada optaram por manter a decisão do STF: Paulo Paim (RS) e Walter Pinheiro (BA), que já haviam escolhido o voto aberto –o PT se posicionou pela votação fechada.

Veja como votaram os senadores.


Deputado Othelino Neto

Othelino reiterou que Roseana Sarney deixou para o governo Flávio Dino um Estado quase acabado, destruído. Segundo o deputado, a ex-governadora, em 14 anos de mandato, levou diversos municípios do Maranhão aos piores IDH’s, os menores do Brasil. “A maior taxa de analfabetismo do país é outro troféu! O atual governo está enfrentando o desafio de tentar mudar esse quadro. Hospitais construídos com dinheiro do empréstimo do BNDES e não inaugurados em sua grande maioria. Muitos foram inaugurados só a fachada e depois novamente fechados”, comentou.No Tempo dos Blocos, o deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) retornou à tribuna para rebater declarações feitas pelo ex-senador José Sarney (PMDB) sobre o andamento de investimentos no governo Flávio Dino (PCdoB). “As obras não são das pessoas físicas, elas são do governo e uma gestão que sucede a outra tem o dever de dar segmento àquilo que ficou estabelecido, contratos, realizações que ficaram e foram deixadas pela metade. Infelizmente, a grande obra deixada pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) foi um Estado extremamente pobre e endividado”, disse.

O deputado citou ainda como lamentáveis legados da ex-governadora  a estrada fantasma Arame/Paulo Ramos, o famoso polo de confecções de Rosário, que deixou centenas de pessoas sem crédito por estarem negativados, graças a um golpe dado com o aval do então governo; da Refinaria Premium, entre outros.

Othelino lembrou ainda que o Maranhão, durante o governo Roseana, bateu todos os recordes nacionais de aparecer em escândalos. “Havia um escândalo nacional e lá estava o Maranhão, geralmente, com a ex-governadora participando, vide operação Lava-Jato, que ainda hoje assombra uns e outros. Então, que obras são essas que ficaram inacabadas? E na verdade, a grande missão do governo Flávio Dino é construir um Estado destruído, que já foi rico, mas que foi, de forma cruel, empobrecido”, comentou.

Segundo o deputado, o Maranhão está mudando os privilégios dos ex-mandões e isso incomoda muito. “É um governo que, apesar das dificuldades, vem conseguindo fazer diferente. No mês passado, o Maranhão foi um dos poucos  estados que conseguiu ainda gerar vagas formais de emprego, diferente da grande maioria do país”, disse.

 


Prefeito João de Fátima, o "Queiroz"

Baseada na Notícia de Fato nº 052/015, a manifestação é de autoria do titular da Promotoria de Justiça da Comarca, Leonardo Santana Modesto.

Na Ação, o representante do MPMA ressalta que a conduta negligente do prefeito em não pagar dívidas do Município acarreta prejuízo ao erário de Monção.

Para Leonardo Modesto, a conduta viola a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000), configurando ato de improbidade administrativa. “Apesar de ter sido notificado para apresentar justificativa, o prefeito permaneceu inerte”, acrescenta.

PEDIDOS

Na Ação, o membro do MPMA requer que o gestor municipal seja condenado a ressarcir aos cofres municipais o valor de R$ 27.728,37, referentes aos juros da dívida.

Entre os pedidos estão a condenação do prefeito à perda da função pública; à suspensão de direitos políticos, pelo período de três a cinco anos, e à proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios e/ou incentivos fiscais pelo prazo de três anos.

Outro pedido é a condenação de João de Fátima Pereira ao pagamento de multa de até 100 vezes o valor da remuneração recebida à época da dívida.

Na manifestação, Leonardo Modesto também solicita que a Cemar informe os débitos atualizados do Município de Monção junto à empresa. O promotor requer, ainda, o encaminhamento, pela Câmara de Vereadores, das leis orçamentárias referentes aos anos de 2014 e 2015.

O município de Monção fica localizado a 316 km de São Luís.


Deputado Othelino Neto

 Deputado Othelino Neto Deputado Othelino Neto O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) contestou, na sessão desta terça-feira (04), a oposição que repercutiu na tribuna denúncia de um suposto caso de propina no governo do Maranhão.

Ele frisou que o pronunciamento da deputada Andrea foi focado em críticas e agressões a quadros do PCdoB maranhense. Othelino lembrou que, recentemente, a direção estadual do PCdoB no Maranhão divulgou nota à imprensa, manifestando apoio à militante do partido Simone Limeira. No mês passado, ela pediu exoneração do cargo de assessora especial do governo do Estado, afirmando ter sido vítima de uma covarde armação.

Em seu discurso, Othelino frisou que a militante política Simone Limeira emitiu também uma nota explicativa, onde ela esclarece este caso e, inclusive, de forma corajosa, pediu a exoneração do cargo de assessora especial do governador Flávio Dino (PC do B), para demonstrar que prefere estar fora do cargo, sem representatividade do cargo para que o episódio possa ser investigado e para que as coisas fiquem esclarecidas e não fiquem pairando dúvidas sobre a postura dela.

Com relação ao secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto, e ao secretário adjunto Ednaldo Neves – acrescentou o deputado Othelino Neto – “não merecem maiores comentários este assunto, porque se existe uma denúncia que um determinado servidor público está cobrando propina, para que um determinado pagamento seja feito ou para ter um determinado benefício, não adianta simplesmente levantar a suspeita, não adianta simplesmente ficar divagando com palavras, é preciso nesta tribuna fazer, como fazíamos quando denunciávamos desmandos do governo anterior”.

Othelino Neto lembrou que, no governo anterior, a oposição fazia denúncias responsáveis. “Nós denunciávamos e dizíamos quem estávamos denunciando. Mostrávamos o nome do gestor público que estava sendo acusado da denúncia. Assim fizemos com os convênios fantasmas, denunciamos, representamos contra o então gestor, e assim fizemos em diversos outros casos. Então, trazer simplesmente uma suposição para esta tribuna significa levantar a suspeita sobre alguém que está cumprindo o seu dever”. Para o deputado Othelino Neto, a acusação feita pela deputada Andrea Murad carece absolutamente de fundamento, tanto com referência ao secretário Clayton Noleto quanto em relação ao secretário Rodrigo Lago.   http://silviatereza.com.br/


Carros são incendiados no pátio da delegacia de Maracaçumé (MA) (Foto: Tony Rodrigues)

Carros foram incendiados no pátio da delegacia (Foto: Tony Rodrigues)

SUSPEITO POR PROVOCAR O INCENDIO É O DONO DE UMA LAND ROVER CLONADA.
Fogo atingiu outros veículos e um carro de polícia que estavam no pátio.

Do G1 MA

Automóveis do pátio da delegacia de Maracaçumé (MA) – município localizado a 191 km de distância da capital, São Luís – foram incendiados na madrugada desta terça-feira (28). O caso aconteceu às 2h30, na rua Almirante Tamandaré, Centro da cidade. De acordo com a Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), o suspeito por provocar o incêndio é o dono de uma Land Rover clonada, apreendida pela polícia.

Carros são incendiados no pátio da delegacia de Maracaçumé (MA) (Foto: Tony Rodrigues)Automóveis ficaram completamente destruídos (Foto: Tony Rodrigues)

O delegado da 8ª Regional de Zé Doca – a qual Maracaçumé faz parte –, Henrique Mesquita, informa que o proprietário investigado anunciou, anteriormente, que tentaria incendiar o veículo apreendido. O fogo, no entanto, atingiu outros veículos e um carro de polícia. O número de automóveis atingidos, no entanto, não foi divulgado pela SPCI.

 


Trigêmeos ficaram órfãos e precisam de ajuda

BEBÊS

Atualizado 21h45 www.jgmoreira.com.br

Três bebês, do sexo masculino, ficaram órfãos,  após falecimento da mãe na terça-feira (21), no Quebra Pote, zona rural de São Luís, e precisam de doações como fraldas, roupinhas,  leite Nam e kits de higiene.

O endereço correto para doações é Rua do Jip, 82, bairro Aurora, Anil, próximo ao antigo arraial 500 anos, onde mora um tio dos trigêmeos. Falar com Zean 99975 7132, Jackeline 98833.6333, 99168.5353 . O fone da casa é 3245 1412.

A conta válida é na Caixa Econômica, poupança, AG 1576,  operação 013,  conta 00112245.0 em nome de  Leticia Mendes Carneiro.

Os trigêmeos estão morando em uma casa na Rua Santa Luzia, no bairro Santa Helena – Quebra Pote. Não há número na casa.  É só dizer que quer ir na residência dos trigêmeos órfãos.

Além dos três bebês, a mãe deixou órfãs também mais quatro crianças que também precisam de ajuda.

Um grupo de amigos do colégio Batista está promovendo uma ação solidária em prol dos trigêmeos de três meses de idade, que ficaram órfãos após a morte da mãe, vítima de uma complicação!!! Quem puder ajudar também,  entre em contato com a tia das crianças.

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oficio comissao

O presidente da Comissão Especial que visa fazer um levantamento de todos os bens imóveis públicos do Estado com nome de pessoas vivas, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), enviou ofícios aos secretários de Educação, Áurea Prazeres, e de Gestão e Previdência, Felipe Camarão, solicitando a lista de prédios que se encontram nessas condições. O objetivo é cumprir a Lei Federal que proíbe esse tipo de homenagem a personalidades que ainda estão entre nós, independente de serem adversárias ou aliadas.

Segundo o presidente Othelino Neto, além de a Constituição Federal proibir a colocação de nomes de personalidades, que ainda estão entre nós, em órgãos públicos, já há jurisprudência nesse sentido vedando e considerando ilegais os atos que realizaram essas homenagens. O deputado explicou que está previsto no Artigo 37 o impedimento para colocação de nomes de pessoas vivas em órgãos públicos, pois fere o princípio da impessoalidade, a Lei Federal 6.454 de 1977.

“Não bastando isso, tem jurisprudência dos tribunais superiores do Brasil, considerando ilegal a colocação de qualquer nome de pessoa viva em órgão público, independente de cor partidária, de ser político ou não ser político”, disse Othelino.

A Comissão foi criada, na última quarta-feira (01), por meio da resolução 864, baixada pela Mesa Diretora da Casa, a partir de requerimento do deputado Othelino Neto (PCdoB). Além de Othelino, a Comissão tem como vice-presidente Glalbert Cutrim (PRB) e como relator Rogério Cafeteira (PSC). Os deputados Fábio Macedo (PDT), José Inácio (PT), Cabo Campos (PP) e Roberto Costa (PMDB) ficaram como membros titulares.

Os parlamentares têm 90 dias, a partir da instalação, para apresentar os resultados, ou seja, o levantamento de todos os órgãos do Estado que ainda tenham nomes de pessoas vivas. Ficaram como suplentes os deputados Marco Aurélio (PCdoB), Edson Araújo (PSL), Rafael Leitoa (PDT), Levi Pontes (SD), Ricardo Rios (PEN), Leo Cunha (PSC) e Nina Melo (PMDB).

Determinação do MP

Além do trabalho da Comissão, 50 cidades do Maranhão, determinadas pelo Ministério Público Federal, passarão por modificação nos nomes de prédios estaduais que contiverem inscrições, gravuras, pinturas, letreiros, faixas, placas, cartazes ou qualquer outra forma de identificação por nome de pessoa viva, atribuídos a bens públicos de qualquer natureza.

A orientação do MP destaca o cumprimento de Lei 6,454/77, que veda homenagem a pessoas vivas em logradouros públicos em todo o território nacional.

 


O desembargador João Santana foi o relator do processo. (Foto: Ribamar Pinheiro)

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) foi unanimemente desfavorável a recurso ajuizado pelo ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá, José Nilton Marreiros Ferraz, e manteve sentença de primeira instância. Por ter descumprido ordem judicial, o ex-gestor foi condenado, por ato de improbidade administrativa, a pagar multa correspondente a uma vez a sua remuneração quando prefeito. Teve, ainda, seus direitos políticos suspensos por três anos, mesmo período sem poder contratar com o poder público.

O Ministério Público Estadual (MPMA) ajuizou a ação, apontando o descumprimento da ordem e perseguição política de servidores, inclusive o não pagamento dos seus salários.
O ex-prefeito alegou, preliminarmente, cerceamento de defesa, pois havia requerido a produção de provas, e o julgamento foi antecipado. No mérito, ele acrescentou que não teria havido dano à coletividade, nem ato de improbidade.

O desembargador João Santana (relator), ao tratar da preliminar, disse que a contestação apresentada por Ferraz não apresentou nenhum fato que necessitasse de prova, além da documental antecipadamente produzida pelas partes; nem se indica, no apelo, qual fato especificamente deseja provar, nem qual tipo de prova pretendia produzir.

Santana citou entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo o qual não há cerceamento de defesa quando o julgador considera desnecessária a produção de prova, mediante a existência nos autos de elementos suficientes para a formação do seu convencimento.

Acrescentou que o caso se enquadra na hipótese de norma do Código de Processo Civil, que comporta julgamento antecipado.

No mérito, o relator considerou incontroverso que o apelante descumpriu ordem do Juízo da comarca de Santa Luzia do Paruá, que, em mandado de segurança ajuizado por diversos servidores do município, determinou a reintegração de todos, assim como anulou todas as portarias que os removiam ou demitiam.

A determinação ainda estabeleceu que retornassem às suas lotações e postos de trabalho de origem, sem prejuízo dos seus vencimentos, que deveriam ser pagos de forma retroativa.

João Santana considerou injustificável o retardamento do apelante em atender a ordem judicial, somente o fazendo, como confessou, após esgotados todos os recursos manejados. Entendeu que, pelo que consta nos autos, o descumprimento foi intencional.
Segundo o desembargador, nem mesmo o pagamento dos servidores ocorreu, e a situação somente foi regularizada após acordo firmado no 1º Mutirão de Processos de Santa Luzia do Paruá, em janeiro de 2009, ou seja, três anos e seis meses após a ordem judicial, inclusive com a reintegração de 31 servidores.

O desembargador Ricardo Duailibe e o juiz Luiz Gonzaga, substituto de 2º grau, também negaram provimento ao recurso do ex-prefeito. (Processo nº 316652013 – Santa Luzia do Paruá).

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